O capitão tirou meu cabacinho...2

Um conto erótico de cocksucker
Categoria: Homossexual
Data: 16/06/2007 15:15:57
Nota 8.33
Assuntos: Homossexual, Gay

Eu acabo de completar 18 anos e o meu rabo é o mais cobiçado da rua. Os outros garotos me assediam, passam a mão, me encoxam sempre que podem. Os caras mais velhos me beliscam:

- Que bundinha gostosa que você tem garoto! Dá pra mim, dá...

Mas eu fujo. Tenho muita vontade, mas tenho medo. Trancado no banheiro, eu olho minha bunda no espelho. Que bundão! Nem bunda de mulher que eu vejo nas revistas, no cinema, na TV, é tão empinada, carnuda, larga, cheia, redonda, com duas covinhas na cintura, lisinha e branca como a minha. Bunda de anjinho. Mas eu não sou nenhum anjo... Sonho com o dia em que um macho vai tirar meu cabacinho, meter muito o caralho no meu cuzinho e gozar lá dentro. Bato punheta e gozo, me imaginando de quatro no meio da rua dando pra todos os homens. Apesar da vontade, eu tenho medo.

Sou órfão de pai e me sinto tão desprotegido! Minha mãe me cria com dificuldade. Ela cozinha pra fora. Nossa situação melhora quando a PM a contrata pra cozinhar pro quartel, próximo à minha casa. De vez em quando eu vou lá, pra falar com minha mãe. Um dia desses, um dos policiais me parou quando eu ia saindo:

- Ô lindinho, a turma aqui do quartel ia te pegar e te currar. Tava tudo planejado, mas o capitão soube e proibiu. Disse que você vai ser dele. É o capitão quem vai tirar o teu cabaço, quando ele quiser. Mas, depois eu também vou comer essa bundona gostosa, viu?

O Capitão é largado da mulher e mora com o filho, o Fabio, meu colega de escola. Eu tenho pavor dele. É bruto, acho que bate no Fabio; de vez em quando o menino falta, tem dificuldade ou não pode nem sentar direito. E ninguém diz nada porque todo mundo morre de medo do capitão. É da PM, comanda o quartel e é amigo e compadre da minha mãe depois que ela começou a cozinhar lá. Eu não gosto dele. Lá na rua dizem que ele é matador. Além do que é um negão enorme.

Mas, depois que o cara me falou aquilo eu comecei a prestar atenção no capitão. Se antes eu nem olhava direito pra ele, de tanto medo, passei a dar umas olhadas. Ele tem um belo dum corpo, altão, forte, pernas grossas, braços fortes, uma malona com um volume que dá gosto de ver, uma bocona e uns lábios enormes, deve ser uma delícia sentir aqueles beições me beijando, eu desmaiaria de tanto tesão. Ele me olha de um jeito... Me devora com os olhos! Sabendo do interesse dele por mim, o fogo no rabo fala mais alto e também já tô com tesão nele. Agora, quando eu bato punheta, me imagino de quatro, dando pro Capitão.

Mal sei eu que meu destino tá sendo traçado. Quando o Capitão fica sabendo que tinha uma outra turminha, agora da minha rua, planejando me currar, ele chama o Tenente, seu homem de confiança, na sala dele.

- Tenente, outra vez essa história de curra no menino da minha comadre. Dessa vez é lá na rua onde eles moram.

- Ouvi falar, Capitão.

- Pois dá um jeito nisso, passa um susto nessa cambada, detenha quem planejou, sei lá, faz qualquer coisa. Da outra vez foi aqui no quartel, agora na rua, onde vamos parar? Esse garoto vai ser meu e sou eu quem vai tirar o cabacinho dele, se é que ele ainda é cabaço. De qualquer jeito, eu vou foder aquela bundona gostosa da menininha.

- Sim, Capitão. Não se preocupe, vou tratar desse assunto, ninguém vai tocar no menino. Mas, se o Capitão me permite, não é à toa que tão querendo currar a menina. A loirinha tem um bundão que dá gosto. Tá pedindo pra levar um cacete de macho já faz tempo.

- Aquilo deve ser uma delicia, Tenente. Já tô de olho na bundona dela faz tempo. Só tava esperando ela completar 18 anos. Será que ela ainda é cabaço?

- Com aquela bundona é meio difícil, Capitão. O pessoal da rua onde ela mora, aqui do quartel, não dá trégua. Com curra ou sem curra, os caras dão em cima, a menina já tá falada, o Capitão sabe como é.

- Então, tá na hora de tomar minhas providências e vai ser hoje. Vou levar ela pra minha casa e descer o cacete naquela bundona gostosa que ela tem. Quando você sair, manda a mãe dela vir aqui falar comigo.

- Mas, e o seu filho, o Fabinho, Capitão? Pelo que o Capitão me conta, ele não vai gostar dessa história.

- Tem razão, tá aí um grande problema. Já faz uma semana que eu não como o rabo dele. Deixei ele todo arregaçado da última vez, tava doidão e fodi muito o menino. Ficou uns dois dias sem poder sentar direito. Mas, foi bom o Tenente tocar no assunto. O Tenente é dos meus, é chegado num efeminado.

- Não tem nada melhor que foder o cuzinho de uma dessas meninas novinhas, é melhor que buceta. São doidinhas por um bom cacete no rabo, fodem pra caralho. Elas sabem agradar e adoram ser dominadas por um macho, só tem vantagem. O problema é que, na nossa posição, não podemos ficar por aí pegando uns viadinhos pela rua. A gente precisa de comida caseira.

- É mesmo, Tenente. Depois que eu comecei a pegar o Fabinho e tirei o cabacinho dele, nem precisei de outra fêmea. Meu menino adora um cacete. Agüenta e pede mais. E precisa ver a minha femeazinha vestida de mulher. É um puta dum tesão, um chuchuzinho.

- Nunca escondi do Capitão que acho o Fabinho muito gostoso. Aquela cor de café com leite dele me deixa louco. Mas, fêmea do Capitão, pra mim é homem.

- Eu sei que o Tenente é muito respeitador, mas eu tô louco por aquela bundona da menina da comadre. Mas, não posso deixar meu filho solto por aí, dando pra qualquer um e a hora que o Fabinho souber que eu quero e vou ficar com a outra, é capaz dele sair por aí... O segredo com essas meninas é não deixar faltar pica pra elas.

- E como é que o Capitão vai fazer?

- Por que nós não fazemos o seguinte? O Tenente vai lá em casa, assim como quem não quer nada e conta pro Fabinho que eu vou levar a outra lá pra casa e ficar com ela. O Fabinho não é bobo e vai desconfiar que eu pedi pro Tenente fazer isso. Você consola o menino, se insinua e mostra que ele pode ficar com o Tenente. Deixa claro que não vai faltar pica pra ele, que o Tenente vai comparecer e foder ele bastante. Acalma o menino e depois vem com ele aqui pra me comunicarem o fato. Enquanto isso, eu falo com a comadre e acerto tudo com ela.

- Deixa comigo, Capitão. Com uma fêmea gostosa como o seu filho, eu até me amasio.

- Tem que descer o cacete no menino. Ele é chegado na coisa, gosta de um bom cacete no rabinho.

- Pode deixar, não vai faltar pica pro seu filho, eu garanto pro Capitão.

- Então, vai, chama a comadre aqui.

- É pra já, Capitão.

O Tenente bate continência e sai. Chama minha mãe.

- Boa tarde, Capitão, o senhor mandou me chamar?

- Boa tarde, comadre, mandei sim. Senta aí. - Trabalhando muito, comadre?

- Sempre na lida, Capitão. O trabalho aumentou muito e isso é bom. Sempre agradecida ao senhor por ter me conseguido esse trabalho.

- A comadre merece. Dá duro e cozinha muito bem. Todo mundo gosta da comida da comadre.

- A gente faz o que pode, Capitão.

- Mas eu chamei a comadre aqui pra tratar de um outro assunto. Do teu filho, o Jorginho.

- Algum problema com o menino, Capitão?

- A comadre já deve ter ouvido falar que tem um grupinho lá na rua onde vocês moram planejando dar uma curra no menino. Primeiro foi o pessoal aqui do quartel, agora essa.

- Ouvi sim, Capitão. Tô sempre tendo esses problemas com o menino, livrando ele das garras dos outros garotos, que dão em cima dele, tão sempre mexendo, beliscando a bunda dele. O menino não tem pai, o Capitão sabe e sente muito a falta de um homem pra proteger, orientar.

- Então a comadre tá ciente que não tem um filho, tem uma filha e que ela já tá falada por aí.

- O que é que eu posso fazer, Capitão? A natureza quis assim.

- Eu fiquei sabendo da curra e proibi, mas porque eu tenho um interesse particular nessa história. A menina ainda é cabaço?

- É sim, Capitão.

- Já faz tempo que tô de olho na tua filha, comadre e se é cabaço, melhor ainda. Eu quero ela, quero fazer dela minha fêmea. Eu venho pegando o meu filho, o Fabinho já faz tempo, desde que a mãe dele foi embora, mas agora tô louco pela bundona da tua filha, comadre.

- Mas ela é tão novinha, tão pequenininha perto do Capitão que é tão grande. O Capitão vai estraçalhar a pobrezinha. Tenho medo que aconteça alguma coisa a ela.

- Não faz drama, comadre. É de novinha que se começa. Só tá faltando um macho pra tirar o cabaço dela e comer aquela bundona que ela tem e é isso que eu vou fazer. E a comadre tem que agradecer que sou eu que tô querendo a tua filha, um homem sério e que vai tratar bem, proporcionar uma boa vida a ela. E o que eu tenho de tão grande, como a comadre diz, é pra encher e preencher a bundona que ela tem. É o meu grande na grande dela. E vou estraçalhar ela sim, ela vai ter que se sentar numas almofadas por uns dias, depois é só felicidade, a comadre já deve ter passado por isso.

- É, eu já passei por isso, nos bons tempos. O falecido também gostava por trás. Até tenho saudades, de tão bom que era.

- Pois é, então não tem mistério.

- É a vez da minha menina agora e fico satisfeita que seja com um homem sacudido como o Capitão.

- Assim é que se fala, comadre. Agora, prepara a menina pro abatedouro. Manda ela lá em casa hoje que vai ser a nossa noite de núpcias. Arranco o cabaço dela e faço dela minha fêmea.

- Mas, já, assim, Capitão? Preciso conversar com ela, falar que o Capitão tá interessado, essas coisas.

- Ela e eu já estamos trocando olhares faz tempo, comadre. Ela também tá interessada. Tá doidinha pra dar o rabão e vai ter que dar muito aqui pro negão.

- E o Fabinho, Capitão? O senhor sabe, esses meninos efeminados são muito sensíveis. Ele vai ficar chateado do Capitão trocar ele pela minha menina.

- Já tratei disso, comadre, não vai faltar macho pra ele. O Tenente vai cuidar do menino.

- Cuida bem da minha menina, Capitão.

- Pode deixar, comadre, que eu vou cuidar bem dela. Vou dar tudo que ela precisa, ou melhor, quem vai dar e vai dar muito é ela. Nós vamos ter nossa noite de núpcias, eu vou passar o ferro nela hoje mesmo e ela já passa a morar lá em casa comigo, antes que aconteça o pior lá onde vocês moram. Depois vem a lua de mel e a comadre sabe como é, o casal não quer nem sair da cama, pois tem muita coisa gostosa pra fazer lá. Ah! Tem mais uma coisa.

- Diga, Capitão.

- A comadre se muda lá pra casa que eu tenho nos fundos da minha. Foi reformada há pouco tempo. A comadre continua cozinhando pro quartel e deixa de pagar aluguel. Vou mandar a empregada embora e a comadre assume o serviço da casa já a partir de amanhã, com a ajuda das meninas. Assim, vai poder ficar perto da tua filha e vamos evitar comentários. E a menina passa a dividir o quarto comigo. Dividir não, juntar.

- Acho que tá tudo acertado, então, Capitão.

- Eu sabia que a comadre ia concordar. Vou mandar o Fabinho buscar a noivinha cabacinho mais tarde e ela já leva as coisas dela lá pra casa.

- Tá bem, Capitão, até mais ver.

O Tenente vai até a casa do Capitão falar com o Fabinho.

- Você por aqui, Tenente? Entra aí, senta.

- É, eu tô voltando de uma diligência, tava passando por aqui e vim te ver. Tudo bem com você, Fabinho?

- Tudo Tenente. Faz um tempo que a gente não se vê.

- É, você não foi no jogo de futebol lá do quartel no domingo.

- É, eu tava sem poder sentar direito.

- Algum problema?

- O Tenente tá cansado de saber. De vez em quando meu pai me castiga muito e eu fico assim.

- E você não gosta de ser castigado?

- Adoro, não tô reclamando. É o preço do prazer, né Tenente? Quero mais é ser castigado todo dia.

- Porque você não me chama de Caio?

- Tá bom, Caio. Bonito nome o teu.

- Só o meu nome você acha bonito?

- Você sabe que eu te acho um gato. E você me come com os olhos.

- Eu gostaria mesmo é de te comer de outro jeito.

- Caio, se meu pai fica sabendo disso...

- Ele sabe que eu te acho uma gatinha. Nunca escondi isso dele, mas fêmea do Capitão pra mim é homem. Mas, quem sabe isso pode mudar e eu posso ter uma chance?

- Mudar? Como?

- Teu pai pode tá interessado em outro menino.

- Outro menino, quem?

- O filho da comadre dele.

- Ah! O Jorginho. Eu já ouvi umas histórias. Fala aí, Caio, foi meu pai quem te mandou aqui falar comigo?

- Você vai ficar muito chateado se teu pai ficar com ele?

- Você não respondeu à minha pergunta. Mas, é claro que eu vou ficar chateado. Eu adoro dar pro meu pai, adoro o cacetão dele no meu cuzinho.

O Tenente se aproxima bem de mim e me abraça. Ele é forte, atlético, viril e muito gostoso e eu me encosto no peitão dele.

- Se você quiser dar pra mim, eu vou adorar te comer.

- E você acha que meu pai vai deixar?

- Acho que ele faz gosto se a gente ficar juntos.

E o Tenente me beija com muito carinho e o beijo vai se tornando mais e mais ardente. Ele me abraça bem forte com um braço, me trazendo bem pro peito dele, enfia a outra mão na minha camisetinha e pega nos meus peitos, aperta, acaricia, passa a mão na minha barriguinha. Eu já tô meio mole, perdido, entregue. Eu passo a mão no cacete dele por cima da calça, pego e acaricio.

- Você é muito gostosinha. Tô louco por você.

- Você também é muito gostoso, Caio. Mas, agora, responde à minha pergunta. Meu pai te mandou aqui, não foi?

- Foi, não adianta negar pra você. Ele vai mesmo ficar com a menina. Tá doidão por ela. Mas, vem cá, isso não faz diferença, faz? Eu te quero.

E ele me agarra outra vez e me beija, vai forçando seu corpo e me fazendo deitar no sofá, se deita sobre mim, beija meu pescoço e morde minha orelha. Que delícia! Eu gemo, de olhos fechados.

-Aaahhh... Ai, ai, uuuui.

Aquele puta loirão em cima de mim, me beijando, me pegando bem forte. Que pegada a do Tenente! Eu o abraço bem forte também e correspondo ao beijo, esfregando meu corpo naquela escultura deliciosa. Que remédio, meu pai vai mesmo ficar com o Jorginho, de qualquer jeito. E já que o Tenente me quer e eu quero ele... O que eu gosto mesmo é de um cacete no rabo e isso não vai faltar. O Tenente me larga e se senta no sofá.

- Caramba, você me deixa louco. Mas, é melhor a gente deixar pra outra hora, senão eu vou te comer agora. Olha o meu pau como tá. Melecou a minha calça.

Eu passo a mão por toda a extensão do cacete dele. Tá duríssimo. Fico assombrado com o tamanho.

- Gosta?

- Adoro. Quero você e quero ele todinho dentro de mim.

- Você agüenta?

- De um cara lindo e gostoso como você, eu agüento tudo.

- Você é uma gracinha.

- Você me deixou mole com teus beijos e teus carinhos.

- Vai ter muito mais, gatinha, eu vou te arrebentar todinha, de tanto te foder. Mas, porque você não vem comigo e a gente vai falar com o teu pai?

- Dizer pra ele que a estratégia de vocês deu certo?

- Tá arrependida?

- De jeito nenhum, tô ansiosa.

- Eu também, mas é melhor a gente ir.

Chegando no quartel, o Tenente entra primeiro na sala do Capitão e o Fabinho fica esperando.

- E daí, Tenente, tudo certo?

- Maravilha, Capitão. Seu filho tá no papo.

- Ótimo. A comadre garante que a menina ainda é cabacinho. Me deixou mais doidão ainda pra foder ela. Agora, manda o Fabinho entrar. Vou dizer a ele que concordo que ele fique com o Tenente.

- Vai ser uma noite e tanto, o Capitão fodendo a loirinha de um lado e eu descendo o cacete no Fabinho do outro.

- Mal posso esperar. Já tô ficando de pau duro só de pensar em tirar o cabacinho da menina. Vai ser uma gritaria naquela casa hoje à noite, Tenente.

- Mas, quanto mais gritos melhor, não é, Capitão?

- É, Tenente, significa que os machos tão descendo o cacete nas meninas, estourando o cuzinho delas e quanto mais elas gritam e gemem, melhor.

- É isso mesmo, Capitão, descendo o cacete nas meninas com fé e vontade.

O Tenente vai buscar o Fabinho e os dois entram na sala do Capitão.

- Fabinho, meu filho, o Tenente já te falou do meu interesse no Jorginho. Já quiseram currar ele aqui no quartel e agora tão querendo pegar o menino lá na rua que ele mora. Eu me acertei com a minha comadre e vou levar ele pra morar lá em casa conosco e vou colocar a comadre morando naquela casa que nós temos nos fundos.

- Já entendi, pai, você vai me trocar pelo Jorginho.

- Você não entende porque é fêmea, mas macho é assim mesmo, não pode ver uma bundona daquelas, ainda mais cabacinho, que fica louco. Enquanto eu não tirar o cabacinho da menina e comer aquele rabão, não vou ter sossego. Foi assim com você, lembra? Não sosseguei enquanto não consegui te comer. Mas, pelo que o Tenente me disse, você e ele já se entenderam.

- Já sim, pai.

- Teu cuzinho já tá bom?

- Já, pai, já tô com muita vontade, doidinho pra dar.

- Pois é, o Tenente vai lá em casa agora à noite e você vai dar pra ele. Ele tá na maior secura e vai te foder muito, do jeito que você gosta. Enquanto eu arranco o cabacinho do Jorginho, ele fica com você.

- Se o pai acha que deve ser assim, eu tô de acordo.

- Isso, Fabinho. O que eu não quero é ver você andando por aí dando pro primeiro macho que aparecer.

- Tá tudo certo, pai. Eu até que vou gostar.

- Bem, já que estamos todos entendidos, Fabinho, você vai buscar o Jorginho e leva ele lá pra casa hoje à tardinha. Já falei com a mãe dele e ele vai tá te esperando. Ele vai levar as coisas dele, vai se mudar lá pra casa. Explica pra ele como eu gosto e a deixar o cuzinho bem limpinho pra levar cacete, mas não dá detalhes. Deixa a surpresa pra depois. O Tenente e eu vamos chegar um pouco mais tarde. Você também fica pronto pra satisfazer teu novo macho. O Tenente me garante que não vai faltar pica pra você, não é Tenente?

- De jeito nenhum, Capitão.

- Tudo certo, então, pai.

Fabinho e o Tenente saem.

- Fabinho, mal posso esperar pra te foder bem gostoso.

- Eu também, Caio, quero dar bem gostoso pra você.

- Você é muito gostosinha. Tua bundinha é um tesão, teu cuzinho vai ser meu.

- Vou tá prontinha te esperando, Caio.

- Então, até à noite, minha gostosa.

Na minha casa, minha mãe chega do quartel e vem falar comigo.

- Jorginho, o Capitão me chamou na sala dele pra falar a teu respeito.

- A meu respeito, mãe? Eu não fiz nada.

- Eu sei. O Capitão me falou que tá interessado em você.

- Interessado? Não tô entendendo, mãe.

- Não se faça de besta. Ele me falou que você anda olhando pra ele.

- Ele é que me devora com os olhos cada vez que me vê.

- E você não gosta?

- Pra dizer a verdade, gosto sim.

- E você também tá interessado nele?

- Eu tenho um puta medo dele. Ele tem fama de matador.

- Medo dele todo mundo tem. Eu perguntei qual o teu interesse pra ficar olhando pra ele.

- Eu tenho tesão nele. É um baita dum negão gostoso.

- É aí que eu queria chegar. Ele quer que você seja fêmea dele.

- Fêmea dele, mãe?

- É fêmea, ele quer tirar teu cabacinho, te comer.

- E o que é que a minha mãe acha disso?

- Eu acho que se você não for dele, qualquer dia vai perder o teu cabaço com qualquer um por aí. Já tá falado, não tem pai, precisa de um homem pra te defender. Os garotos não te dão sossego,

querem até te currar. E você tá doidinho pra levar ferro nessa bundona, pensa que eu não sei? Tá com um fogo ardendo no rabo, precisando de uma mangueira pra apagar. Eu faço muito gosto se você ficar com o Capitão. Ele vai te dar uma vida boa. É claro que você vai ter que dar e dar muito pra ele também e você sabe bem o que. E, sendo menina do Capitão, os falatórios acabam. Ninguém se mete com ele.

- Eu acho que eu vou gostar, mãe. Já não tô agüentando mais de vontade.

- Melhor assim, então, com prazer tudo fica mais fácil. E você acha que você vai agüentar? O Capitão é grandão.

- E minha mãe acha que é muito difícil?

- Pra tirar o cabaço, dói muito, mas depois é uma delícia. Te entrega, relaxa, que a dor dá lugar a muito prazer. Teu pai me enrabava muito e eu gostava. Até tenho saudades, de tão bom que era... Agora é tua vez e fico satisfeita que seja com o Capitão.

- E como é que vai ser, mãe? Ele vai me namorar?

- E o Capitão lá é homem de namorar! Ele quer tirar teu cabacinho hoje, diz que vai ser a noite de núpcias de vocês. O Fabinho vem te buscar e você vai se mudar pra casa do Capitão.

- Mas assim tão rápido?

- Esperar o que, pra que? Tem mais, o Capitão quer que eu me mude pra aquela casa nos fundos da casa dele. Assim, eu fico perto de você e vamos evitar comentários. Amanhã ele já quer que eu assuma os serviços da casa, ele vai mandar a empregada embora pra não ter estranhos circulando pela casa.

- A coisa é séria mesmo, mãe.

- É filho, você vai ser fêmea do Capitão.

- É melhor então eu arrumar minhas coisas.

- Felicidades na tua nova vida, meu filho. Obedece o Capitão e tenha muita coragem. Você vai precisar ter muita coragem pra enfrentar tudo que te espera.

Quando o Fabinho chega pra me buscar, eu já tô pronto. Tô excitado pra caramba, não sei como tô agüentando esperar. Eu me lembro das olhadas do capitão, do tesão que tenho por ele, e fico todo ouriçado. Carregamos as coisas no carro. Não é muita coisa. No caminho, conversamos. Nós nunca fomos muito amigos, mas ele me trata super bem.

- E daí, Fabinho, você tá de acordo com o que tá acontecendo?

- Chegou a tua vez, Jorginho. Ele vai te foder como ele faz comigo. Te prepara. Ele tá fissurado na tua bundona e pra tirar teu cabacinho.

- Quer dizer que ele te come? Mas ele é teu pai!

- E daí? Eu adoro. Você não vê que tem dia que eu chego na escola sem poder sentar direito, ou então, nem posso ir, o pescoço todo chupado? Meu cuzinho fica rasgado e ardendo de tanto levar o cacetão do meu pai no meu rabo. Ele já tá de olho em você, faz tempo. E hoje ele tá a ponto de bala. Faz uma semana que eu tô todo arrebentado e não posso dar pra ele. Ele tá doidão pra meter o cacete na tua bundona.

- Eu também tô com o maior tesão nele. E você, não se importa?

- É coisa de macho, ele encasquetou com você e enquanto não te comer, não vai ter sossego. Ele é louco por um cuzinho. Sabe aquela história que macho não pode ver um rabo de saia? Ele é louco por um cu de viadinho novo. Foi por isso que minha mãe foi embora. Ele queria comer o cu dela e ela não quis. Ele queria comer ela todo dia e ela dizia que o cacetão dele machucava o útero dela e não agüentou mais.

- E por que ele não arrumou outra mulher?

- Porque desde que ela foi embora eu sou a fêmea dele. Ele me iniciou e me ensinou tudinho. E eu adoro. É uma delícia levar aquele puta cacetão no meu cuzinho. Eu gozo que nem louco e faço ele gozar pra caramba também. Ele me fode quase todo dia, às vezes mais de uma vez por dia.

- E você não vai se importar mesmo que eu fique com ele?

- Ele já me arranjou outro macho, o Tenente, você conhece ele, aquele loirão, bonito.

- Conheço sim. Parece um artista de cinema.

- Esse mesmo.

- Pra te dizer a verdade, sou mais chegado num negão. Mas ele é interessante.

- Ele vai lá em casa mais tarde. Vou dar pra ele hoje.

- E você tá gostando?

- É claro. O que eu gosto mesmo é de pica no rabo e o Tenente tá louquinho por mim.

- Não tem nada que a gente possa fazer. Nossos machos mandam e nós obedecemos.

E nós dois rimos. Chegamos na casa do Capitão e descarregamos as coisas. O Capitão tem uma casa grande, bonita, bem confortável, num terreno amplo, sem vizinhos por perto. Perto da minha, aquela casa é um palácio. O Fabinho me instala num dos quartos, uma suíte. Ele me mostra tudo.

- Aqui, é o quarto do casal. É aqui que você vai entrar no cacete e perder teu cabacinho.

É uma bela suíte, com uma puta cama de casal. Voltamos pro quarto do Fabinho.

- Vou te ensinar a fazer uma limpeza no teu cuzinho.

- Eu já li alguma coisa a respeito disso, mas nunca fiz.

- Se você não fizer, suja o cacete do teu macho. Cada vez que você for ao banheiro ou teu macho encher teu cuzinho de porra, você faz uma higiene íntima. Meu pai vai te querer sempre pronto pra levar vara.

E ele me mostra como se faz. Tem uma dessas duchas higiênicas que facilita a limpeza.

- Tem mais uma coisa, vem cá.

No quarto dele, ele abre uma gaveta, com um monte de calcinhas de mulher.

- Quer dizer que é assim que ele gosta? De calcinha de mulher?

- É, calcinha e tudo o mais.

- Tudo o mais?

Ele abre uma parte do armário e me mostra corpetes, babydolls, camisolinhas, sandalinhas, cintas-liga, meias calça, sapatos, sandálias, vestidinhos, sainhas e um monte de apetrechos.

- Você vai ser a mulherzinha dele hoje. Vamos nos preparar. Daqui a pouco nossos machos vão chegar.

Fábio me dá uma camisinha e manda eu por no pau.

- É pra não sujar a cama, o sofá, o tapete, onde quer que teu macho esteja te comendo, na hora que você gozar. Se precisar mais, tem lá no quarto de vocês.

Eu coloco uma calcinha branca, de uma rendinha bem delicada, fio dental, que entra toda no meu reguinho. Ainda bem que meu pau é pequeno e cabe dentro dela. Minha bundona fica toda de fora.

Por cima, coloco um vestidinho branco, tomara que caia, bem rodado do busto pra baixo e uma sandalinha de salto alto, também branca. O Fabio dá uma ajeitada no meu cabelo e me dá um perfume e um gloss pra passar.

- Jorginho, você tá lindo, ou melhor, linda. É tua primeira vez e você tem mesmo que usar branco.

Dá uma voltinha, faz o vestidinho levantar, assim... isso. Tá ótimo. Ele vai adorar. Vai ficar com tanto tesão que vai te lascar inteirinha. Ele diz que eu sou a neguinha dele e você vai ser a loirinha. E ele tá doido pra meter a varona preta dele na tua bundinha branquinha.

- Pô Fábio, do jeito que você fala, eu tô ficando com medo.

- Que medo, que nada, você tá doidinha pra levar um cacete no rabo. Tá querendo muito. Eu também sou assim, sempre doido pra dar o cuzinho. E você vai adorar. Eu vou por uma vermelha, já perdi meu cabacinho faz tempo. Vermelha de tesão. O que você acha?

- Ficou linda. O Tenente vai adorar. Coloca essa mini blusa tomara que caia aqui, ó.

- Legal. Minha bunda é muito pequena.

- Não é nada disso, a minha é que é muito grande. A tua é arrebitadinha, redondinha e essa tua cor de café com leite deixa os caras loucos. Teus peitos são bem maiores que os meus, bem grandes e esses teus beições, leva os caros à loucura. Ainda bem que nós não somos musculosos e temos cinturinha de mulher, sem nenhum pelo no corpo, do jeito que os machos gostam.

- É, os machos adoram. E nós adoramos eles também. Aqueles corpões musculosos, coxas grossas, cacete grande. Ufa! Fico até excitado só de falar. Vamos tomar um lanche e depois eu vou te mostrar uns vídeos bem legais.

Vamos pra cozinha, tomamos um lanche e depois ficamos vendo vídeos gays de sacanagem no computador. Cada puta trepada de homem com homem que tira o nosso fôlego. Eu nunca tinha visto e nem imaginava as coisas que os caras faziam.

- Cara, cada puta cacete. Eu nem imaginava que podiam ser deste tamanho.

- Você vai ver um hoje, Jorginho, ao vivo e a cores. Vai ver a coisa preta.

- E você vai ver a coisa loira, Fabinho.

Nós dois estamos rindo quando o Capitão chega e fica parado na porta do quarto. Ele fica um puta dum tesão de farda. Eu já não tenho mais medo e sim muito tesão por ele. É a primeira vez que fico frente a frente com ele. Ele me examina todinho, com aquele olhar de quem vai me devorar.

- E aí, Jorginho. Chegou a hora da gente se conhecer intimamente.

E dá uma pegada forte na mala.

Eu gaguejo, fico nervoso, com um frio na espinha, tremendo de cima em baixo, com a boca seca como um deserto, mas tesudo...

- O-o-o-lá, Ca-capitão.

- Não precisa ficar com medo não, menina, vai dar tudo certo, você vai gostar. Fabinho, o Tenente chega daqui a pouco. Pelo que vejo, as meninas estão felizes, rindo muito e já estão prontas pra entrar no cacete. Vai voar caco de cu nessa casa hoje. - Vem, vem minha menina, vamos pro nosso quarto, vamos começar a nossa noite de nupcias.

Eu me levanto e vou em direção à porta.

- A menininha tá gostosa pra caralho. Noivinha virgem, de branco. Daqui a pouco teu cabacinho já era.

Eu saio do quarto e vou em direção ao quarto do Capitão. Ele vem atrás de mim. Quando chegamos na porta do quarto, ele me pega no colo e me leva pra dentro, pro abatedouro. Eu seguro no seu pescoço e ponho minha cabeça no seu ombro largo. Que puta negão forte. Pareço uma boneca nos braços dele.

- O macho tem que carregar a noivinha no colo pro quarto na noite de núpcias.

Ele me põe na cama e fica em pé bem ao lado.

- Você sabe o que te espera?

- Sei sim, Capitão. Eu vou ser a fêmea do Capitão.

- E pra ser a fêmea do Capitão, o que vai acontecer aqui?

- O Capitão vai tirar meu cabacinho e me comer.

- Isso e muito mais. Eu não vou tirar teu cabacinho, eu vou arrancar o teu cabacinho e vou te foder muito, te enrabar com toda a força, pra estourar o teu cuzinho, você não vai conseguir sentar depois que eu te foder. De hoje em diante eu sou o teu macho.

- Vou adorar satisfazer meu macho, Capitão.

- E você não deve me chamar mais de Capitão. Você é minha fêmea agora. Me chama de Edu, de Eduardo ou de amor. Só me chama de Capitão quando a gente estiver fora aqui de casa ou na frente de estranhos.

- Sim, Edu, meu amor. Tudo o que o meu macho mandar.

- Assim é que eu quero. Obediente e aprende rápido.

Ele começa a tirar a farda, sempre me devorando com os olhos. Ele tira a camisa. Caramba, que puta peitão gostoso. Ombros largos, peitões, barriga bem definida, só com uma fileirinha de pelos que entra dentro da calça, no caminho da felicidade. Eu tô vidrado naquela cena. Meu negão tirando a roupa ali, na minha frente. Ele se senta na cama e tira os coturnos e as meias. Fica de pé novamente, desaperta o cinto e tira a calça, ficando só de cueca, uma boxer branca, que mostra um volume enorme, o cacetão todo aparecendo. As pernas são longas, bem torneadas, grossas, maravilhosas. Ele tira a cueca. Minha nossa, mole, aquela coisa preta chega quase até o meio da coxa do capitão, em cima de um sacão enorme. Os pelos são bem enroladinhos. Fico tonto com aquela visão do paraíso e não consigo desgrudar o olho.

- Tá gostando, né, minha loirinha? Tô vendo que você é chegada mesmo, teus olhinhos azuis tão brilhando. Tá gostando do cacetão do negão, daqui a pouco ele tá duraço, pronto pra te foder bem gostoso. Vem cá, vem, já te mostrei o meu material, agora é tua vez.

- Tô adorando, amor. Você é lindo! Eu cansei de te imaginar pelado, mas você é maravilhoso, que corpão gostoso.

Ele se senta na cama e fica me devorando com o olhar, pegando no pau. Eu fico em pé na frente dele.

- É todinho teu, meu anjo e eu nem vou tomar banho. Quero que você sinta meu cheiro e meu suor e guarde na tua memória. Vai ser o cheiro do teu macho. Agora dá uma voltinha pra eu ver o resto, tô mais interessado é na parte de trás, a melhor.

Dou uma voltinha, levantando o vestidinho, do jeito que o Fabinho me ensinou.

Fico de costas pra ele. Tô tremendo inteirinho. Ele começa a passar a mão pelas minhas coxas e vai levantando o vestidinho.

- De calcinha, mostrando o rabão. Puta bundona empinada, carnuda, muito maior que a do Fabinho, pele branquinha que nem leite, coxas grossas, nenhum pelo no corpinho, Ele se levanta e me agarra por trás, me encoxando e se esfregando em mim, aperta os meus peitinhos. Sinto o corpo quente dele se colar no meu, aquela coisa grande e dura se esfregar na minha bundona macia. Chupa meu pescoço, morde. Suspiro, fico com a respiração entrecortada, me arrepio todo, de tanto tesão e, instintivamente, arrebito minha bundona de encontro ao cacetão dele e sinto seu cheiro. Ele tem razão, é um cheiro de macho, um cheiro forte de suor, excitante.

- Cinturinha de menina, tá usando o perfume que eu gosto nesse corpinho gostoso.

Ele me vira de frente pra ele e vai tirando o vestidinho devagarinho. Eu descalço as sandalinhas e ele pega nas minhas tetinhas.

- Que tetinhas gostosas, os mamilos já tão durinhos, tá no ponto, é só encostar o cacete que você fica toda arrepiadinha e já vai arrebitando a bundona, pronto pra levar minha pica no teu rabão. Assim é que eu gosto.

Ele me abraça, pega e aperta minha bunda com força, os dedos grossos descem pelo meu reguinho e sinto a ponta de um dedo roçar minha rosquinha. Eu não posso me conter e me contorço todinha. É uma sensação nova pra mim, deliciosa.

- Hummmm, puta bundona gostosa. E a minha menininha é tesuda. Encosto e você já se mexe toda. Adoro esse teu cabelo louro todo anelado, teus olhinhos azuis, essa tua pele branquinha, esse teu jeitinho de princesa. Que delícia! Vou tirar teu cabacinho e vai ser já, já. Meu cacete já tá duraço de tanto tesão. Vou meter meu cacetão no teu cuzinho e te encher de porra. Você vai levar muito cacete nesse cuzinho virgem.

- Ai, amor, que gostoso. Eu nunca senti essa sensação antes.

- Dá uma pegada aqui pra sentir a pica do negão. Você vai ter que agüentar todinha no teu cuzinho. Pega.

O tarugão do meu Capitão já tá duro feito aço, empinadão. Eu tô vidrado. Vejo pela primeira vez aquela maravilha. É maior ainda do que eu imaginava. O maior caralho do mundo! (ou pelo menos parece, aos meus olhos de menino virgem, mas deve ter uns 20 cm), mais grosso que meu punho. Uma tora imensa, larga, negra e dura, coberta de veias latejantes, com uma cabeçona que parece um cogumelo, toda babona. Dou uma apertada, acaricio, inicio uma punheta e ele geme.

- E ela sabe pegar. Gosto da tua pegada. Você já é chegada num cacete e agora vai levar o meu no teu cuzinho.

Ele vai me arrebentar, me deixar igual ao Fabinho. Ele segura e balança aquela massa de nervos, preta igual carvão, aquele torpedão de ferro. Ele me joga de bruços na cama e vem por cima de mim. Seu corpão envolve todo o meu corpinho. Ele abre bem minhas pernas com as dele e põe o cacete no meio, raspando no meu reguinho. Ainda com as pernas, ele fecha as minhas, prendendo aquela picona melosa no meio das minhas coxas. Ele se empina e começa a mexer o cacete com os quadris. Depois se deita sobre mim, mexendo só os quadris, movendo o cacete no meio das minhas coxas. Ele beija meu cangote, morde e chupa meu pescoço, enfia as mãos por baixo e aperta minhas tetinhas. Eu gemo de tanto tesão.

- Ai, ai, ai, tá gostoso. Sentir o teu corpo sobre o meu. Puta macho gostoso que você é, amor.

- Você também é muito gostosa, meu anjo loiro. Tá me deixando doidão de vontade de te foder. Puta corpinho gostoso. Mexe a tua bundona, mexe, gostosa.

Eu começo a mexer, forçando minha bunda contra o cacete dele.

- Assim gostosa. Mexe, rebola. Caralho, que corpinho. Você vai ser minha, vou te possuir todinha.

- Vem, vem meu macho, vem que eu te quero. Quero você todinho. Vem amor, vem.

Ele me deita de costas na cama e se deita em cima de mim. Eu abraço ele com força. Entrelaço minhas pernas nas dele. Rebolo meus quadris e aperto minhas coxas no cacete dele. Eu tô cheia de tesão. Beijo seu rosto, seus ombros, mordo. Vou dar pra aquele homem gostosão, que eu acho lindo. É tudo o que eu sempre quis e agora vou ter.

- Você é muito gostosa. Vou te estraçalhar, minha loirinha, arrancar teu cabacinho, te deixar sem prega no cuzinho. Vai ter que agüentar o cacetão do negão, meu anjo loiro. Vou meter ele todinho no teu cuzinho virgem.

- Eu te quero, amor. Quero você todinho dentro de mim, me faz tua fêmea, me fode, amor, mete o teu cacetão em mim, mete.

Eu já estou excitadíssima. Meu cuzinho pisca de desejo e de vontade, com um fogo que arde por dentro. Ele passa a mão por todo o meu corpo, me beijando no pescoço, pegando na minha bunda, apertando, roçando o dedo no meu cuzinho. Eu o abraço bem forte, beijo seus ombros, seu pescoço. Ele geme de prazer, de tesão. O pau dele vibra no meio das minhas coxas. Meu tesão tá a 1000. Puta dum negão forte, gostoso, passando aquelas mãozonas pelo meu corpinho. Que delícia! Desse jeito eu dou conta de qualquer cacete. Ele chupa meu pescoço, desce aqueles beições pelo meu colo e começa a segurar, a morder, a mamar sofregamente nos meus peitinhos com aquela bocona enorme. Eu pego a cabeça dele e forço ainda mais contra os meus peitinhos, ou melhor, minhas tetinhas.

- Puta tetinha gostosa, os mamilos tão durinhos. Você é muito gostosa. Uma pele deliciosa.

E ele mama, morde meus peitinhos, me dando um tesão imenso. Eu não agüento mais e faço ele se deitar de costas e começo a beijar ele no pescoço, vou descendo, segurando, apertando, beijando, mordendo seus peitões, um de cada vez e começo a descer pelo caminho do prazer. Vou mordendo, sorvendo aquele corpão maravilhoso. Ele geme de prazer, urra.

- Gostosa, safada, que tesão, chupa minha pica, chupa. Mama no cacetão do teu macho, mama só com os lábios, se encostar os dentes leva porrada.

Engulo a cabeçona, aquele cogumelo gigante e ponho meus lábios em volta da glande. Apesar de ter uma bocona, o cacete é muito grande e eu nunca vou conseguir engolir ele inteirinho. Chupo, mamo na cabeçona e consigo ir até um pouco mais abaixo, até o cabeção encostar na minha garganta. Perco o fôlego até me acostumar, mas continuo mamando com vontade. É muito gostoso, sentir um cacete de macho na minha boca. Meu pau parece que vai explodir dentro da calcinha. Ele me segura pela cabeça e força contra o seu cacetão, me sufocando. Fica alisando meus cabelos, que ele adora. Passa aquelas mãos enormes pelos meus ombros, apertando, acariciando. Que puta tesão.

- Sua putinha, tá doidinha pra levar pica no rabo, né? Essa noite teu cuzinho vai ser meu! É a nossa noite de núpcias e o teu maridão vai tirar o cabacinho da noivinha.

- Tô, amor, tô querendo muito levar o teu cacetão no meu cuzinho. Me fode, amor, me fode, me enraba gostoso. Sou tua noivinha cabacinho, eu me guardei todinha pra você. Faz tempo que tô querendo dar pra você, amor.

- Assim é que eu gosto. Doidinha pra levar vara. Mas eu quero te dar um trato primeiro, senão você não vai agüentar.

Ele me deita na cama monta na minha cabeça, levanta minhas pernas e afasta a tirinha da minha calcinha, enfiando a cara na minha bunda e metendo a língua no meu cuzinho, enquanto esfrega o caralhão na minha cara.

Fica de quatro em cima de mim, num 69. Quase perco a consciência, me entrego ao cheiro poderoso daquele macho. Cheiro de suor, de urina, de macho. A sensação da linguona dele entrando no meu cuzinho me deixa louca e daqueles beições raspando na minha bunda é indescritível. Meu botãozinho amedrontado relaxa e logo sinto sua língua no canal do meu cuzinho, indo fundo, me chupando... Começo a gemer de prazer com aquilo.

Ele enfia em mim o queixo forte, me arranhando com a barba por fazer, mordendo. Parece que vai me devorar inteira, começando pela bunda. Enquanto isso o cacetão, mais grosso que meu braço, me lambuza de mel desde os cabelos até os peitinhos, indo e vindo. Eu agarro ele e abocanho, chupo, mamo, beijo e lambo aquela tora maravilhosa, engulo o leite quentinho. Eu tô completamente entregue àquele macho! O Capitão morde minha bunda todinha, abocanha ela com aquela bocona, lambe meu reguinho enfia o indicador, meu cuzinho suga o dedo dele pra dentro, com uma voracidade assustadora, prensando, apertando o dedo dele. Ele faz movimentos circulares no meu cuzinho, que parece uma flor, estufadinho, enfia dois, três no calor úmido das minhas entranhas, massageando a minha próstata pulsante, abrindo pelos lados o meu cuzinho virgem. Eu rebolo, gemendo. Mete a língua de novo, meu cuzinho morde a ponta dela, ele abre minha bunda com força, deixando meu cuzinho todo esticado, enquanto sua língua entra e sai, cada vez mais fundo, cuspindo dentro e me arrancando gritinhos de prazer. Eu deliro de tanto prazer. Aqueles beições raspando nas bordas do meu cuzinho. Eu me contorço de prazer, mamo aquele torpedão de amor na minha bocona.

- Ai, amor, que gostoso, que linguona gostosa. Mete no meu cuzinho, tá gostoso. Ai, ai, ai, ui, ui, ui, uau.

- Você tá no ponto, minha noivinha, lá vai cacete no teu rabinho. Tô doidão pra tirar teu cabacinho e você louquinha pra levar no rabo.

Ele vira meu corpo de um só golpe, me pondo de quatro, dá uma cuspidona no cacetão, afasta a tirinha da minha calcinha, abre bem minha bunda e encaixa o cabeção no meu cuzinho babado. Apavorado, fecho com força meu buraquinho amedrontado pra não deixar ele entrar.

- Não! Vai doer! Teu cacete é muito grande, amor.

- Te entrega que dói menos. Eu vou meter e arrancar teu cabacinho de qualquer jeito, então é melhor você se abrir todinha, minha noivinha.

Que remédio. Cedo, respiro fundo e o meu anelzinho se abre em volta do cacete gigante. É o meu destino de viado, de fêmea, de mulher. O cabeção entra, triunfante. A dor é terrível e eu grito.

- Aaaaaaaaaaiiiiiiiiiiiii, aaaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiiiii, aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, ai, tá doendo, amor, tá doendo.

- Geme no cacetão do negão, geme minha noivinha. Eu te avisei que ia arrancar teu cabacinho e já arranquei... Agora vou meter o resto todinho nessa bundona gostosa. Você agüenta. Tua bundona foi feita pra levar cacete. Sou teu macho e você tá aqui pra me servir. De quem é esse cuzinho? Hein, minha menininha?

- Ele é teu, amor, todinho teu. Pode meter, amor!

Quando eu acabo de falar ele já tá todo dentro, os pentelhos duros arranhando a pele lisa da minha bunda. A dor é tão forte que se transforma em prazer, um êxtase louco de submissão total ao macho. Ele me morde na nuca, nas orelhas. Dói, mas gosto de ver como eu deixo aquele macho louco. É incrível o tesão dele em me descabaçar.

- Há muito tempo eu tô de olho em você minha noivinha, esperando pra te foder. Nunca comi uma bunda tão tesuda como a tua. Nem a do Fabinho. Mas teu cu é mais apertado que o dele, e mais quente. Tá gostando do meu cacetão todinho dentro de você, tá?

- Ai, tá bom demais. Mete gostoso, amor. Mete mais, mete tudo em mim. Teu cacete é uma delícia. Mete na tua noivinha, mete meu macho gostoso.

- Agora você vai ser minha nova garota, vou te ensinar tudo, como fiz com o Fabinho. Quer aprender a fazer teu macho gozar?

- Quero! Vem, me fode com esse caralhão maravilhoso!

- Joga as cadeiras pra frente, assim... Rebola, assim... Você aprende depressa. Aperta ele lá dentro, não deixa sair. Ah menina, que bucetinha gostosa você tem... Isso, agora segura firme o cabeção com o teu cuzinho, não deixa escorregar pra fora. Isso... Você me deixa louco! Beija a chapeleta com o teu biquinho, beija. Assim... Agora joga os quadris pra trás que eu vou meter tudo de novo... Viu? Você engoliu ele todinho, até o talo.

Eu quase desmaio, é como um raio me rachando por dentro, uma explosão de estrelas e quando eu vejo, tô gozando, a porra esguichando do meu pau, dentro da camisinha. Eu nunca tinha gozado tanto. Gozei pelo cu, sem nem triscar a mão no meu pau.

- Gozou, né sua safada? Gozou pelo cu, de tanto levar no rabo. Você gosta mesmo é do cacetão do teu macho no rabo. Então toma, toma, toma. Puta que pariu, minha putinha, teu cu tá estrangulando meu pau... Que apertado... Adoro um cuzinho virgem...

Aquela rocha escorregava pelas minhas pregas em brasa, mas doidas pra continuar sendo esfoladas por aquele cacete. Ele continua tirando e botando tudo, devagar. O cacete dele é tão grande que leva um tempão pra sair, aí ele gira o cabeção, dentro da rosquinha, em parafuso e mete de novo, devagarinho, cada veia saltada se fazendo sentir ao passar pelo meu anel deliciosamente esticado, tremendo de tesão por aquele macho, meu dono, amo e senhor. Meu Capitão...

- Ai, amor, eu sempre quis dar o cu, mas nunca imaginei que fosse tão bom. Não tá doendo mais. Mete fundo, vem. Isso. Mais forte. Ai! Assim dói... Ai que bom! Mais rápido. Ai fode meu cu! Come a tua femeazinha...

Eu gemo gostoso feito uma cadela no cio, enquanto ele bate o sacão na minha bunda. A cada estocada metendo mais fundo, me fazendo gozar de novo, de novo, eu não paro de me contorcer e esporrar feito um potranquinha no cio. Plaf! Ele começa a me estapear bem forte na bunda. Ui! Me torce os bicos dos peitos, Aaaaai! A cama toda balança no ritmo louco da nossa foda. O meu Capitão tira o cacetão e me vira de barrriga pra cima. Me sinto vazio, terrivelmente vazio, um ar frio entra pelo meu buraco arrombado. Quero mais.

- Mete de novo, amor! Quero sentir teu caralhão dentro de mim outra vez, tua mulherzinha tá esperando.

Ele puxa minhas pernas pra cima e aponta a vara para o meu cuzinho faminto.

- Quer que eu te coma no espeto, minha noivinha, quer?

Ele fica me olhando, sacana, passando a língua nos dentes enormes e muito brancos, como o lobo mau diante do cordeirinho.

- Quero! Me come, meu lobo!

Ele fica tirando sarro, esfregando o cabeção na entrada, sem meter, deixando minha xotinha completamente ouriçada e louca.

- Você quer, neném? Quer?

E eu jogo o corpinho pra frente pra tentar abocanhar a pica com o meu cu. E ele negaceia, curtindo com a minha cara.

- Quer pica? Então vem pegar...

- Não faz isso comigo, amor, vem meu garanhão, vem, tua fêmea tá te esperando, vem...

Quando eu menos espero, ele mete tudo de uma vez, entra arrebentando. Grito de dor e de prazer, meu cu rasgado, mas triunfante, de novo entalado até a alma com o caralho do meu macho. Ele começa a bombar. Eu me mexo como uma louca. Agarro seu corpo e puxo pra que ele enterre aquele trolhão cada vez mais fundo dentro de mim. É um vai-e-vem delicioso, sinto o pau dele deslizar dentro do meu cu, que sensação gostosa!

- Não pára, amor, não pára, mete com força, enraba tua mulherzinha, fode tua putinha.

Gozo infinitos jatinhos de porra. Isso o deixa ainda mais tesudo! Ele viaja vendo as pregas do meu cuzinho rosado ao redor do seu cacete, esticadinhas e deixando seu cacete brilhante, lubrificado pelo meu cuzinho, quando ele puxa o pau pra fora. Castiga uma saraivada de estocadas profundas no meu rabo e o cabeção bate cá dentro, no meu coraçãozinho disparado de menino enrabado pela primeira vez. Mete o linguão na minha boca, suga, me beija, um beijo ardente, longo. Meu primeiro beijo e naquela bocona enorme, beiçuda. Jamais vou esquecer a sensação daquele macho sobre mim, me olhando dentro dos olhos, me desejando, beijando meus lábios, mordendo minha língua, socando o pau em mim. Sinto seu saco dando tapas na minha bunda.

Eu o agarro, me abraço ao meu macho. Ele torce os bicos das minhas tetinhas, morde o meu pescoço, os pés, as orelhas, enquanto me fode com força e violência, sem parar. Meu cu arde de tanto levar aquele cacetão imenso, bem fundo, em todas as direções. Eu rebolo de prazer, forço meu corpo contra o cacetão do meu macho. Ele pára, lá no fundo, estremece todo e começa a gozar. Sinto o caralho crescer, endurecer ainda mais, vibrando, e aí uma onda de energia sai da base da pica, descendo por dentro do meu cu, até explodir num jato de porra escaldante, plantando no meu âmago a sua semente. Sinto a porra quente dele me preenchendo. São tantos jatos que perco a conta e eu também começo a gozar. Os dois juntos, eu guinchando feito uma cadela, ele urrando como um leão. Quando se recupera, ele diz no meu ouvido:

- Você é muito gulosa. Dá o cu muito gostoso. Foi uma puta duma gozada gostosa. Você me fez gozar muito gostoso. E gozou muito também, sua cadelinha. Vou te querer todo dia, toda hora.

- É você amor, que me fez dar gostoso, me deixou muito tesuda. Meu macho delicioso. Adorei, adorei. Eu quero mais, mais, mais.

- Vai ter, meu anjo. Vou te arregaçar, estourar esse cuzinho guloso de tanto te foder. Você agora é minha. Eu vou te querer muitas e muitas vezes. Esteja sempre pronta, porque eu posso querer me servir de você a qualquer hora. Você é minha fêmea, você agora é minha, é minha e ninguém tasca. E agora, vai se lavar que eu quero te foder de novo.

Tô adorando dar o cu pro Capitão e tô adorando essa idéia de ser a fêmea do meu macho delicioso. O Fabinho tem razão. Um cacetão metido no rabo é uma delícia. E o meu Capitão é bom de cama e de pica. É muito gostoso e eu quero mais, muito mais.

Vou me lavar direitinho e volto pro quarto. Ele me fode de tudo quanto é jeito. De quatro, no espeto, papai e mamãe, de ladinho, mete muita porra no meu cu. E eu gozo pra caramba também. Ele mal começa a me foder e eu já tô gozando. Tenho que me lavar mais duas vezes na nossa noite de núpcias. De manhã, quando acordamos, ele me faz fazer uma chupetona, mamar muito no cacete dele, chupando aquela vara deliciosa que me fez mulher. De repente, sinto o caralhão crescer ainda mais, vibrando, e cubro a ponta do cabeção com os lábios pra mamar a porra que esguicha quente e grossa, deliciosa... Bebo cinco jatos de porra tão grandes que escorrem pelos cantos da minha boca, me melando todo. É a primeira vez que eu provo o sabor de um macho. E adoro. Levantamos e vamos pra cozinha tomar café.

O RELATO DO FABINHO

Jorginho e meu pai foram para o quarto deles. Eu tô ansioso pra caramba. Não vejo a hora do Tenente chegar. Puro fogo no rabo! Eu tinha ficado um pouco chateado por meu pai ter ficado com o Jorginho, mas ele tá fissurado nele e não tem nada que eu possa fazer. O Tenente é um tesão e pelo que eu pude sentir do cacete dele, deve ser uma delícia. Talvez seja mais fácil de agüentar que o do meu pai e por mais tempo. Pra dizer a verdade, eu sou viciado num cacete de macho no cu. Adoro levar um cacete no rabo. E eu sou chegado num loiro, adoro loiros, talvez por eu ser moreno. Na rua e na escola eles são os que chamam a minha atenção. De repente, escuto o Jorginho gritar muito. O cabacinho dele já era. Já tá levando o cacetão do meu pai no cuzinho. Fico mais excitado ainda.

Vou pra sala esperar o meu Tenente. Quando ele chega, fico ouriçado pra caramba. Quando ele entra, fico vidradão nele. Tá vestido bem esporte, com um jeans apertado, deixando ver o cacete dele jogado meio de lado. Ele tá bem à vontade.

- Pô, é assim que você recebe teu macho, quase peladinha?

- Você não gosta, amor?

- Adoro. Essa calcinha vermelha te deixa mais gostosa ainda. Eu nunca tinha te visto sem roupa. É muito melhor do que eu imaginava.

Eu dou uma voltinha pra ele.

- Você é muito gostosa, minha neguinha. Teu corpinho é uma delícia, tua bundinha arrebitadinha, redondinha.

Eu levanto minha blusinha e mostro meus peitos pra ele.

- Caralho, teus peitinhos são de fechar o comércio.

Eu tiro a blusinha, seguro meus peitinhos com as duas mãos, empinando eles e ofereço.

- São teus, amor.

Ele pega neles por baixo e segura nas suas mãos, apertando. Se abaixa, chupa e morde cada um, com força, me arrancando suspiros de prazer. Deixa marcas dos seus dentes por tudo. Eu seguro sua cabeça contra meu peito, sua barba por fazer raspa meu peito. Que delícia.

- Ai, ui, ui, que tesão, amor. Chupa minhas tetinhas, chupa, amor, morde, me marca, põe a tua marca em mim.

E ele morde, deixando mais marcas de dentes nas minhas tetinhas. Eu gemo de tanto tesão.

- Ai, ai, ai, ai, aaahhh, aaahhh, aaahhh.

Ele me abraça e eu me achego nele, enfio a mão na sua camisa e começo a acariciar os peitões dele. Ele é peludo e eu gosto. Vem com tudo e eu tô com tudo também. Tô doido pra dar pra ele. Ele me agarra e me dá um beijo ardente, molhado, língua contra língua. Ele vai me deitando no sofá e fica em cima de mim. Eu abraço ele com força, trazendo ele mais e mais pra junto do meu corpo. Ele é cheiroso.

Ele me acaricia por todo o meu corpinho, me levando ao êxtase. Eu começo a tirar a roupa dele. Enquanto ele me beija, vou desabotoando a camisa, o cinto dele. Eu abraço o seu tórax delicioso.

- Minha moreninha, faz tempo que tô fissurado em você. Você é muito gostosa.

- E você é gostosão, Caio. Tô muito a fim de você também.

- Que bom, a fome com a vontade de comer. Eu tô doidão pra te comer gostoso e você tá com fome de cacete no cu.

- Tô, Caio. Muito. Pelo teu cacete, gostosão.

Ele se levanta e tira a roupa toda, ficando só de cueca branca. A pressão do cacete duríssimo é tanta que parece que a cueca vai rasgar, a barraca tá armada. Dá pra sentir o cacetão dele pulsando lá dentro. Eu me sento no sofá e vou tirando a cueca dele, bem devagarinho, descobrindo um cacetão lindo e imenso. Caramba! Uau! Nem nos filmes de sacanagem eu tinha visto um tão grande como o cacete do meu macho. Imenso, grossão. E eu que pensava que o cacete do meu pai era grande. Vermelhão, lisinho e com uma cabeçona roxa. Perfeito, maravilhoso. Vai engrossando ainda mais da ponta pra base. A base é tão grossa que eu não acredito. Os pentelhos estão aparados, deixando livre aquele torpedão de sexo e amor. Tem um sacão também vermelho. Tô vidradão naquele monumento ao sexo.

- Gosta? Vou meter ele todinho no teu cuzinho.

- É imenso, Caio.

- Tem só 23 cm por uns 8 cm, dependendo do tesão e do cuzinho que eu tô comendo. Com você eu tenho certeza que vai chegar ao máximo da grossura, bem inchadão dentro do teu cuzinho. Você me deixa com um tesão incrível.

- Eu nunca vou agüentar tudo isso.

- Agüenta, você agüenta sim. Você é doida por um cacetão.

- Se eu conseguir vai ser a glória.

- Vamos partir pra glória então, meu tesãozinho, quero meter ele no teu cuzinho bem gostoso.

Eu me levanto, pego, acaricio, inicio uma punheta no cacete dele. Ele geme.

- Gostoso, pretinha. Aaaahhhhhh. Aaahhhh, Aaaahhhi, ui, ai, que gostoso.

Ele me agarra e me dá um beijo que já começa bem quente, ardente. Perco o fôlego. Continuo a bater punheta pra ele. Minha mão não consegue abarcar toda a grossura do cacete do meu macho. Enquanto ele me beija, me acaricia por todo o meu corpinho. Ele me vira de costas e me abraça por trás, põe o pau no meio das minhas coxas, esfregando a torona no meu reguinho. Eu me requebro toda, esfregando minha bunda no cacete dele. Ele pega nos meus peitinhos e aperta, me beija no pescoço, na nuca, morde, chupa, lambe minhas orelhas. Eu me entrego, gemo de prazer, de desejo por aquele macho gostoso. Ele sussurra no meu ouvido.

- Você é muito gostosa. Vou te foder bem gostoso. Você quer sentir meu cacete no teu cuzinho, quer?

- Quero, Caio, quero muito. Quero dar bem gostoso pra você. Vem, vamos pro meu quarto que eu não agüento mais de vontade.

Ele me pega no colo e me leva pro quarto.

Ele me põe no chão, nós nos abraçamos bem apertado e ele me beija, longa e profundamente. Eu começo a beijar e mordiscar seu pescoço, seus peitos, e vou descendo pelo caminho da felicidade, sentindo seu cheiro, lambendo. Me ajoelho e beijo suas coxas, suas virilhas, seu saco, coloco as bolas na minha boca, primeiro uma e depois a outra. Meu macho geme, acaricia minha cabeça, minhas orelhas. Eu afago seu saco. Ele começa a passar a cabeçona vermelha e salgadinha no meu rosto, nos meus lábios. Eu estico a língua e começo a lamber aquela cabeçona, passando a língua pela dobra da cabeça, chupando e beijando a pontinha do pau dele. Eu arranco gemidos dele.

- Puta boquinha gostosa. Esses teus beições, que delicia. Me chupa, minha neguinha, chupa o teu macho, chupa, me chupa gostoso.

Eu passo a língua por toda a extensão do cacete dele, até chegar na cabeçona e começo a por ele na minha boca, pouco a pouco, molhando bem e começando a mamar. Não chego nem na metade e o cacetão já tá na minha garganta. Seguro no talo com uma das mãos e bato punheta naquele cacetão imenso, enquanto eu mamo e bebo o leitinho daquela tora babona. Com a outra mão, acaricio seu sacão, suas coxas.

- Vai, mama, mama, neguinha, mama que tá gostoso. Ai, ai, ai, aaahhh, aaahhh, aaahhh, que puta mamada gostosa.

Ele pega na minha cabeça e começa a foder minha boca. Enfia o cacete até a minha garganta. Eu engasgo e tento me controlar, mas ele soca o cacetão na minha goela, sem descanso, cada vez mais rápido. Eu me agarro às suas coxas e chupo, mamo naquele cacetão vermelho. É uma delícia.

Ele arranca o cacete da minha boca, segura nele e começa a bater na minha cara.

- Assim, sua putinha, toma uma surra de pica, toma, toma.

E ele bate com força o cacetão na minha cara, esfrega a cabeçona pelo meu rosto.

- Bate, amor, bate na tua putinha. Me castiga.

Tô todo melecado do leitinho do meu macho que espirra por toda a minha cara, pelos meus cabelos. Ele me puxa pelos cabelos e me beija na boca. Um beijo ardente, língua contra língua, se digladiando. Me pega pela bunda e me traz pra junto do seu corpão. Eu me agarro nele, num abraço bem apertado.

- Ai Caio, que gostoso que você é. Tô louca pra dar pra você, amor. Tô adorando sentir teu corpo peludo raspando no meu, de ser castigado pela tua pica.

- Gosta de apanhar, né sua putinha, vem gostosa, vem que eu vou te foder bem gostoso. Fazer você gemer que nem uma cadelinha no meu cacete, vem. Você tem gel, aí?

- Eu nunca usei gel, mas com você eu vou ter que usar.

Ele se deita no tapete e eu começo a passar o gel no cacetão do meu macho. Passo em toda a extensão, aperto e massageio o cacete dele.

- Ai, que mãozinha gostosa da minha neguinha. Passa bastante na cabeça, amor. Dá aqui que eu vou passar no teu cuzinho.

Ele me faz ficar de quatro, com a bunda bem empinada, no tapete macio do quarto, se ajoelha atrás de mim e mete a língua salivando meu cuzinho, enfiando um, dois, três dedões no meu cuzinho, alargando ele, passando gel por dentro. Eu rebolo de tesão e de prazer.

- Ai, ai, ai, que gostoso, amor.

- Teu cuzinho é uma delicia, amor. Tá piscando de vontade de levar meu cacetão. Teu botãozinho tá estufado, cheio de preguinhas.

- Vai devagarinho, amor, senão eu não agüento.

- Vou te descabaçar de novo. Fecha bem o teu cuzinho, bem fechadinho, fecha, amor.

- Não, assim vai doer. Eu não vou agüentar.

- Tô mandando. Fecha o teu cuzinho senão eu meto tudo de uma vez e te estraçalho. Eu quero tirar as últimas pregas do teu cuzinho, pretinha, você vai gostar.

Eu obedeço e fecho meu cuzinho, bem trancado. Com gel não vai doer, eu penso. Ele esfrega aquela cabeçona no meu anelzinho, me dando um tesão louco só de pensar no tamanhão do cacete dele. Com o cacetão bem na minha entradinha, ele me segura pela cintura com força. Eu tô pensando que ele vai enfiar devagarinho, mas ele me puxa e enfia tudo de uma vez, com o meu cuzinho fechado, até o talo grossão do cacetão dele, sem remorso. O cacetão dele é imenso e demora pra entrar todinho, a dor é insuportável.

- Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiiiiiiii, aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaiiiiiiiii, aaaaaaaaaaaaaaiiiiiiiiii, aaaaaaaaaaaaaaaaaaaiiiiiiiiiii, tá doendo muito, amor, tira, tira, eu não agüento.

Tento fugir dele, mas ele me agarra com força, me puxa pela cintura, de encontro ao seu quadril, com o cacetão cravado no meu cuzinho.

- Assim sua putinha, geme no cacetão do teu macho, geme. Fica quieta e agüenta. Agora rebola e mexe gostoso.

Ele bate na minha bunda com força, estalando a mão enorme, bem aberta e, a cada vez que ele bate, eu reajo de dor e empino minha bunda mais pra trás, engolindo ainda mais o cacete dele. Dói muito. Ele não me dá tempo pra me acostumar e começa a tirar e por o cacete uma, duas, três, mil vezes, estocando, socando com força e violência, em todas as direções. Eu nunca senti uma dor igual.

- Aaaaaaaaaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiiiiii, aaaaaaaaaaaaaaaiiiiiiiiiiiii, aaaaaaaaaaaaaaiiiiiiiiiiii, tá doendo.

- Geme no meu cacete, sua cadelinha, geme. Teu cuzinho agora é meu. Tô te possuindo todinha, sua putinha. Já mandei você rebolar. Vai, rebola sua cadelinha, rebola no cacete do teu macho, rebola.

Ele me empurra e me puxa com muita força, tirando o cacete quase todo e metendo ele todinho de novo. Pouco a pouco eu relaxo e começo a me balançar pra frente e pra trás, sincronizando meus movimentos com os dele e deixando a foda mais e mais gostosa. Meu cuzinho tá alargado e aberto, vermelhinho. Ele mete com vontade. Eu mordo o tapete, empino e empurro minha bunda pra trás. O saco dele bate na minha bunda, dependurado, balançando pra lá e pra cá. Seu quadril bate na minha bunda. Meu cu se contrai, espremendo o pau dele, trancando e não deixando a cabeçona sair. Eu quase gozo de tanto prazer.

- Tá vendo como você agüenta, sua puta safada. Agüenta e gosta. De quem é esse cuzinho agora, responde, sua vagabunda.

- É teeeuuu amor, é teeuu. Tôoo goooostando, Caio, meeeete mais, meeeete amor. Me, me fooode, meete tudo que eu agüento, meeeete, amor. Aaaii, aaaii, aaaii, que gostoso.

- Soluça, suspira no cacete do teu macho, sua puta. Tá vendo como você gosta, sua safada? Toma, toma, leva minha pica no teu cuzinho, toma mais, toma.

E ele soca com força, me segurando, tirando e pondo. Aquele cacetão imenso leva uma eternidade pra entrar e sair. Subo aos céus e desço aos infernos a cada metida. Mas tá gostoso, como tá gostoso, começo a piscar e a morder o cacetão daquele macho delicioso, que tá todinho dentro de mim.

- Bem que teu pai falou. Você gosta mesmo de um cacete no rabo.

- Gosto, adoro, mete mais, mete com força, mete que eu agüento. É a glória, amor, tô agüentado teu cacetão inteirinho.

E ele castiga, metendo em todas as direções, tirando tudo e metendo de novo, até o talo. O talo do cacete dele é bem mais grosso que o resto e ele mete tudo e fica rebolando, me alargando. Estapeia minha bunda.

- Vai, gostosa, mexe, rebola no cacete do teu macho. Pisca esse cuzinho guloso, pisca no meu cacete.

E eu pisco, engulo, mexo, rebolo, balanço.

- Que gostoso, mete, amor, mete. Mete que tá gostoso. Puta macho gostoso.

E ele mete, sem dó, me agarrando pela cintura, me empurrando e me puxando, cada vez mais forte e mais rápido. O cabeção massageia minha próstata e eu tô quase gozando.

- Ai, amor, eu vou gozar. Não tô agüentando. Enche meu cuzinho de porra, enche meu macho gostoso. Goza dentro de mim, goza. Quero sentir você gozando dentro de mim. Vem, vem.

- Vamos gozar juntos. Tô gozando, Ai, que gostoso. Ele estremece, urra feito um louco, joga a cabeça pra trás, segura o cacete no fundo do meu cuzinho e ejacula, uma, duas, três, mil vezes.

Eu continuo rebolando e gozo jatos e mais jatos de porra na camisinha que eu tinha colocado. Mordo, aperto, sugo com meu cuzinho o cacete do meu macho, tirando até a última gota de porra do seu cacetão. Ele ainda geme e começa a tirar a tora do meu cuzinho. Cai deitado no tapete e me faz deitar no peito dele. Me beija. O beijo do macho satisfeito. Eu correspondo.

- Gozou gostoso, amor?

- Muito, muito gostoso. Você é muito gostosa. Me deu um puta dum prazer. Eu tava precisando, fazia tempo que não dava uma metida. E você, minha pretinha, gozou gostoso também?

- Muito, você é um puta dum macho gostoso e muito bonito também. Mas você foi muito sacana, me enganou.

- É, mas você agüentou e gostou. Rebolou bonito no cacetão do teu macho, né sua safadinha? E da próxima vez, vai ser só no cuspe, sem gel.

- Você vai me arrebentar, eu não vou agüentar.

- Vou te arrebentar sim, mas você vai agüentar. E não faz manha não que você gosta mesmo é de uma boa foda, de um bom cacete nesse rabinho gostoso. Tem uma bundinha gulosa, um cuzinho apertadinho, quentinho.

- Apertadinho?

- É, apertadinho. Agasalha bem um cacete.

- E eu que pensei que meu pai tinha me arrombado e deixado meu cu muito aberto. Agora vem você com esse teu cacetão imenso e me destrói. Minha sina é andar de perna aberta.

- Não reclama, assim você se lembra de mim. Você tá no ponto. O Capitão fez um bom serviço. Te deixou viciada em cacete. Agora sou eu que vou te lascar, te arregaçar. Tá a fim?

- Você é um puta dum macho gostoso. É claro que eu tô a fim.

- Quero você só pra mim.

- Eu também gosto de você, quero te dar muito, amor.

Ele me beija com muito carinho, me abraça bem forte.

- Quero te foder todo dia, estourar teu cuzinho.

- Quero te dar muito, levar muito teu cacete no meu cuzinho. Trepar muito com você. Eu vou me limpar pra gente continuar. Quer uma cerveja?

- Quero. Volta logo, pra gente recomeçar. Meu cacete já tá ficando duro de novo.

- Volto já, amor.

Aquela é uma noite de muitas metidas, muito cu arrombado, muita porra pra tudo quanto é lado. Muitos gritos também, num e no outro quarto. Uma noite de machos satisfeitos e fêmeas bem comidas, muito bem comidas.

Eu me levanto primeiro e o Edu fica dormindo. Vou pra cozinha. Minha mãe já tá lá. Tinha preparado o café e colocado a mesa.

- Bom dia, mãe. Tudo bem?

- Bom dia, Jorginho.

- Mãe, Jorginho já era. Sou sua filha, agora. Virei mulher essa noite.

- Credo, parece que você viu o passarinho verde.

- Passarinho não, condor, minha mãe, um condor bem preto, o maior pássaro do mundo!

- E foi tudo bem?

- Ma-ra-vi-lho-so, não podia ser melhor.

- E o Capitão?

- O Edu tá dormindo ainda. Acho que ele vai demorar um tempinho pra acordar.

- Dormiram bem?

- E quem é que dorme com um homem daquele do lado, mãe? Ele me quis a noite inteira.

- Coitadinha da minha filha.

- Coitadinha nada, mãe. Eu tô adorando. O Capitão é um puta dum macho gostoso.

- E ele não te machucou?

- Que nada, mãe, só tô ardendo pra caramba.

- Eu já passei por isso e sei como é.

- Mas que é gostoso é, né mãe?

- Gostoso é, mas arde. Vou te preparar um banho de assento que eu conheço que vai melhorar muito.

- Que bom. Daqui a pouco o Edu acorda e vai querer mais. Ele é insaciável.

- E é mesmo muito grande?

- Grande? É um tarugo preto imenso. E é grosso pra caramba. Mas é gostoso, muito, muito gostoso. Ele gosta de meter com força e violência.

- Ainda bem que você tem uma bundona. E não tem jeito, você tem que agüentar. Ele é teu macho agora.

- Eu agüento e quero mais, muito mais.

- Credo, você já tá viciada.

Nisso, o Capitão chega na cozinha.

- Bom dia, comadre.

- Bom dia, Capitão.

Ele vem e me agarra por trás, me beijando no meu pescoço, se esfregando em mim, me encoxando, enfia a mão por baixo da minha camisetinha, pegando nos meus peitinhos e me faz abraçar os braços dele. Me dá uma chupadona no pescoço. Apesar da minha mãe estar ali, eu me contorço toda e me esfrego no meu macho, que se esfrega em mim.

- E o Capitão, gostou da noite de núpcias?

- Adorei, comadre, arranquei o cabacinho da tua filha, fiz dela minha fêmea. A comadre achava que ela era muito novinha e não ia agüentar. Precisei de muita mangueira pra apagar o fogo da danadinha.

- Ela diz que tá toda ardida e olha o pescoço da menina. Tá todo chupado. E as roupas, tá uma verdadeira mulherzinha.

- Eu dei conta do recado, não é mesmo, amor?

- Deu, meu anjo loiro, deu e deu muito pro negão e vai continuar dando e dando muito. E olha que o tamanho do meu recado não é brincadeira. Essa tua bundona é a única que vai agüentar e você gosta muito. Nunca vi gostar tanto. Ela agora é minha fêmea, comadre. Tá vestida como eu gosto, de mulherzinha e ela fica um tesão metida numa calcinha, com o bundão todo de fora. A comadre há de entender que na hora do rala e rola, o tesão fala mais alto e tua filha é muito gulosa, muito fogosa, me deixou louco e eu chupei o pescocinho dela pra extravasar meu tesão e dar mais tesão a ela também. As marcas saem em alguns dias, mas eu vou chupar esse pescocinho gostoso muito mais e deixar mais marcas de chupada ainda. Se ela tá ardendo, é porque eu deixei ela assim e ainda não terminei o serviço. Amanhã ou depois, vai ficar muito pior, ela não vai poder sentar direito, igual ao Fabinho. E tudo isso é assunto entre o macho e a fêmea dele, e a comadre sabe, coisa de marido e mulher, ninguém mete a colher. Não se preocupe que ela agüenta e gosta muito. Não é, minha noivinha?

E ele me beija de novo no pescoço e passa a mão na minha bundona. Eu me agarro a ele.

- É sim, amor, muito. Eu agüento e gosto muito, amor.

- Me desculpe, Capitão, é preocupação de mãe.

- Eu entendo, comadre. Mas, não se preocupe. Tua filha é minha agora e dela cuido eu.

Vou dar tudo que ela precisar, ou melhor, quem já tá dando e ainda vai ter que dar muito aqui é ela. Você gostou da nossa noite de núpcias, meu anjo?

- Adorei, amor, foram os melhores momentos da minha vida, meu negão gostoso.

- Tá vendo, comadre? Tua filha é uma fêmea feliz.

- Sou sim, mãe. Eu gosto muito do Edu e ele é muito bom pra mim, tá me dando o que eu queria faz tempo. Ele é o meu macho agora.

- Essa casa foi uma gritaria a noite toda. O outro casalzinho não acordou ainda?

- Não, amor. Acho que lá também o cacete comeu solto.

- Não foi bem solto, meu anjo, foi bem metido, no buraquinho.

- É, pelos gritos do Fabinho...

O Tenente e o Fabinho chegam abraçadinhos. Fabinho pega uma almofada pra sentar.

- Bom dia a todos.

- Bom dia Tenente. Dormiram bem?

- O Capitão tá brincando. A única coisa que nós não fizemos foi dormir. Não deu tempo. O Capitão sabe como é, noite de núpcias é só foda. Não é, pretinha?

- É sim, Caio.

- E ela já tá precisando de almofada pra sentar?

- Eu fiz o que o Capitão mandou. Desci o cacete na menina.

- Fez muito bem, Tenente. Fêmea a gente trata metendo o cacete no cuzinho delas.

- É, Capitão, é assim que elas gostam, não é pretinha?

- Eu adoro, meu amor.

Todos começamos a tomar o café.

- E o Capitão, teve uma boa noite?

- Não podia ter sido melhor. Noivinha virgem é uma delícia. A menina é fogosa, Tenente. E gosta muito dum cacetão no rabo, não é meu anjo?

- Adoro, amor, eu não sabia que era tão bom.

- E você, Fabinho, gostou do Tenente?

- O pai não podia ter escolhido melhor. Tô adorando.

- Tá vendo, Tenente? Estamos dando conta do recado.

- Tua filha é um tesão, Capitão. O senhor treinou ela muito bem. Ela agüenta tudo, pede mais e gosta pra caramba.

- É, eu sei. A loirinha também é boa pra cacete, não é meu anjo loiro?

- Se o meu Capitão diz...

- E o Tenente, vai querer todo dia? Não vai me deixar faltar pica pra minha filha, hein?

- De jeito nenhum, Capitão. Se o Capitão permitir, quero dar tudo que ela merece, aliás, quem vai dar é ela, né pretinha?

- Tudo o que o meu macho quiser, amor.

- Mete o cacete, Tenente, que ela tá acostumada.

- Vou precisar dar um pulinho até o quartel. Tenho umas coisas pra resolver lá.

- Eu vou contigo, Tenente. Vou começar a tomar umas providências. Vou mandar colocar uns espelhos nos quartos. No meu e no outro também. No teto e nas paredes. Quero ver meu cacete metendo no cuzinho das meninas e quero que elas vejam também. Fabinho, você monta um escritório naquele quarto que tá vazio. Instala o teu computador lá, assim todo mundo pode usar. Leva a minha loirinha no despachante pra tirar carteira de motorista e de moto e no Shopping pra comprar roupas pra ela. Vou dar pra ela uma moto igual à tua, pra quando ela tiver muito arregaçada, não ter que andar de perna aberta por aí. E vocês duas tratem de ajudar a comadre. Ela continua cozinhando pro quartel e faz a comida aqui pra casa também e as duas cuidam da casa e tratem de arrumar uma boa lavadeira pra cuidar da roupa e uma faxineira. E providenciem a mudança da comadre, também.

- Tá tudo certo, meu pai. Vou providenciar tudo, fica tranqüilo.

- O Tenente e eu voltamos só no final da tarde. Vem, meu anjo, vamos comigo que eu vou trocar de roupa pra sair.

- Vamos também, Caio, que você também tem que trocar de roupa.

E cada casal vai pro seu quarto.

- Amor, adorei o presente que você vai me dar.

- Você merece, meu anjo. Tá me dando um prazer que eu nunca tive, minha loirinha gostosa.

- Você também, amor, me transformou numa mulher. Na tua fêmea.

- E tá ardendo muito?

- Tá, minha mãe vai preparar um banho de assento. Ela já passou por isso e disse que é muito bom. Vou aproveitar enquanto você tá fora. Quando você voltar, vou tá prontinha.

- Já tá querendo mais, hein?

- A culpa é do meu macho por ser tão gostoso.

Ele me beija e sai pro quartel. Vou pra sala e me encontro com o Fabinho.

- Jorginho, pelos gritos, nós dois fomos muito bem comidas essa noite.

- Nem me fale, Fabinho. Teu pai me estraçalhou. Tô todo ardido.

- É assim mesmo. Eu também tô. O Tenente é sen-sa-ci-o-nal!

- É mesmo? Eu vou tomar um banho de assento que minha mãe tá fazendo pra mim. Você também devia fazer o mesmo.

- Boa idéia. Tem que melhorar pra gente levar mais no cuzinho, né?

- Sem dúvida. Daqui a pouco eles estão aí e lá vem mais pica nos nossos cuzinhos. Que delícia!

Minha mãe prepara um banho e um ungento para nós. Cada uma vai pro seu banheiro, cuidar do cuzinho estropiado. Pomos o ungento no cuzinho com Tampax. Ajuda pra caramba, diminui bem o ardor, pelo menos. As preguinhas do meu cuzinho, nunca mais. Pertencem ao meu Capitão. Almoçamos e vamos arrumar a casa. Deixamos tudo nos trinques. Depois, vamos dormir um pouco.

Quando ele chega, ainda estou dormindo. Já anoiteceu. O Capitão me acorda, já peladão.

- Acorda, meu anjo, acorda.

- Nossa, dormi pra caramba.

- Você tava precisando. Tem rebolado muito.

Estendo meus braços pra ele.

- Vem, amor, vem. Tô com saudades.

Ele me abraça e me beija com força, engolindo minha boca com seus beições, já passando a mão por todo o meu corpinho. Eu tô só de calcinha, do jeito que ele gosta.

- Tá com saudades, é? Eu já tô doidão pra te foder.

- Só acredito vendo.

Ele se deita de costas e segura o obelisco de mármore negro apontado pro teto, balança ele.

- Tá vendo?

- Tô.

E já caio de boca, mamando no cacetão do meu macho. Mamo e bato punheta.

- Você é mesmo doida por um caralho. Mama, bebe o leitinho do teu macho, bebe, gostosa.

Ele começa a mexer os quadris, fodendo minha boca.

- Ui, ui, ui, ai, ai, puta bucetinha gostosa. Tua boca é minha bucetinha. Tô fodendo ela. Mama, minha fêmea, mama no cacetão do teu negão, mama.

Tá empolgado o meu Capitão. Ele se vira e se deita em cima do meu corpinho. Eu adoro sentir o peso do seu corpo sobre o meu. Eu o abraço com força, trazendo ele ainda mais de encontro ao meu corpo. Suas pernas se entrelaçam com as minhas e sinto o cacetão dele esfregando nas minhas coxas. Rolamos na cama, sarrando um ao outro. Meu tesão já tá a ponto de bala. Ele começa a me dar um banho de língua, beijando meu pescoço, minha boca, descendo até minhas tetinhas, chupando elas longamente, mordendo, segurando elas, apertando os mamilos que já estão durinhos. Eu seguro a cabeça dele contra meu peito. Que gostoso! Ele desce lambendo, mordendo, chupando minha barriguinha e eu me contorço de prazer. Tô todinho arrepiado. Ele passa a mão no meio das minhas coxas.

- Já tá no ponto, né minha loirinha gostosa. Toda arrepiadinha. Você é muito gostosa. Adoro tua pele lisinha, branquinha. Vira de bruços, vira, quero ver tua bundona.

Eu me deito de bruços. Ele põe o bambuzão no meio das minhas coxas.

- Fecha as coxas no meu caralho, prende ele, prende, meu anjo loiro.

Eu primeiro abro bem minhas pernas, ele coloca o cacete e eu fecho, prendendo a rolona do meu macho, toda melosa. Ele se deita em cima de mim, me agarra por baixo dos meus sovacos e começa a se mexer. Aquele corpão do meu negão deitado sobre o meu me deixa muito excitada. Eu começo a mexer meu bundão, me esfregando nele. Me contorço todinha.

- Ai Capitão, tá gostoso. Tô adorando sentir o corpo do meu macho todinho em cima do meu. Que cacete gostoso. Ai, ai, ai, esfrega mais, meu macho gostoso.

- Meter no meio das tuas coxonas é quase tão gostoso quanto meter numa bucetinha, rebola, rebola, minha putinha, rebola. Mexe essa bundona.

Ele me morde no meu cangote, nos meus ombros, chupa meu pescoço, enfia as mãos por baixo do meu corpinho e aperta minhas tetinhas, espreme meus mamilos. Ele tira o cacete e começa a me lamber todinha, até chegar na minha bunda. Abre bem minhas pernas, pega umas almofadas e coloca em baixo de mim, fazendo minha bunda ficar bem empinada. Ele começa a lamber meu cuzinho, me penetrando com sua linguona. Eu rebolo, cada vez mais excitada.

- Puta linguona gostosa. Mete, amor, mete ela no meu cuzinho. Mete que tá gostoso. Que delicia, meu marido, mete na tua mulherzinha, mete. Não tô agüentando mais de tanto tesão.

Ele para de chupar meu cuzinho, cospe no cacetão e esfrega ele na porta do meu anelzinho.

- Agora pisca o cuzinho, do jeito que eu te ensinei. Só beijando a cabeçona. Assim, você não esqueceu. Isso, fica piscando.

E meu Capitão fica enfiando a cabeçona e tirando comigo piscando meu cuzinho.

- Isso, pisca, só beijando a cabeça. Isso, assim mesmo.

Quando ele mete, ele pega meu cuzinho fechado e vem com tudo. Enfia o cacete até a metade, de uma vez. É um verdadeiro estrupo sem consentimento. Eu dou um puta grito e, num reflexo pela dor, empino mais minha bunda e o resto do cacetão entra, me rasgando todinha.

- Aaaaaaaaaaiiiiiiiiiiii, Aaaaaaaaaiiiiiiiiiiii, Aaaaaaaaaaiiiiiiiiii, tá doendo, tira amor, tira, você me arrombou. Não tô agüentando.

- Puta, te arrombei, te rasguei todinha, que gostoso. Agora te entrega e pára de frescura.

E ele começa a bombar, a socar o cacete com fé e vontade, tirando tudo e metendo tudo de novo.

- Rebola, minha noivinha, rebola gostoso no caralho do teu negão, mexe essa bundona gostosa, mexe.

A dor é enorme, mas eu começo a mexer devagarinho e logo já pareço uma cabritinha, pulando, gostando, com meu tesão todo de volta, apesar do ardume no meu cuzinho.

- Isso, minha cabritinha. Assim é que eu gosto. Foda boa é quando os dois gostam. E você é doida por um cacete no rabo, nunca vi igual.

E ele continua me socando, tirando e metendo o cacete todinho. E eu rebolo, mexo, gemo na varona do meu macho.

- Tá gostoso, amor, tá gostoso, mete mais, mete, enfia teu cacetão no meu cuzinho.

Eu não agüento mais e gozo. Jatos e mais jatos de porra saem do meu pauzinho. Meus espasmos são tão fortes que eu tranco meu cuzinho, prendendo o cacete dele. Ele dá um berro de satisfação, crava a estaca todinha e começa a encher meu cuzinho de porra, é só porra quente jateando, lavando meu cuzinho todo, jatos e mais jatos de porra quente que invadem todo o meu cuzinho. Eu continuo mexendo e mordendo o cacete dele, sugando cada gota da porra do meu macho. Ele se joga em cima de mim. Ficamos os dois tentando recuperar o fôlego, arfando, suspirando, respirando forte.

- Você tá cada vez melhor, minha menininha. Tá aprendendo rápido. Puta foda gostosa. Puta gozada gostosa. Toda ardidinha, mas gozou gostoso.

- Me sinto fêmea, devorada, possuída. Quero mais, amor, quero mais.

Ele sai de cima de mim e se deita de costas na cama. Eu faço o mesmo e me deito no seu peitão. Ele fica acariciando os meus cabelos.

- Eu também quero. Você vai ter. Foi a primeira da noite. Ainda tenho a noite inteirinha pra te foder e vou te foder muito. Você vai ter que agüentar.

- Agüento, meu macho, agüento e quero. Você sabe que eu adoro teu cacete metido no meu rabinho, não sabe?

- Sei. Eu também tô adorando te foder. Você é muito gostosa. E eu te peguei cabacinho, que nem o Fabinho. Eu estraçalhei ele na nossa lua de mel, igualzinho eu vou fazer contigo.

- Faz, amor, faz, me rasga, me arromba, que eu sou tua mulher, tua fêmea, tua menininha.

- Eu vou sua tarada. Vou rasgar teu cuzinho de tanto te foder. Vai te lavar pra segunda rodada e depois prepara alguma coisa pra gente comer. Tô morto de fome e tua mãe já deve ter ido embora.

Me limpo, tomo banho e vou pra cozinha. Fico só de calcinha e de aventalzinho por cima.

- Quer dizer que a minha noivinha é boa de cozinha também, é?

- Você gostou, amor?

- Adorei.

- Sabe o que eu vou te oferecer de sobremesa, meu negão gostoso?

- Vou fazer de conta que eu não sei só pra você me dizer.

Eu me viro de costas e abro minha bunda pra ele.

- É tudo que eu quero. Vou rechear minha sobremesa com muito creme de porra.

Ele me pega no colo e me leva pro nosso quarto, pra mais uma noite de muita, mas muita foda, muitos e muitos berros de dor e de tesão, muita e muita porra jorrando.

ENQUANTO ISSO, NO QUARTO DO FABINHO

- Pretinha, acorda. Já cheguei.

- Caio! Eu tava sonhando com você.

- É? E o que você tava sonhando?

- Não posso contar. É pornografia pura.

- Minha putinha safada! Nem no sonho você sossega?

- É isso que você quer, amor, que a tua putinha sossegue?

- De jeito nenhum. Quanto mais fogo no rabo, melhor.

- A tua mangueira apaga o meu fogo?

- Tá prontinha aqui. Vem comigo, vem, vamos tomar banho juntos.

Ele tira a roupa e fica peladão. É inacreditável o tamanho do cacete dele. Mole já é imenso. Eu tô de calcinha fio dental preta.

- Você fica um tesão só de calcinha.

Dou uma voltinha.

- Você gosta?

- Adoro esse teu corpinho, tua cinturinha, tuas tetinhas gostosas, teu rabinho delicioso.

Vamos pro banheiro e entramos em baixo do chuveiro. Eu me abaixo e enfio o cacete dele mole na minha boca e começo a mamar, acariciando seu sacão enquanto eu chupo. Não precisa muito e ele já tá duraço na minha boca. Chupo só a cabeçona, passando minha língua em volta da glande, seguro no que sobra e bato punheta com as duas mãos.

- Isso gostosa, mama gostoso. Bebe meu leitinho, bebe, amor.

Ele segura minha cabeça e começa a foder minha boca. Eu sugo, mamo, bebo leitinho quente, bato punheta pra ele. Ele me puxa pelos cabelos, me abraça, coloca o cacetão no meio das minhas coxas, me beija, me acaricia. Eu já tô toda tesuda, me agarro nele, abraço forte, puxo seu corpo ainda mais de encontro ao meu. Ele beija e chupa muito meu pescoço, me deixando toda marcada, meus ombros e desce pelo meu colo, agarrando, beliscando meus mamilos com força, começa a morder a pontinha deles, abocanha minhas tetinhas, enquanto passa a mão pelos meus flancos.

- Aaahhh, aaahhh, aaahhh, que gostoso, Caio, você tá me deixando louca de tanto tesão.

Ele volta a me abraçar e a me beijar. Eu pego o sabonete e começo a ensaboar seu peito e vou descendo, pego no cacetão do meu macho e vou massageando ele todo ensaboado. O cacete dele vibra na minha mão. Ele também começa a me ensaboar, passando a mão por todo o meu corpinho, me fazendo arrepiar, suspirar de prazer.

- Que puta tesão, minha gatinha.

- Você é um puta dum jumento.

- E você não gosta do teu jumento?

- Adoro.

Ele me vira de costas pra ele, tira minha calcinha e começa a ensaboar minhas costas, descendo a mão toda ensaboada e passando no meu reguinho. Eu me contorço todinha. Ele enfia os dedos no meu cuzinho, vai ensaboando por dentro, deixando ele bem molhadinho.

- Ai, amor, que gostoso, tô doidinha pra levar teu cacetão no meu cuzinho. Mete, amor, mete que eu tô morrendo de vontade.

- Eu vou te foder, gostosa. Vou meter meu cacetão todinho em você. Segura aqui na mureta e arrebita bem tua bundinha, vai.

Eu me apoio na mureta do box e me ofereço pro meu macho delicioso. Ele ensaboa bem o cacete dele e vem. Põe na minha portinha e vai metendo devagarinho. Põe a cabeçona e rebola, mete mais um pouco e fica um tempo rebolando, me segurando pela cintura, me puxando pra ele. Desse jeito não dói muito e eu começo a participar, arrebitando mais e mais minha bundinha e empurrando meu cuzinho pro cacetão do meu Tenente delicioso.

- Assim, assim, minha potranquinha. Já foi quase tudo, gostosa. Vou ficar parado e deixar você engolir meu cacete. Vai, rebola, mexe tua bundinha.

Eu rebolo, me balanço pra frente e pra trás, engolindo o cacetão dele pouco a pouco, até sentir o quadril dele encostado na minha bunda, o sacão batendo na minha bunda. Plaf, plaf, plaf.

- Tô todinho dentro de você, minha neguinha, que cuzinho gostoso, quentinho, pisca no cacetão do teu macho, pisca, morde meu pau, morde, pretinha. Aaahhh, aaahhh, aaahhh que gostoso.

- Agora mete gostoso, amor, mete tudo com força no meu cuzinho, mete que eu quero sentir teu cacetão, mete, amor, mete.

E ele começa a socar, a meter fundo, a me puxar e a me empurrar com força pra frente e pra trás. Ele avança e eu recuo, eu recuo e ele avança. Meu jumento mete gostoso pra caramba. Ele me puxa pra ele e eu apoio um dos pés na mureta, ficando com uma das pernas levantadas. Ele se abaixa um pouco e fode, mete o cacetão gostoso. Ele me abraça e pega nos meus peitinhos, aperta meus mamilos, passa a mão pela minha barriguinha. E soca, mete fundo o cacetão no meu cuzinho.

- Aaahhh, aaahhh, aaahhh, que gostosão que você é, meu macho. Fode a tua pretinha, fode, mete tudo no meu cuzinho, que gostoso, que delícia.

Eu volto a apoiar minhas mãos na mureta do box e arrebitar minha bunda todinha pra ele. Ele soca com força, metendo a picona no meu cuzinho, tirando e pondo tudo, põe só a cabeçona e tira, me rasgando todinha. Mas, tá gostoso. Eu tô adorando sentir o cacetão do Caio todinho dentro de mim. Ele me puxa cada vez com mais força e aumenta o ritmo das bombadas. Eu não agüento mais e gozo, ejaculando muito, remexendo minha bunda de prazer, apertando, com meus espasmos o cacetão dele, pisco meu cuzinho e mordo com mais força. Ele põe tudinho, até o fundo do meu cuzinho e segura lá dentro, com aquele enorme talo arrebentando meu anelzinho todo esticado. Ele rebola lá dentro e começa a gozar, estremecendo seu corpão, me puxando com mais e mais força, inunda meu cuzinho com sua porra quente e farta. Ficamos os dois mais algum tempo nessa posição e ele começa a tirar o cacetão de dentro de mim. O cacete dele é tão grande, que quando desliza pra fora é uma delícia. Ele me abraça e eu recosto no seu peitão, abraçando seu tórax.

- Puta gozada gostosa. Você agüentou gostoso o teu jumento, sem gritar.

- Mas doeu pra caramba. Teu pau é imenso, grosso, mas delicioso.

- Você gosta do meu cacete, amor?

- Adoro. Você me fez gozar bem gostoso, meu demônio loiro.

- Credo, sou um demônio agora?

- É, o meu demônio. Me faz cometer o pecado da luxúria.

- Que delícia de pecado.

- Quero mais, mais, mais.

- Tá bom, eu também quero, mas da próxima vez não vou ser tão bonzinho. Vou meter tudo de uma vez, sem dó.

- Mete, amor, mete que eu gosto de sentir a força do meu macho.

- Você é mesmo uma putinha. Gosta dum cacete no rabo.

- E você gosta de meter o teu cacetão no meu cuzinho.

- Adoro, minha pretinha, adoro. Quero fazer isso essa noite inteirinha. Não vou te dar descanso um minuto sequer.

- Eu quero, quero te dar muito prazer, meu macho delicioso.

- Vamos comer alguma coisa? Tô morrendo de fome.

- Vamos lá pra cozinha, mas vamos acabar de tomar banho primeiro.

E nós acabamos de tomar banho, nos esfregando, nos beijando, nos abraçando. Ele fica no chuveiro e eu me lavo, tirando a porra que ele tinha acabado de meter no meu cuzinho. Limpinho de novo pra mais porra do cacete do meu macho. Vamos pra cozinha, comemos e voltamos pro quarto. Ele me come de tudo quanto é jeito. Mete em mim sem gel, só no cuspe. Eu grito pra caramba. Nossa segunda noite juntos. Maravilhosa!

No domingo, o Capitão e o Tenente vão jogar futebol com o pessoal do quartel. O Fabinho e eu acordamos mais tarde, tomamos café e começamos a fazer as mudanças na casa. Passamos o computador pro outro quarto, que vai ser o escritório e nossa sala de estudos quando as férias acabarem. O quarto do Fabinho vai passar a ser o quarto do casal, dele e do Tenente. Minha mãe tá na cozinha preparando o almoço. Aos domingos, ela não trabalha no quartel. Os homens voltam tarde e vamos almoçar. Depois do almoço, eles vão dormir um pouco que ninguém é de ferro, noites sem dormir, futebol, exercícios sexuais, cobram seu preço. Fabinho e eu vamos ao shopping, enquanto minha mãe dá uma geral na casa dos fundos, pra se mudar pra lá. Voltamos no final da tarde, nossos machos continuam dormindo e vamos nos arrumar, ficar prontinhas, pois, com certeza, os dois vão acordar bem dispostos. Tô gostando dessa vida de ter um macho, pensar em agrada-lo e ser recompensada com muito cacete no cuzinho.

Quando eu volto pro nosso quarto, deito na cama e dou um beijo na boca dele, acaricio seu peito e pego no cacetão do meu Capitão delicioso. Ele acorda e me abraça bem forte.

- Minha loirinha já tá querendo mais, é?

Ele nem espera eu responder e rola por cima de mim, cobrindo meu corpinho com o dele, me beijando na boca, no pescoço, nos meus ombros. Seu cacetão já tá latejando no meio das minhas coxas.

- Assim é que eu gosto, da minha menininha sempre com vontade de levar vara. Você é deliciosa, é minha, todinha minha.

- Sou, amor, sou tua, você é meu machão e eu sou tua femeazinha.

Ele me beija, engolindo minha boca com aquela bocona e aqueles beiços enormes tapando meus lábios. Suga minha boca, enfia sua linguona, um beijo ardente de quem quer me foder bem gostoso.

- Esse teu corpinho delicadinho, tua pele branquinha. É uma delicia ver meu cacetão pretão entrando nessa bundona branquinha, te arrombando todinha.

- É que o teu cacetão é muito gostoso, amor. É uma delícia levar ele todinho no cu. Pode me lascar que eu agüento.

- Pra quem era cabacinho, você tá agüentando o cacete do negão muito bem. É porque você gosta. Teu rabo foi feito pra levar meu cacete.

- Amor, adoro quando você chupa minhas tetinhas. Me dá um tesão incrível.

Ele não se faz de rogado quando eu pego minhas tetinhas por baixo, deixo elas bem salientes e ofereço pra ele chupar. Ele agarra com as duas mãos, uma em cada tetinha e começa a morder, uma e outra, no meio delas, me deixando com um tesão louco.

- Eu adoro te deixar tesuda. Já tá doidona pra levar vara, sua putinha. Toda arrepiada, se contorcendo toda.

- É que essa tua bocona, esses teus beições são uma delícia, me dá um puta dum tesão.

- Você é mesmo doida por cacete.

Ele fica de quatro em cima de mim e o cacetão duraço balança sobre minha boca, me melecando toda.

- Agora mama, mama gostoso. Deixa ele bem molhado pra eu meter ele no teu cuzinho. Vai.

Eu pego na base do cacete e caio de boca. Vou enfiando minha boca devagarinho até onde dá e começo a mamar, a beber daquele leitinho que sai do cacetão do meu macho. Mamo, mamo, mamo. Ele fode minha boca, movendo seus quadris, metendo o cacete pela minha goela abaixo. Eu engasgo, mas ele não para. Força e mete muito. Meu maxilar já tá doendo quando ele tira o pau, duraço, latejando de vontade. Ele se deita de costas na cama e segura o obelisco negro apontado pro teto, latejando.

- Cospe bem nele e faz uma massagem. Bate uma punheta pro teu macho.

Eu obedeço e deixo o cacetão bem úmido, faço uma massagem esparramando o cuspe por toda a extensão da rola.

- Caralho, que gostoso, minha princesinha loira. Tua mãozinha é muito macia e você pega gostoso no cacete do teu macho, mas vem que eu tô doidão pra meter, vem, vem, minha noivinha, bota teu cuzinho na minha boca pra eu deixar ele bem molhadinho, senão você não agüenta. E você termina de mamar e beber mais leitinho fresco do teu macho. A pele do Fabinho melhorou muito depois que ele passou a beber do meu leitinho e engolir a minha porra. Bebe que a tua vai melhorar também. Vai ficar ainda mais lisinha, do jeito que eu gosto.

Eu fico de quatro em cima dele, engulo o cacete dele e começo a mamar, subindo e descendo com muita vontade e muito tesão. Enquanto isso, ele começa a me dedar e a chupar meu cuzinho bem gostoso. Eu adoro isso e começo a me remexer. Ele morde minha bunda, dá uns tapas, me levando ao êxtase. Ele enfia, mete a língua no meu cuzinho e eu deliro, chupando o pau dele ainda com mais vontade. Pra cima e pra baixo, aumento o ritmo, deixando ele louco.

- Chega, não agüento mais. Senta no meu cacete, senta meu anjo. Senta no meu cacete que eu vou te ensinar a cavalgar. Vai ser gostoso, vem.

Eu me posiciono pra sentar no cacetão do meu macho. Ele afasta a tirinha da calcinha, abre bem minha bundona, coloca a cabeçona na entradinha e me segura pela cintura, me forçando pra baixo, com aquela força descomunal que ele tem, enquanto ele levanta seus quadris e força o cacete pra entrar na minha portinha.

- Senta gostoso, devagarinho que eu quero ver tua bunda branquinha engolindo meu cacetão preto. Vai.

Eu começo a engolir o cacete dele. Entra a cabeçona e eu sinto uma dor incrível. Suspiro, fico com a respiração entrecortada, dói muito, mas ele continua forçando meu corpinho e eu continuo descendo e engolindo o cacete dele pouco a pouco. O tesão dele é tanto que ele não agüenta e começa a movimentar seus quadris, forçando o torpedão pra dentro do meu cuzinho. Mais um pouco e eu sinto os pentelhos dele raspando na minha bunda. Não tem mais espaço no meu rabinho, que arde para caralho. Entrou tudo. Começo um vai e vem calmo, o meu cuzinho forma um anel em volta do pau grosso dele. Com aquelas mãos enormes, me segurando pelas ancas, ele me força a aumentar o ritmo e eu começo a subir e a descer. Dói muito tudo aquilo entrando e saindo. Eu cavalgo o cacete do meu macho, indo cada vez mais alto. Solto um grito de dor.

- Aaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiii, aaaaaaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiiiii, uuuuuuuuuuiiiiiiiiiiiii, aaaaaaaiiiiiiiiiiii.

- Vai, minha potranca. Cavalga no meu cacetão, cavalga. Minha rola negona entra e sai da tua bundona branquinha. Que puta delícia. Cavalga minha noivinha, cavalga que tá gostoso.

- Me fode, amor, me fode com tua pica gostosa... Arregaça meu rabo... Me faz tua putinha, amor...

Eu desço minha bunda, forço contra o cacetão latejante.

- Que delícia, tô vendo meu cacetão sumindo na tua bundona. Você tá engolindo ele todinho. Rebola no cacetão do teu negão, rebola sua safada. Tua bundona lisinha e quentinha tá gostando do meu cacetão.

Eu subo e abaixo, num vai e vem maravilhoso.

- Meu cacete sai brilhando do teu cuzinho, gostosona. Todo lubrificado pelo teu cuzinho molhadinho.

Eu começo a acelerar o ritmo, rebolo, sento com vontade. Os olhos do meu macho brilham. Aquela rocha escorrega pelas minhas pregas em brasa, mas doidas pra continuar, sendo esfoladas por aquele cacetão grosso. Que loucura! Que gostoso!

Ele segura e abre bem minha bunda. É uma delícia cavalgar no cacetão do meu gatão negro.

Ele me pega pela cintura e me joga pra cima e me puxa pra baixo. Sinto aquela dor e o prazer de novo, o caralho entrando e saindo, rasgando minha bundinha por dentro, me prometendo dificuldades para sentar. Só mais tarde aquela dor bateu e eu mal podia sentar.

Eu começo a estremecer, aumento ainda mais o ritmo e agarro nos brações dele, aperto, começo a gozar e gozo, com meus espasmos de prazer trancando o meu cuzinho, apertando com força o cacete do meu macho. Ele soca e me segura com força, rebola os quadris, enquanto jatos e mais jatos de sua porra enchem meu cuzinho, vazando pelo reguinho. Eu mordo o cacete dele ainda mais, prolongando seu gozo e seu prazer.

- Aaahhh, aaahhh, aaahhh, sua putinha, que puta gozada gostosa. Enchi teu cuzinho de porra. Que gostoso.

Eu desfaleço e caio sobre seu corpo, ele me abraça, deixa seu pau dentro do meu cuzinho até amolecer. Ficamos assim até nossa respiração voltar ao normal.

- Ai, meu negão gostoso, que puta trepada fantástica. Eu te adoro.

- Você é uma putinha safada, nunca vi gostar tanto de um cacete. E essa tua bundona é muito gulosa.

- Eu sou tua, amor, todinha tua. Tua escrava.

ENQUANTO ISSO, NO QUARTO DO FABINHO.

Quando o Tenente chega, eu tô lá nos fundos, com a mãe do Jorginho. Ele toma um banho e se deita na cama, vendo um DVD que tá no player.

- Quer dizer que é aqui que você se inspira pra fazer essas sacanagens todas que você sabe fazer?

Eu me deito e abraço ele. Ele me agarra e me beija.

- Minha inspiração é você, amor, meu puta macho gostoso. E você, aprendeu alguma coisa que você não sabia? Acho meio difícil, com a experiência que você deve ter.

- Aprendi sim, o cara deu uns tapas na cara da femeazinha dele e ela adorou. Deu pra ele mais gostoso ainda.

- Se você fizer isso comigo, eu gamo de vez. Não vou te dar mais sossego.

- Quer dizer que minha namorada gosta de apanhar?

- Com você eu topo qualquer parada, desde que eu te dê prazer.

- Assim é que eu gosto, obediente ao macho.

Eu o abraço bem apertado, me enroscando, me oferecendo, pegando na mala dele, apertando, acariciando por cima da sunga.

- Sou tua escrava, Caio. Cheia de vontade de te servir, meu dono. Doidinha pra levar teu cacete no meu cuzinho. Eu vou agüentar tudinho e te pedir pra me foder mais.

Ele me abraça também e me beija com ardor, longamente.

- Minha fêmea é louca por um cacete. Vou te foder bem gostoso, te arrombar todinha.

- Arromba, meu tesão, me rasga todinha. Quero ser tua.

- Taradinha, a menina.

- Tô tarada sim, tarada pra dar pra você. Quero você inteirinho dentro de mim, amor.

- Então vem, vem que eu vou meter meu cacete todinho nesse teu cuzinho delicioso.

Ele tira meu shortinho, minha camisetinha. Eu tô de calcinha rosa.

- Adoro esse teu corpinho da cor do pecado.

- É todinho teu, amor.

Vou me contorcendo, viro minha bunda pra ele e esfrego no cacete dele. Volto a ficar de frente e ele me abraça, nossos corpos bem juntinhos, de cima em baixo, eu sentindo o cacetão dele querendo romper a sunga de tão duro, aquele volume enorme, pujante, quase rasgando o tecido. Eu coloco minha mão dentro, aperto, acariciando, vou deslizando e beijando seu peito, mordo seus mamilos, vou descendo, lambendo a barriga dele, beijo sua mala, dou umas mordidinhas, acaricio, passo a mão, pego, aperto, deixando ele louco, gemendo de tanto tesão. Desço beijando, lambendo suas virilha, suas coxas, suas pernas e mordo seu tendão de Aquiles. Ele se contorce, se agarra nos lençóis, urra. Volto e começo a tirar a sunga dele. Aquele magnífico cacete salta, pujante, potente, descomunal, tão duro que mais parece um enorme pedaço de ferro.

- Você é muito puta, pretinha. Caralho, me deixou com um tesão incrível. Vou fazer você rebolar no meu caralho. Você é uma vagabunda muito gostosa.

- Sou, tesão, me enraba, me estraçalha, me rasga todinha. Sou tua, quero que você me possua.

Eu faço ele deitar de costas na cama e fico de cachorrinho, chupando o cacetão do meu macho. Ele segura minha cabeça e força de encontro ao seu cacetão.

- Chupa, sua puta vadia, vai, é isso que você gosta, chupa meu cacetão, chupa. Deixa ele bem molhadinho que eu vou meter ele todinho no teu cuzinho. Você vai ter que agüentar ele todinho. Ai, ai, ai, que bocona gostosa, esses teus beições me deixam louco.

Ele move os quadris e fode minha boca. Chupo só a cabeçona, passo a pontinha da minha língua, bem rápido e vou bebendo seu leitinho gota a gota.

- Caralho, que puta lingüinha gostosa. Bebe meu leitinho, bebe sua cachorrona. Ui, ai, ai, engole meu cacete, engole sua piranha.

Eu chupo e mamo só a cabeçona e vou engolindo o cacetão aos poucos. Salivando bastante, engolindo devagarinho. Avançando cada vez mais, até que aquele cogumelo enorme bate na minha garganta. Volto, sugando, mamando. Me ajoelho no meio das suas pernas e começo a mordiscar suas virilhas, a passar a pontinha da minha língua no sacão e vou subindo e descendo por toda a extensão do imenso cacete do meu macho, tô deixando ele louco. Ele se contorce, segura minha cabeça, enfia os dedos nas minhas orelhas, aperta meus ombros, minhas costas. Eu tiro o cacete da minha boca.

- Quero teu cacetão no meu cuzinho, meu Tenente...

- Você é minha escrava, sua puta, eu não mandei você parar de chupar.

Ele me dá um tapa na cara.

- Cala a boca e só para de mamar meu pau quando eu mandar.

Quase gozo quando ele faz isso. Quis desobedecer para poder apanhar mais um pouco, mas eu sei que a foda tá apenas começando. Eu obedeço e continuo mamando, mamando, acariciando seu sacão, arrancando gemidos de prazer daquele macho violento, mas muito gostoso. Ele me puxa pelos cabelos e me faz deitar em cima dele, me abraço nele e beijo sua boca, mordisco suas orelhas, seu rosto, seus ombros. Ele me abraça, beija meus ombros, me morde com força, acaricia e aperta minha bunda.

- Gostosa, safada, puta. Você tá me deixando louco. Quero te foder. Quero te rasgar todinha. Uau, como você é gostosa, cachorrona.

Eu sussurro no seu ouvido.

- Eu quero dar pra você bem gostoso, amor, quero levar teu cacetão todinho. Quero te dar prazer, meu macho gostoso. Quero ser tua.

Ele me afasta um pouco e pega um gel na mesinha da cabeceira.

- Não, amor, só no cuspe. Eu quero sentir você me arrombando todinha.

- Você não vai agüentar.

- Vou amor, sou tua escrava. Mete teu cacete todinho em mim, mete. Tô tarada por você, Caio. Quero ser tua fêmea, amor. Me fode bem gostoso, vem.

- Fica de quatro, então e empina essa bundinha que eu vou te meter o cacete.

Obedeço e empino a minha bunda.

- Vem, gostoso, me faz tua mulherzinha, me fode que eu não agüento mais de desejo, me arrebenta, me arregaça, me enraba gostoso, meu Tenente, faz de mim a tua fêmea.

Apoio minha cabeça no travesseiro, boto meus braços pra trás e abro minha bunda, arregaço o meu cu o maximo que posso. Ele mete a boca no meu cuzinho e me saliva, cospe e molha bem meu cuzinho. Cospe no pau dele e se posiciona atrás de mim.

- Lá vai, então, putona. Vou fazer você ver estrelas. Agüenta meu cacetão, piranha, agüenta, putona.

Ele mete o cabeção. Eu grito.

- Aaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiiiiiii, aaaaaaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiiiiii, aaaaaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiii, tá doendo, amor.

- Geme no meu cacete, sua puta, geme. Você quis, agora agüenta, sua putona. Vou meter ele todinho nesse teu cuzinho apertadinho.

Começo a morder o travesseiro, gemendo baixinho. Ele bate na minha bunda de novo. Aperta a minha cintura e entra com força em mim, põe tudo, até o talo.

Eu me controlo, relaxo e me entrego. Como eu adoro a sensação de ter um pau entrando no meu cu. É algo indescritível. Começo a me mexer, com força, pra frente e pra trás, engolindo o cacetão enorme. Parece que a metida não tem fim. É muito grande, muito grosso, meu anelzinho tá totalmente esticado. Sinto meu cuzinho rasgando. Suspiro de dor e de tesão.

- Puta macho gostoso. Mete gostoso, amor, ai que puta cacetão gostoso. Mete tudo dentro da tua fêmea, mete, meu macho gostoso. Me rasga, me arrebenta, meu macho. Vai, meu jumento, fode a tua potranca, fode mais, fode. Tá gostoso, ai, ai, ai, ai, que gostoso.

Eu começo a rebolar, a mexer, cada vez mais. Rebolo como mulata em desfile de carnaval.

Ele mete com força, até conseguir enfiar tudinho dentro de mim. Começa a tirar quase todo e a meter tudo de uma vez. Leva uma eternidade pra entrar tudo e sair tudo, mas me dá um prazer imenso. É uma trepada de dois animais, o macho e a fêmea no cio.

- Nunca vi gostar tanto de um cacete como você, sua puta. Você é muito gostosa. Toma mais, toma, tesão, toma. Puta bundinha gostosa.

Ele larga da minha cintura e bate com as duas mãos na minha bunda. Inicia um movimento frenético, um vai e vem louco e me enche de tapas na bunda. Eu provoco ele.

- Isso, bate mais, bate, me castiga meu machão delicioso. Ai que cacetão delicioso. Mete ele todinho em mim, vai, com toda tua força, amor. Mostra que você é macho, arrebenta minhas pregas, mete com mais forca, mostra que você é macho.

Ele puxa meu cabelo por trás e vira minha cabeça. Bate mais uma vez na minha cara e continua puxando o meu cabelo com força. Naquela hora eu gozo e gozo muito. Ele continua a meter alucinadamente, não para de entrar e sair do meu cuzinho com aquele pau quente, imenso e grosso. Eu rebolo muito, me sinto uma fêmea sendo enrabada naquela foda animal. E ele mete, me soca, me arrebenta, mete com muita força e violência. Vou usar o que aprendi com meu pai. Paro de rebolar.

- Faz bem devagarinho, agora, amor. Isso, vou fazer você gozar bem gostoso. Me enche com a tua porra. Quero tua semente no meu cuzinho.

Quando ele põe tudo, eu seguro com força, depois solto.

- Isso, agora, deixa só a cabeçona no meu cuzinho, isso, assim.

Eu prendo a cabeçona bem forte e depois solto.

- Isso, amor, que puta tesão. Agora tira e deixa só a cabeçona na minha entradinha que eu vou te beijar com o meu cuzinho. Isso, assim.

Ele aprende rápido e continua a fazer. Eu continuo a apertar o cacete dele em várias posições dentro do meu cuzinho. Ele tá adorando.

- Caralho, vagabunda. Que gostoso. Faz mais, faz que tá gostoso.

Ele tira tudo e, quando menos eu espero, ele enfia tudinho de novo. Ele aprende rápido mesmo. Quando meu cuzinho tá bem fechado, ele mete sem eu estar esperando, me rasgando.

- Aaaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, aaaaaaaaaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiiiiiii, aaaaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiiiii, assim dói, amor.

- Geme, cadelinha, geme. Geme no meu cacete, geme. Você gosta de uma picona no rabo, então toma, toma sua puta.

Eu não agüento mais e começo a estremecer meu corpo todinho, rebolo mais que nunca, pisco e mordo o cacete dele bem forte e gozo de novo e de novo, gozo jatos e mais jatos de porra na camisinha. Ele não agüenta, mete tudo e começa a rebolar no fundo do meu cuzinho.

- Vem, goza dentro de mim, enche meu cu de porra, seu filho da puta!

Sinto seu gozo quente dentro de mim. Ele geme, rebola, com aquele talo enorme do cacete dele no meu anelzinho e goza, me puxando pra ele, me segurando, soltando jatos e mais jatos de porra no meu cuzinho, goza até a ultima gota. O cacetão dele sai deslizando gostoso. Ele cai na cama e me puxa pra ele, me abraçando bem forte.

- Caralho, que gozada gostosa. Puta gulosa que você é, caralho. Agüentou bonito o meu cacetão. Você é muito, muito gostosa. E eu aprendi uma nova, eu te bato na cara e você goza.

- É você, Caio, que é muito gostoso. A fêmea pra gozar e pra dar prazer pro macho depende sempre do macho. É você que me deixa tesuda, me excita muito, amor. Você é um puta macho gostoso.

- Você é muito puta, dá muito gostoso. Tem um cuzinho delicioso. Nunca vi ninguém gostar tanto de levar um cacete como você. Gozou duas vezes, sua vagabunda. Vou te dar um monte de DVD.

- Não adianta nada assistir filmes de sacanagem se o macho não é bom e você é ótimo. Vou me limpar e ficar prontinha pra você me usar e abusar mais de mim, amor, meu loiro tesudo.

- Vai, minha gatinha, vai e volta logo que eu vou abusar ou ser abusado, não sei o que é melhor.

Mas, quando eu saio do banheiro, ele tá dormindo. Que pena, eu poderia ficar dando pra ele ainda por muito tempo. O meu Tenente é ótimo, gostosão, um puta dum macho. Mas, eu também tava com um tesão incrível. Eu acabo dormindo também, com ele me abraçando por trás. Na madrugada, ele me acorda e me fode mais uma vez. Uma loucura.

Na segunda-feira de manhã, quando eu acordo, a casa tá em silêncio. O Capitão já tinha saído. Vou pra cozinha tomar café. Minha mãe já tinha saído também. O Fabinho aparece.

- E daí, Fabinho, como foi a tua noite?

- Muito doida, Jorginho. Mas eu vou ficar sem sentar, andando de perna aberta por uns dois dias. Eu já coloquei um pouco de xilocaína pra aliviar, mas não posso usar o dia inteiro, senão, na hora que o Caio meter o cacete, o pau dele vai ficar anestesiado.

- Console-se comigo, Fabinho. Quando minha mãe chegar, vou pedir pra ela preparar um banho e um ungento pra nós dois. Mas, eu adorei. Teu pai é um puta dum macho insaciável. Meu negão é ótimo.

- E o Tenente, então, Jorginho, meu homem é notaviadinhos bem comidos e felizes.

- A gente tem coisa pra caramba pra fazer hoje, meu pai deixou uma lista.

- É mesmo. Por onde a gente começa?

- Vamos fazer o maximo possível pelo telefone. Assim, a gente não precisa andar muito e pode ficar sentado nas almofadas.

E nós dois caímos na risada.

Hoje, o Fabinho e eu estamos na faculdade. Não viramos putas. Primeiro, porque nossos machos fazem marcação cerrada. Comparecem e não deixam faltar pica. As fodas diminuíram em quantidade, mas aumentaram em qualidade. Segundo, porque nunca encontramos machos melhores que os nossos. O Capitão melhorou muito, segundo o Fabinho. Eu acho que é porque quando ele tava com o Fabinho, não deixava de ser uma relação entre pai e filho, a autoridade do pai predominando ou, talvez, o Capitão nunca tenha sido aquele bicho papão que todos falam. Pelo menos comigo, eu não posso reclamar. Ele é rude, mandão, mas eu adoro ser dominado por ele, mas ele me trata super bem. E, na cama, continua sendo o macho maravilhoso que me conquistou. O Tenente se apaixonou perdidamente pelo Fabinho e o Fabinho por ele. Ainda há dias em que temos dificuldade pra sentar, mas como o Fabinho diz, é o preço do prazer e nós pagamos esse preço com muito gosto e muito prazer, é claro. [email protected]


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Comentários

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08/01/2016 21:59:47
Tão bem e ricamente contado que até um hétero chega a ter tesão por uma bundinha dessas. Será possível????
08/03/2013 04:29:59
Gostoso
10/02/2009 09:56:30
Gostoso!

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