A Conquista da Professora - 2

Um conto erótico de Sandra de Campinas
Categoria: Heterossexual
Data: 13/08/2011 18:14:35
Última revisão: 18/08/2011 14:28:34
Nota 10.00

A Conquista da Professora

Capítulo 2 - A próxima lição da professora

Sentada atrás de minha escrivaninha eu fiquei pensando se meu pesadelo tinha acabado ou... apenas começado. Enquanto lembrava os eventos do dia minha buceta se contraía e o meu orvalho feminino encharcava a parte de trás da minha saia. O sol estava começando a cair naquele dia quente de outono. Meu cérebro evocava o momento em que seu pauzão preto encheu minha boca... "Oh Deus", pensei. Como posso estar pensando em um garoto negro de dezoito anos, quando eu deveria estar indo para casa com meu marido e nossa vidinha perfeita. Os segundos passavam tiquetaqueando. "Eu deveria ir embora... eu deveria ir embora... mas..."

"Vou dizer a ele que vou denunciá-lo se ele aparecer... Devo tirá-lo do pensamento."

No entanto, enquanto minha mente racionalizava o que devia fazer eu ouvi a maçaneta da porta começar a girar. Meu coração acelerou. Minha mente de repente ficou em branco, e eu senti o mel entre as minhas quando eu apertei minhas pernas. José Bonifácio caminhou desinteresadamente até a frente da mesa. Eu não podia olhar para cima... Eu continuei a olhar para a mesa, eu não podia olhar José Bonifácio na cara. Senti-me começar a tremer... mas o meu sexo ainda estava vazando seu creme pegajoso.

"É hora de ir, mas primeiro eu quero o seu sutiã. Seus peitos são tão pequenas que nem deveria precisar. Ninguém vai notar... será que vai?" Hesitei... Eu não poderia começar a tremer, mas eu não poderia responder àquele adolescente negro em pé diante de mim. "Dona Sandra. Você está começando com o pé errado de novo. Quando eu disser para você fazer alguma coisa... VOCÊ FAÇA ISSO. Não me ignore... VOCÊ ENTENDEU?" veio a pergunta com autoridade.

Eu não queria responder. Como eu poderia responder. Uma professora de trinta e cinco anos, casada. A chefe do departamento da Escola Coronel Hildebrando... Eu gostaria de ter sido mais forte, mas eu não nunca fora muito forte. Eu nunca tinha sido capaz de resistir a qualquer pessoa com autoridade... até mesmo um adolescente negro... Eu não tinha olhado para cima, mas eu podia sentir que José Bonifácio estava ficando impaciente pelo modo como ele deslocava seu peso pra-frente e pra-trás diante de minha mesa. Tentei olhar para cima e suplicar-lhe para me deixar em paz...

Eu não podia enfrentar o garoto cujos dedos tinham me levado ao gozo apenas três horas antes. Eu não podia enfrentar o menino (homem) que tinha me forçado a chupar seu pintão preto e apertar suas bolas até ele esporrar sua tapioca escaldante por minha goela abaixo. Eu não podia enfrentar o rapaz negro que tinha me forçado a lhe dar minha calcinha e que tinha me dominado na hora do almoço.

Ele começou a falar novamente, mas eu já tinha alcançado os botões da minha blusa. Meu blazer azul já estava desabotoado e eu achei os botões facilmente. Meus dedos tremiam enquanto eu tentava desalojar os botões. Eu ainda não podia olhar para cima. Finalmente a blusa estava desabotoada. Ele ainda estava enfiada em minha saia.

"Abra a blusa... eu quero ver seus peitinhos. Eu quero ver o botõezinhos de seus mamilos. Eles estavam mesmo durinhos quando eu brinquei com eles, esta tarde," José Bonifácio ordenou calmamente.

Tremendo, eu abri as abas de minha blusa. Eu ainda não podia enfrentar o meu algoz. Olhei para baixo e viu a pele arrepiada cobrir meus seios. Meus mamilos endureceram... e minha buceta continuou a fluir. Eu estava com medo de que o creme de minha feminilidade manchasse minha saia.

"Tire o seu soutien Você não vai mais precisar dele hoje à noite. Eu já tenho um plano... Para você, Júlio e eu." A menção do nome do meu marido me pegou desprevenida. Foi a primeira menção de meu marido, como é que esse menino sabia dele. Senti uma pontada de culpa enquanto estava ali sentada semi-nua, diante desse jovem negro que queria que eu lhe desse o meu sutiã.

Eu finalmente olhei para cima... "Júlio nunca deve saber sobre o que aconteceu hoje. Prometa-me que você não vai dizer a ele... Por favor", implorei.

"O sutiã... AGORA", foi sua única resposta. Eu estava trêmula enquanto desenganchava o fecho da frente. Depois eu puxei as tiras pelas mangas da minha blusa. Meus olhos estavam cabisbaixos quando eu entreguei minha roupa de baixo mais íntima para o sorridente adolescente negro.

"Venha comigo. Você precisa de um novo guarda-roupa. Esta noite você vai ser meu par..." Eu me levantei vagarosamente e segui o adolescente arrogante para a porta. Eu tornei a abotoar cuidadosamente minha blusa. Em silêncio, eu segui o adolescente pelo longo corredor. Saímos do prédio da escola e eu segui com meus passos, humildemente

atrás do garanhão negro.

Quando nós chegamos no meu carro ele entrou do lado do passageiro e esperou pacientemente que eu me enfiasse atrás da direção. "Vamos para o centro", foi a curta ordem que ele deu.

Insegura da atenção do adolescente negro, eu segui cuidadosamente as suas indicações. Eu estava muito apreensiva sobre o destino de nossa jornada, mas... Quando chegamos ao centro da cidade ele tinha me puxar para dentro do, estacionamento de uma loja luxuosa de lingeries. Meu coração gelou... Eu nunca tinha comprado nada naquela cadeia... eu nunca tinha sequer me aventurado dentro de uma loja daquelas.

Quando entramos, a jovem atendente de vendas fez pouco caso. Ela veio até nós, uma professora de matemática de 35 anos de idade e um jovem estudante negro musculoso. "A seção mais conservadora da loja é nessa direção, senhora", ela sorriu suavemente. "Minha mulher não precisa de nenhuma roupa mais conservadora. Ela tem toda a roupa conservadora de que ela precisa para o resto de sua vida. Minha mulher precisa de algo que vai fazer meu pau ficar duro", contra-atacou José Bonifácio.

Eu fiquei mortificada, com meu olhos baixos, enquanto o sorriso da vendedora jovem se evaporava. Ela levou alguns momentos recuperando a compostura antes de falar baixinho, "Por favor, venha por aqui. Eu acho que há algo que pode ser do seu interesse neste departamento."

Quando chegamos ao departamento de artigos de couro, eu olhei em volta ruborizada. José Bonifácio, meu jovem aluno preto, caminhou calmamente ao redor do mostruário. Pegando o que ele pensava que era o meu tamanho, ele estendeu a grandes mãos negras. "Experimente estas daqui. Eu vou te dizer se elas se encaixam na minha idéia", ele declarou arrogante.

Envergonhada, eu peguei as roupas que ele me oferecia e corri para o provador. Uma vez na privacidade do provador eu tentei me recompor enquanto me encostava na porta. Depois de alguns minutos eu ouvi seu punho grande bater na porta querendo que eu aparecesse.

Finalmente, eu olhei para as roupas que José Bonifácio tinha escolhido. Meu coração novamente voou, e minha mente correu. Eu desabotoei devagar minha blusa - uma vez mais - e deslizei minha saia azul marinho para o chão. Quando eu tinha vestido os itens selecionados, eu abri a porta silenciosamente e saí.

Eu vi a reação de José Bonifácio e fiquei satisfeita com seu sorriso largo. Eu me senti bem com sua reação e levantei meu rosto para ver a vendedora que tinha um sorriso arrogante no rosto. Ela sabia, como eu, que as roupas selecionadas só podiam significar uma coisa. Meus mamilos endureceram e senti meu acetinados lábios inferiores novamente produzirem seu orvalho feminino. O couro justo comprimia meu clitóris sensível. "Sim... eu tinha passado pela inspeção de meu Mestre... e gostaria de receber a minha recompensa", pensei.

A vendedora voltou-se para o orgulhoso adolescente negro e perguntou se tudo estava satisfatório. José Bonifácio, os dentes brancos brilhando, simplesmente declarou: "Sim minha professorinha tímida fez meu osso preto ficar duro, realmente duro. Dona Sandra

é você melhor ir pagar suas compras..."

Depois de pagar, eu fiquei contente de voltar ao provador e colocar a minha novas compras nos sacos apropriados. Quando eu coloquei as meias sobre minhas pernas notei as manchas no topo do cano, mas a mancha mais evidente era aquela em minha saia azul marinho. O gozo pegajoso do pintão negro de José Bonifácio tinha coalhado, não só a frente, mas a parte de trás da saia. Tentei raspar a descarga ressecada, mas ela não saiu. Quando eu coloquei minha blusa branca melada de gozo senti-me obscena quando ela se esfregou contra meus mamilos nus. José Bonifácio tinha retido não apenas minha calcinha, como meu sutiã meia-taça e isso me fez sentir mais nua do que se eu não estivesse vestindo nada.

Enfrentando meus temores, eu abri a maçaneta da porta. José Bonifácio estava impaciente para irmos, por isso eu corri atrás dele porta a fora, com minhas compras em meus braços sobrecarregados. Quando chegamos ao carro que ele quis que nos dirigíssemos imediatamente para a minha casa. Eu olhei meu relógio rapidamente. Júlio

meu marido, estaria em casa dentro de uma hora. "Por favor, eu não poderia deixá-lo em algum lugar?" Eu pedi humildemente.

Senti sua mão quente descansar no meu joelho direito. Depois ela começou a escorregar para a parte de cima de minha coxa. "Por favor... estou tentando dirigir. Tenho medo de que... que..." A mão quente continuou a sua jornada. Para cima... para cima até chegar ao topo da minha meia. Eu quase desmaiei quando a mão chegou a minha pele nua acima da minha meia. Os dedos brincaram com o fecho da cinta-liga e, ocasionalmente, se aventuraram em direção aos lábios encharcados de minha buceta. Minha saia coalhada de esperma foi quase arregaçada em torno de meus quadris. Minha mente tentava concentrar-se no trânsito rápido, quando eu senti a mão quente se recolher. Deixei minha mente aproveitar o momento de alívio... e depois senti os dedos longos e fortes apertando o botão de cima da minha blusa. "Por favor... Não enquanto eu estou dirigindo. Todo mundo vai ver", eu implorei.

"Exatamente... eu gosto de mostrar a minha mulher", disse o arrogante adolescente negro. Meus olhos ardiam em frente enquanto o carro acelerava em sua jornada.

Não ousei olhar para os carros que passavam a meu lado de mim nas quatro faixas de tráfego. Depois do que pareceu uma eternidade a blusa estava completamente desabotoada.

Eu fui quase levantada do assento quando José Bonifácio puxou a parte de trás de minha blusa de dentro da minha saia. Quando ele conseguiu puxá-la totalmente para fora, ele separou cuidadosamente os dois lados da blusa apertada. Meus seios pequenos mas firmes ficaram, então, disponíveis para todo mundo ver. À medida que acelerava pela estrada, eu olhei para baixo para ver meus mamilos endurecidos, vermelhos e pontudos, totalmente expostos; e minha saia azul arregaçada na minha cintura. Eu poderia ter morrido de humilhação e medo, mas felizmente a minha saída estava chegando.

Eu tive a sorte de o sol se pôr enquanto eu dirigia pelas últimas quadras até a casa do Sr. e Sra. Júlio Gellieri no bairro de classe média alta. Meu golpe de sorte final foi o fato de que não havia nenhum vizinho à vista, visível, na rua deserta. Minha aparência desgrenhada, somada com a presença de um adolescente negro a meu lado teria chamado a atenção de muitos dos meus vizinhos intrometidos.

Estacionei o carro rapidamente na garagem e a porta foi fechada às pressas. Eu

então me virei para José Bonifácio: "Meu marido Júlio vai chegar em casa nos próximos 15 minutos. Por favor, tenha piedade e saia. Tenho medo de que..." Eu soluçava, sem saber o que dizer.

"Fico feliz que seu marido chegue em casa logo. Há algo que eu e ele vamos ter que discutir. A partir de agora só eu vou foder você. Ele terá de saber lidar com sua nova situação", ele declarou arrogantemente.

Senti uma pontada de medo. "Como era que meu marido de trinta e cinco anos ia aceitar uma declaração tão ousada de um jovem negro de 18 anos?" minha mente se perguntou.

Quando nós entramos em minha casa, ele me afastou para um lado e caiu sobre o grandes sofá de couro. "Traga-me uma bebida... uma bebida forte!" ele ordenou.

Eu estava física e mentalmente exausta. Meu corpo fez para ele e para mim dois uísques duplos e eu me aproximei com sua bebida. Quando o meu braço se estendeu na sua direção, ele agarrou meu pulso e me puxou para o seu lado sobre o enorme sofá de couro. "Desfrute da sua bebida comigo. Seu marido estará em casa em breve e nós vamos resolver quem será o seu parceiro de foda a partir de agora", continuou José Bonifácio.

Ele colocou seu braço direito em volta do meu ombro e sua mão repousou em meu seio direito. Ele brincou despreocupadamente com meu mamilo sensível e estava curtindo a minha apreensão.

Eu fui a primeira a reconhecer o som da porta da garagem se abrindo. Eu era capaz de visualizar cada um dos passos do meu marido enquanto ele se aproximava da porta da cozinha localizada ao lado de nossa garagem para três carros.

A porta da cozinha se abriu. Passos cruzaram o chão da cozinha e depois, quando eu olhei timidamente para cima, vi o rosto do meu marido quando ele olhou a primeira vez meu amante preto e eu sentados no sofá de couro. Eu nunca vou esquecer seu rosto atordoado enquanto ele se focava na mão negra excitando meu mamilo endurecido

minhas blusa completamente aberta e puxada para trás, minha saia azul marinho coberta de porra... e a expressão de choque em meu rosto.

No momento seguinte eu vi a raiva envolver seus 1,75m de altura e 85 kilos. Ele ficou momentaneamente sem palavras enquanto sua mente digeria a cena à sua frente. "Que diabo está acontecendo aqui Sandra?" ele quase gritou.

"Este é o José Bonifácio, Júlio. Ele é um dos meus alunos," Eu deixei escapar timidamente. Quando as palavras saíram da minha boca eu percebi como devem ter soado estúpidas.

"Negrinho, é melhor você largar a minha mulher ou você vai tomar a maior surra de sua vida", gritou meu marido, agora de modo irracional.

José Bonifácio apenas moveu a mão para empalmar meu peito ardente. Ele brincou com meu peito como se fosse uma taça de gelatina. Depois, ele abaixou a cabeça e lambeu o lado do meu rosto com sua longa língua grossa.

Virando-se para Júlio, ele disparou para o meu marido raivoso. "De agora em diante eu vou ser o negrinho filho-da-puta que fode sua esposa. Se você quiser brincar de macho é melhor começar a fazer isso agora, seu babaca..."

Durante a curta seqüência, Júlio tinha medido o jovem negro musculoso. Embora Júlio tivesse quase duas vezes a sua idade, ele não era nem de longe tão forte, alto

ou grande. Se fosse acontecer uma luta, seria curta, rápida e, mais, com meu marido deitado em uma poça de sangue. Os modos de Júlio imediatamente se suavizaram. A raiva é uma coisa... A realidade é outra completamente diferente. "Eu quero que você saia .. agora!" foi próxima abordagem de Júlio, mais suave.

"Arranje uma bebida. Você pode ficar olhando," respondeu José Bonifácio com arrogância. Júlio aproximou-se um passo até que ele viu José Bonifácio retesar seu corpo endurecido. Então, ele recuou até o barzinho que ficava ao lado da cozinha. Ele se virou e preparou um forte uísque triplo antes de retornar para a sala. Ele se sentou humildemente em uma poltrona ao lado do sofá de couro.

Quando Júlio voltou, José Bonifácio baixou o rosto para o meu e gentilmente sondou meus lábios trêmulos com sua língua. Incapazes de compreender os acontecimentos dos últimos minutos meus lábios se entreabiram e a longa língua molhada ficou duelando com a minha. Sua língua explorou minha cavidade oral quente e úmida e eu tentei fazer par com a sua delicada invasão.

José Bonifácio tinha colocado seu copo vazio na almofada ao lado de onde ele estava sentado e sua mão esquerda retornou para o meu joelho esquerdo. Eu recuei quando senti sua mão quente fazer o primeiro contato. Eu tinha puxado minha saia de volta até os joelhos, quando eu tinha me sentado inicialmente, mas a mão-negra encontrara a orla e estava levantando-a lentamente enquanto a mão serpenteava seu caminho até minha coxa. "Por favor, não", eu gemi.

Minha suave repreensão não surtiu qualquer efeito, já que eu senti a mão deslizar mais e mais para cima de minha perna coberta com a meia de seda. Senti a saia começar a subir, mas era impotente para fazer qualquer coisa para evitar a exposição da minha coxa. A mão direita de José Bonifácio continou alisando a parte de baixo do meu peito direito e sua língua insistente continuou me causando grande consternação.

Finalmente eu afastei meus lábios para longe e com ambas mãos tirei a mão grande e calosa dele da minha coxa. Cheia de medo, olhei para meu marido. Seus olhos estavam arregalados e sua boca entreaberta. José Bonifácio também se virou e olhou para Júlio.

"Bem, menino Júlio Eu acho que você e eu temos que decidir quem de nós dois vai foder essa vagaba, não temos?" perguntou José Bonifácio zombando.

O cérebro de meu marido deve ter sofrido um branco. Ele não disse nada... seu olhar era vago... e sua masculinidade estava em estado de atenção dentro de suas calças.

"Isso mesmo, garotinho. Como você não tem nada a dizer, eu vou foder Dona Sandra agora, Júlio. Se você vai agir como um idiota eu peço que saia. Se você for se comportar, você pode ficar..." continuou José Bonifácio.

Eu fiquei ali sentada e chocada, ao lado do adolescente negro que acabara de fazer a declaração mais incrível que eu já ouvira. Fiquei ali sentada com o coração implorando que meu marido se erguesse por mim... por nosso casamento... por seu auto-respeito.

Júlio finalmente recuperou algum grau de consciência. "Eu quero que você saia da minha casa..." ele finalmente murmurou.

José Bonifácio se virou para mim e suavemente ordenou: "Meu copo está vazio. Cuide disso..."

Sem compreender aquele teatro absolutamente aterrorizante que se encenava na minha frente e do meu marido, eu me levantei com dificuldade e caminhei para o barzinho.

Quando passei por meu marido, Júlio, eu olhei para sua masculinidade rígida em estado de atenção. Era a primeira ereção que ele sustentava nos últimos cinco meses.

Eu enchi novamente os copos meu e de José Bonifácio e fiz recatadamente o caminho de volta para aquele jovem negro metido.

"Eu vou foder sua mulher, Sandra. Se você não quiser assistir, pode sair. Se você quer ficar e assistir a pica de um negão escavando a sua esposa, é melhor não tentar interferir. Você ME entendeu... JULINHO?"

Julinho, argumentou cabisbaixo, timidamente, com José Bonifácio: "eu não posso deixar você foder minha esposa. Eu vou chamar a polícia.."

Eu estava parada submissa na frente de José Bonifácio.

"Sandra diga a seu marido o que você fez hoje na hora do almoço?" ordenou José Bonifácio. Eu senti meu rosto e corpo corarem.. "Por favor, Bonifácio, não me faça... por favor não me faça..." Júlio tinha um semblante confuso desenhado em seu rosto.

José Bonifácio levantou-se de seu assento e pôs seu corpanzil diretamente atrás de mim. Eu o senti agarrar minha blusa pelos ombros e deslizá-la por meus braços. Depois

os braços fortes dele envolveram meu corpo trêmulo e seus dedos deslizaram por meu lado. Senti seus dedos mexendo algum tempo no fecho na minha saia. Foi um alívio de apenas alguns segundos, já que ele finalmente conseguiu o que queria e eu senti a minha saia cair até os tornozelos. Eu já tinha tirado os sapatos baixos, de modo que eu fiquei completamente nua diante de meu marido, exceto por uma cinta-liga fina.

"Olhe para o seu marido e diga o que você fez para mim na sala de aula, na hora do almoço", José Bonifácio mandou, novamente. Eu levantei meus olhos, mas tive dificuldade em olhar nos olhos devastados do meu marido: "Eu fiquei de joelhos e chupei o pau de Bonifácio até ele gozar", eu contei soluçando.

"Foi isso aí, Julinho... Sua mulherzinha obediente se ajoelhou na minha frente e chupou meu pauzão preto. Quando eu ia gozar ela apertou meu saco para que eu pudesse depositar toda minha porra nojenta na sua doce boquinha... O que você acha disso

Julinho?" ridicularizou José Bonifácio.

Olhando para o meu marido, que eu podia ver que ele estava completamente destruído. Ele tentou falar, mas as palavras não saíram. "Diz pro Julinho o que você me deu de presente pouco antes do vice-diretor abrir sua porta trancada Dona Sandra", a voz continuou zombando.

Olhando para meu marido ali quebrado, senti como uma faísca cortar todo o meu corpo tenso. "Júlio, eu dei minha calcinha pra Bonifácio. Ele me fez tirar minha calcinha e dar a ele. Eu mal tive tempo de lhe dar a calcinha antes do vice-diretor pôr sua chave na minha porta," eu disse. Eu podia sentir minha buceta continuando a lubrificar. Minha confissão estava começando a me deixar com tesão... a trazer aquela sensação agradável e duradoura de volta para minha buceta carente.

"E depois da aula, Dona Sandra. Que presente você me deu depois?" continuou perguntando José Bonifácio. José Bonifácio usava a palavra Dona antes de meu nome para fazer murchar o meu ego já abalado. Mas também atingiu outra finalidade. Minha buceta melada estava se preparando para a foda inevitável que estava reservada para a professorinha severa e recatada.

"Júlio, depois da escola Bonifácio veio a minha sala e me fez lhe dar o meu sutiã.

Quando chegamos ao meu carro, ele me fez desabotoar minha blusa, para que todos na estrada pudessem ver meus seios nus... Júlio ele me fez fazer todas essas coisas horríveis," eu solucei. Mas, olhando para meu marido, não vi compaixão alguma em seu rosto... Porém, eu podia ver seu pinto crescendo e endurecendo e armando a barraca dentro de suas calças. Parecia que ele estava prestes a explodir.

"Tá vendo, Julinho... Sua preciosa mulherzinha atacou um jovem indefeso e abusou de um aluno", riu José Bonifácio. "Você ainda quer chamar a polícia. Pois vá em frente...

Vamos ver como o seu docinho-de-coco vai se sair na escura e úmida cadeia pública. Aposto que a carreira de professora dela iria sofrer um grande impulso, você não acha

Julinho. Talvez você possa chamar o diretor-assistente e ver o que ele teria a dizer sobre a aparência da putinha quando ele abriu a porta da sala trancada. Pois é, Julinho o que você tem a dizer agora?"

Júlio caiu silenciosamente sentado na poltrona. Um homem quebrado, ele apenas quis tomar um gole mas encontrou seu copo já vazio. Seu pinto duro enraivecido pulsou quando ele olhou para sua esposa tímida quase nua e para o adolescente preto grande e forte que estava zombando de ambos.

José Bonifácio me virou para para que eu pudesse encará-lo. Eu afastei a saia azul e olhei em seus olhos escuros. "Tire minha roupa Dona Sandra", ele ordenou.

Eu removi cuidadosamente a camisa de sobre seus ombros largos e musculosos. Eu deixei as minhas mãos correrem por seu peitoral maciço e sua barriga ondulada. Meus dedos delicados agarraram a fivela do cinto largo e eu tive que puxar com força para soltar o pino. Puxei o cinto dos passadores e depois voltei para o botão da calça jeans. Senti José Bonifácio inalar quado eu soltei o botão do ilhós e depois olhei para o rosto severo. Para um jovem adolescente, seu rosto mostrava uma dureza de um homem muito mais experiente.

Ficando na ponta dos pés eu ofereci meus lábios aos seus... Meus dedos delicados seguraram a guia do zíper e eu deixei ele me enfiar a língua enquanto o zíper era puxado para baixo. Embora eu seja uma mulher alta, eu mal chegava a seu peito. Quando o zíper foi puxado tudo que era possível, eu enfiei as minhas mãos na calça jeans e levei-as até agarrar sua bunda maciça. A calça jeans caiu facilmente ao chão quando foi puxada ao longo da sua bunda preta musculosas.

Enquanto os jeans escorregavam, eu senti o pau preto melado e duro bater contra o meu estômago firme. A pré-porra melecou meu estômago e o pinto duro pareceu tão sólido quanto um tijolo. Eu fiquei tonta quando senti o baque de sua arma de macho contra o meu corpo delicado.

Suas mãos fortes voltaram para os meus seios e ele manipulou com força as pontas sensíveis a seu favor. Levou apenas alguns segundos para os mamilos endurecerem... Levou menos tempo ainda para minha buceta engolfar-se completamente com meu doce lubrificante feminino. Eu tinha estado melada desde o primeiro momento, na hora do almoço... agora eu estava inundada com suco de buceta inundando minha gruta

em antecipação do homem de verdade que ia meter seu pau duro profundamente em minha barriga.

Eu senti que não podia esperar mais e caí de joelhos. Minha boca ansiosa encontrou a ponta do rolo de carne africana preto e duro e eu ansiosamente enfiei o tubo de carne negra gotejante na minha boca desejosa e quente. Minha língua acariciou a ponta... e depois viajou ao longo de todo o comprimento daquela maçaroca escura, ou pelo menos ao longo do que eu podia chupar para dentro de minha boca.

José Bonifácio me servindo sua espiga pairou sobre mim e ficou olhando a reação do meu marido a minha obscena exibição de luxúria. "Acaricie-se Júlio .. Depois que eu foder sua esposa você pode chupá-la. MAS VOCÊ NÃO TEM PERMISSÃO PARA FODÊ-LA NUNCA MAIS..." ele ordenou.

As palavras cortaram profundamente, mas eu não estava com desejo de palavras... o que eu desejava era um caralho preto e duro e nada iria atrapalhar as minhas necessidades... não naquele momento. Minha língua esbanjou saliva e carícias no tubo preto rígido. Eu ansiava pelo pintão de José Bonifácio. Eu adorava o pulsar e os espasmos de suas veias grossas...

"No sofá..." foi sua ordem simples. Eu obedeci imediatamente. Eu dei a volta em torno de seu corpanzil e me coloquei na borda da almofada. Eu olhei para ele faminta, implorando com os meus olhos.

"Por favor, ponha um preservativo...," eu pedi humildemente. "Abra as coxas... eu quero ver essa bucetinha apertada". E virando-se para Júlio, "eu mal pude meter meus dedos na buceta de sua mulher essa tarde, Júlio. Eu acho que você não está satisfazendo sua esposa, se ela estava tão apertadinha... Quando eu foder ela, Júlio, vai ser como foder uma virgem, porque com maldita certeza você nunca deu uma surra nessa buceta... " ele zombou do meu marido.

José Bonifácio deu um tapa nas minhas coxas e eu afastei minhas pernas ainda mais. Doeu arreganhar tanto minhas pernas, mas eu tive que fazê-lo... o pintão de José Bonifácio era imenso. "Por favor, não me foda sem camisinha. É o meu período fértil e estou sem nenhuma proteção", eu continuava a implorar. "Eu mandei você se arreganhar.. Como é que eu vou enfiar meu pinto preto na bucetinha pequena da mulher de Júlio se ela não abrir as pernocas brancas para mim?" perguntou José Bonifácio.

Eu sabia que ele ficava enfatizando minha condição de mulher de Júlio para humilhar meu marido; mas aquilo também me despertava uma pontinha de orgulho por estar sendo disputada pelo potente guerreiro negro que, ainda quase um menino, arrebatava a fêmea branca do oponente, pela superioridade de sua ascendência.

Eu estava olhando atentamente o grande adolescente negro enquanto ele zombava do meu marido. Ele então se aproximou de joelhos entre minhas pernas e eu resvalei para baixo sobre as almofadas do sofá para que eu pudesse colocar minhas canelas em torno de suas coxas musculosas.

Eu senti a ponta do ferro quente, quando ele avançou aquela adaga em minha direção. Ela raspou a pele na parte superior das minhas coxas deixando um rastro de pré-porra semelhante a um barbante escorrendo sobre as almofadas do sofá de couro preto.

Minha cabeça rodopiou de necessidade, e também de medo de ter sua semente negra fértil depositando um bastardinho negro no fundo de meu ventre...

Meu marido estava afundado na poltrona assistindo José Bonifácio preparar minha buceta para seu poderoso pintão preto. A boca do jovem guerreiro negro estava aberta e escorria baba de seus lábios. Sua mão estava acariciando freneticamente seu chouriço agora exposto.

Eu senti a ponta, finalmente, chegar à entrada do meu buraco ensopado e me pareceu como um tronco enorme. Por um momento eu fiquei assustada e comecei a dar para trás sobre as almofadas, mas as mãos fortes de José Bonifácio agarraram minha cintura e me puxaram de novo para a beirada. Meus olhos aterrorizados se fixaram nos seus semi-cerrados como fendas e eu senti a ponta de seu caralho se alojar na abertura de minha xoxota. Meu creme lubrificou a cabeçorra e José Bonifácio meteu os primeiros dois centímetros. Eu me ouvi soltar um grito triste.

Bonifácio forçou mais dois centímetros e depois retirou-os bem devagar. Olhei para o contraste do meu estômago branco e cremoso contra a escura manjuba negra. A glande estava molhada de minhas secreções e eu supliquei a José Bonifácio com os meus olhos para pôr fim aquela violação. Ele sorriu enquanto seus quadris chacoalharam para a frente e empalaram minha gruta do amor distendida na ponta do seu caralho preto.

Tentei me adaptar à sensação de intenso preenchimento, rebolando devagarinho minha bunda sobre a almofada de couro, quando senti outra estocada... e mais cinco centímetros de pau preto sólido encontraram seu caminho profundamente em minha feminilidade arreganhada. Ele deixou que seu pau escorregasse um pouquinho para fora, antes de empurrar de novo para a frente. E enquanto ele lançava suas nádegas musculosas para a frente seus braços fortes puxavam minha cintura para ele e eu rebolava no seu pintão preto arrombador.

O suor escorria do meu rosto e do meu corpo. Embora anteriormente tivesse estado frio e seco na sala, o lugar agora estava um inferno de calor e umidade. Eu tentei levantar meus quadris para reduzir a pressão e, logo que as minhas pernas forçaram meus rins para cima eu fui preenchida por um outro pedaço da mangueira preta. A pressão era intensa. Eu nunca tinha sido tão estufada como estava sendo naquele momento. Meu inadequado e mal-provido marido, mesmo quando ereto, nunca poderia encher nem a metade do que aquele jovem negro estava preenchendo. Eu implorei mais uma vez, "Não goze dentro de mim... Por favor... Oh meu Deus, por favor..."

José Bonifácio, com o rosto tenso, apenas sorriu. "Sua bucetinha vai receber toda a porra preta que ela pode conter. Eu só fodo sem camisinha... Eu não sou um menininho branco covarde... Espero bater um filho na sua barriga branca. Você terá algo a falar com suas coleguinhas professoras, Sandra... " ele ridicularizou.

A visão de sua professora de matemática grávida lhe deu ainda mais tesão. Ele não podia mais se controlar e ficou bombando seu pintão negro nas minhas profundezas. Ao mesmo tempo, seus braços musculosos agarraram minha cintura e forçaram brutalmente todo o meu corpo na direção do caralho preto. Naquele momento, eu pensei que ele ia me rasgar ao meio. Toda minha alma estava sendo empalada no seu cano preto grosso e comprido. Eu gritava em agonia enquanto parecia que meus quadris eram arrancados de suas bases e minha mimosa bucetinha branca era recheada com um rocambole negro do tamanho do de um jumento.

Tão rápido quanto o empalamento acontecia, uma fração de segundo depois, o poste preto era recolhido... e depois o bate-estacas enchia minha buceta de novo... e de novo... e de novo... O vai-e-vem de pistão estava atingindo seu objetivo. A intensidade, o relaxamento, a sucessão estava obrigando que meu corpo violado correspondesse ao dele. Correspondesse à sua conquista total do meu corpo e alma.

Eu não podia fazer nada, exceto ficar ali e aceitar a dor... e o prazer impostos por seu magnífico caralho preto. Ele me forneceu ambos com facilidade. Num momento eu mal podia respirar dado o total preenchimento... no momento seguinte eu estava enlaçando minhas canelas em volta de suas nádegas musculosas, implorando para ele me espetar... Me EMPALAR em sua esplêndida masculinidade preta.

Eu não olhava para meu marido, mas sentia sua presença através de sua respiração pesada, ofegante. Eu gritei, não sei se pedindo ajuda ou se buscando humilhá-lo

mas eu gritei. Eu gritei que o vergalhão de Bonifácio era imenso e estava me esquartejando. Eu narrava o que acontecia e meus sentimentos:

"Júúúúúlio, me ajude. Me ajude, Júlio, que Bonifácio está me fodendo tão gostoso que eu não vou resistir. Vai lá dentro, Júlio, o pinto dele vai lá dentro até o meu útero. É grande demais e enche minha buceta."

Eu fazia força pra apertar o êmbolo negro que pistoneava minha buceta branca impondo seu poder sobre minha carne submissa: "Não deixa ele me foder, Júúúlio. Não deixa!!! A culpa é sua. A culpa é sua que eu esteja fodendo gostoso. Ela vai tão fundo, Júlio. A piroca dele me alarga, Júlio. E vai tão fuuunnnndo."

José Bonifácio afundava seu caralho grosso e potente na minha carne delicada, girando os quadris num movimento de saca-rolhas. Eu aproveitava para apertar meus peitinhos espalhando a sensação de prazer que começava na forquilha de minhas coxas. Eu queria levantar e me abraçar nele para ficar totalmente pregada na sua rola. Mas eu não podia. Cada vez que ele metia fundo na minha buceta eu era jogada para trás e batia a cabeça no encosto do sofá. Aí, eu largava meus seios e espalmava as mãos na almofada e tentava levantar para abraçar meu menino macho, meu macho menino, mas ele me puxava e rosqueava sua jibóia melada com sua porra e meu orvalho, e começava tudo de novo. E aí eu gemia e contava tudo para meu marido:

"Ele me rosqueou no pau dele, Júlio. Aparafusou minha buceta. Ai, Júlio, o Bonifácio está rosqueando minha buceta. Bonifácio é um macho mau, meu amor. Elé é muito mau, Júlio, É um macho preto fodedor. Arrombador de minha buceta. Eu te amo, Júlio. Mas não deixa ele fazer isso comigo."

Enquanto cada segundo rugia, eu ouvi um latejar constante na minha cabeça enquanto procurava me agarrava no homem-animal, no menino-animal, no animal que estava atochando seu músculo gordo na minha rósea condição de fêmea caucasiana, me domando e submetendo, esporeando e incitando, e rapidamente me levando ao gozo total e completo. Eu não conseguia parar... Eu não conseguia respirar... Eu não podia esperar pelo momento mágico que estava tão perto.

O primeiro orgasmo, ao explodir, inundou todo meu corpo. Cada nervo... cada fibra foi totalmente consumido pelo prazer e as sensações atordoantes e ele liberou, enquanto o sentimento se espalhava por todo meu corpo. Ofegando para recuperar o meu fôlego eu tentei me manter emparelhada com José Bonifácio. Eu jogava minha buceta na sua direção, na direção de seu chouriço preto quando ele me estocava. E eu arriava a bunda na almofada quando ele tirava tudo até que só sua bolota roxa ocupasse a boca de minha caverna, para me manter alargada para uma nova invasão.

Ele não tinha parado, mas, ao contrário, tinha aumentado suas poderosas estocadas. Olhei para o vórtice entre minhas pernas obscenamente arreganhadas e pude ver o pintão preto enorme entrando e saindo da minha buceta grotescamente esticada. Toda vez que o tubo preto era empurrado para a frente eu podia ver meu baixo ventre se erguer como resultado da inserção. E quando ele puxava sua arma, as paredes de minha buceta a seguiam como um rebanho submetido a seu líder, meus lábios vaginais agarrados ao cilindro carnudo de sua macheza.

Não havia nada que eu pudesse fazer, exceto agarrar o magnífico animal preto com minhas pernas. Eu o puxei para a frente e resisti quando ele tentou puxar seu pênis do meio de minhas pernas.

O segundo clímax foi muito mais sereno que o terremoto do primeiro. Onde o primeiro foi terra sacudida e mares em revolta, o orgasmo que veio depois foi como uma aeronave decolando, subindo e flutuando. Eu fui uma pipa empinada na ponta do pretume carnudo de Bonifácio, mergulhando das nuvens em busca de sustentação, para ascender de novo carregada no vento do prazer.

Mas o meu segundo orgasmo não desacelerou o adolescente que me fodia brutalmente. Eu perdi a conta após o quinto orgasmo múltiplo e acho que perdi a consciência. Finalmente, finalmente eu ouvi um grunhido enorme e senti seu corpo musculoso desabar sobre o meu com um grito de "Minha Professora Puta!!!"

José Bonifácio despejou jatos e jatos de sua porra negra no fundo de meu útero branco benevolente. Eu o envolvi com braços e pernas, e grunhi no seu ouvido pedindo para ele continuar socando fundo seu poder de macho negro na minha carne conquistada. Eu lambia o suor salgado de seu rosto e murmurava em seu ouvido a minha rendição e admiração.

Fui recompensada com novas injeções de gordura quente emanadas do rolete preto inchado que ele introduzira e agora mantinha embutido em minha derrotada vida branca.

A torrente de semente preta gordurosa pareceu inundar os recessos interiores do meu corpo ofegante. O esperma escaldante ricocheteou ao longo da minha buceta estufada e melou não apenas minhas coxas, como escorreu para minhas nádegas e inundou meu cuzinho enrugado. A devastação foi total. Levei alguns minutos para recuperar o sentido de onde eu estava ou o que tinha realmente acontecido.

Por fim, eu olhei para cima e vi meu marido agachado contra a frente da cadeira em que estivera sentado. Seu pau mole avermelhado murchara e a parte da frente de sua calça mostrava as reminiscências de uma ejaculação. Seus óculos pendiam de seu rosto e seus olhos traziam um olhar distante.

O adiamento de sua sentença teve curta duração. Quando José Bonifácio se recuperou da explosão de seus escrotos ele saiu do meu corpo exausto e sugado.

Meu corpo estava coberto do mingau nutritivo que jorrara de sua seringa negra e exibia várias manchas vermelho-brilhante onde o meu menino negro tinha me beliscado durante nossa trepada animalesca. Seu volumoso esperma leitoso continuou a fluir das dobras esticadas e doloridas de minha buceta. Aquilo tinha encharcado a minha fenda emoldurada de pelos e empoçado abaixo das almofadas, onde eu jazia meio de bunda para cima.

Eu me virei e escorreguei das almofadas, ficando de joelhos na frente de José Bonifácio. Meus braços foram erguidos sem vontade consciente e minhas mãos pousaram em seus quadris. Eu ergui meu rosto e fixei a máscara negra de Bonifácio, adorando aquela torre de masculinidade preta que se levantava perante mim. Meus olhos verdes sem dúvida alguma lhe disseram o que eu queria dizer e não tinhas forças ou coragem para tanto: que a minha carne de fêmea branca reconhecia a superioridade do músculo venoso preto que pendia de sua virilha africana. Eu já não era mais a professora severa, mas uma menina branca delicada e desejosa da carne e da potência do guerreiro negro destinado a fecundá-la.

Eu me vali de meus cabelos castanhos para recolher com carinho imenso a gosma gordurosa que ia do pelame negro da ponta de seu caralho e escorria a partir de seu joelho, onde se encostava. Por serem curtos meus cabelos, meu rosto acariciou o inchaço sedoso de José Bonifácio.

Depois, meu lábios tocaram suavemente, no roxo de sua glande. Partiram-se levemente, para dar passagem à ponta, só a pontinha, de minha língua. E de baixo para cima irem deixando-me engolir a cobra negra. Grossa. Brilhante de lubrificação. Minhas narinas avançando, precursoras, no cheiro forte. Cheiro quase nojento da porra nutritiva de José Bonifácio e da porra escorregadia de Sandra Gellieri. Da potra no cio e do jegue negro fodedor. Minha e do meu amante.

Eu chupei, sorvi, suguei, lambi.

Espremi, colhi, molhei, mordi.

Lavei, limpei, soprei, sequei.

Eu honrei e dignifiquei o rolo negro de carne que fez da professora branca a vagabunda feliz. E depois eu abracei as pernas de José Bonifácio e escorreguei abraçada a elas até o chão, repousando minha cabeça em seus pés, humilde e humilhada. Aos pés do adolescente negro que tomara posse de mim pelo poder da carne preta e pelo legítimo direito da foda.

"Ei, corno, mexe essa bunda mole pra cá", gritou José Bonifácio para meu marido.

A ordem tirou Júlio de seu estupor. Ele balançou a cabeça cansada. José Bonifácio levantou-se, caminhou até onde meu marido estava desabado. Curvando-se, ele agarrou Júlio por uma das orelhas e começou a puxá-lo para o sofá com ele. Júlio lutou com o jovem negro musculoso, mas não conseguiu escapar de sua garra firme na orelha quase retorcida.

Depois que José Bonifácio voltou para o sofá, e caiu nas almofadas macias, ele disse: "Sua esposa me chupou e me limpou bichinha... Agora é sua vez."

Júlio empalideceu e começou a virar e engatinhar para longe. José Bonifácio foi atrás dele e lhe deu uma bofetada brutal atrás das orelhas, trazendo-lhe estrelas aos olhos...

Júlio estava totalmente aterrorizado e novamente tentou se afastar rastejando. O jovem negro musculoso simplesmente o agarrou pelo tornozelo e puxou meu marido lutando de volta para o sofá de couro. Depois que o arrastou de volta, José Bonifácio deu uma outra bofetada na cabeça de Júlio, dessa vez na outra orelha. Júlio levou as mãos e braços para cima e implorou: "Por favor não me bata de novo... Por favor..."

José Bonifácio relaxou e repousou contra o encosto do sofá. "Eu disse a você para chupar meu pau como sua esposa. Faça isso ou eu vou dar-lhe outra dose do que é bom pra a tosse."

Meu marido não precisava de outra dose. Ele se arrastou humildemente até a borda do sofá e se levantou. Ele estava olhando diretamente para o ainda tubo preto semi duro que tinha acabado de foder violentamente sua esposa. José Bonifácio agarrou-o pela parte de trás da cabeça e puxou-o bruscamente para a frente.

Júlio imediatamente abriu a boca e foi recompensado pela inserção do pinto negro de José Bonifácio. Ele sugou febrilmente, como se procurasse algum sabor remanescente do esperma preto e de meus óleos femininos na grande arma tão intensamente usada pelo adolescente negro. Júlio levou quase quase cinco minutos polindo com a boca e a língua a masculinidade negra.

José Bonifácio sorrindo levantou as pernas e as abraçou de encontro a seu peito... "Agora lambe meu cu..."

Júlio não entendeu a ordem logo, mas com o buraco preto franzido a apenas alguns centímetros de distância de seu rosto molhado e brilhante, ele finalmente compreendeu a ordem terrível. Ele começou a sacudir a cabeça... mas o olhar intenso do a musculoso adolescente negro finalmente fez cair a ficha. Novamente. José Bonifácio sorriu quando sentiu a língua do meu marido deslizar no seu ânus. Sua mão esquerda encontrou a parte de trás da cabeça dele e com os dedos firmemente plantados no cabelo liso ele puxou Júlio para a frente até que ele ficasse totalmente enterrado em seu rabo preto. A submissão durou quase cinco minutos e, finalmente, Júlio foi chutado para longe.

Eu fiquei absolutamente imóvel enquanto meu marido era obrigado a pagar por sua submissão. Ele não tinha me defendido contra o ataque terrível que eu sofrera e eu não senti nenhuma piedade dele enquanto ele se esforçava para lamber o cu fedido de meu amado fodedor negro.

Meu corpo doía, de minha cabeça até minha buceta arrombada. A semente de José Bonifácio continuava a escorrer de meus lábios inchados. Eu não conseguia compreender quanto esperma tinha sido injetado em minha feminilidade até então raramente usada. Tentei mudar de posição, mas cada movimento trazia dor a meus músculos alongados... e minha vagina arreganhada.

Quando Júlio foi chutado para longe, eu virei a cabeça e olhei para o meu aluno. Seu olhar gelado confirmou os meus receios de que aquilo não seria o fim da servidão, minha ou do meu marido, a nosso novo Senhor Negro.

Meu marido deitou a meus pés, depois de limpar o pau e o ânus de meu amante negro.

Eu tentei virar meu corpo cansado e pareceu que cada músculo meu doía. Meu amante negro e adolescente tinha retorcido o meu corpo em tais ângulos que cada um dos meus feixes musculares gritava por alívio. A monstruosa descarga de José Bonifácio ainda vazava de minha buceta, e escorria por minhas coxas e molhava meu cu, mesmo depois de quase uma hora de seu amor brutal.

José Bonifácio se mexeu e deslizou para a borda das almofadas do sofá. "Hei, Julinho, o que você acha de ter um meninho preto bastardo correndo em volta desta bela casa. Em nove meses a sua esposa vai abrir as pernas e meu filho negro vai sair pra fora. O que você vai achar disso, seu corno brocha? "

Completamente quebrado, Júlio olhou para seu algoz e humildemente balançou a cabeça. "Não... Eu não posso aceitar que...," ele silenciosamente murmurou. "Então, seu corno, eu sugiro que você chupe a minha porra para fora da buceta de minha nova cachorra..." zombou, José Bonifácio.

Meu marido, Júlio, estava totalmente hipnotizado pelo adolescente negro que tinha tomado posse de sua mulher... Ele parecia não acreditar no que acontecera nas últimas horas. Ele tinha assistido sua mulher, que até então fora quieta e tímida, se tornar uma fúria sexual na ponta do pau de um jovem negro. Ele havia testemunhado o declínio da sua seu própria masculinidade... sendo obrigados a limpar o pintão preto que tinha cativado totalmente sua esposa. Fora forçado a chupar o cu enrugado do sedutor. Fora chutado no chão como um cão vira-latas. E por último .... Fora ridicularizado pelo intruso negro depois que ele provavelmente emprenhara sua esposa.

Este último pensamento consciente finalmente lhe trouxe algum senso de realidade. Ele rastejou entre minhas pernas e as afastou delicadamente. Mesmo aquele movimento trouxe tensão aos meus músculos já sobrecarregados. Olhei para o homem que eu tinha amado, mas que agora eu detestava. Afinal, ele havia permitido que aquele negrinho-negão-adolescente me fodesse com selvageria...

Reunindo minhas forças restantes eu estendi as duas mãos por trás de seu couro cabeludo molhado e puxei seu rosto na direção de minha fenda delicada e distendida.

O contato inicial foi relaxante. Sua língua macia e molhada acariciava os lábios inchados de minha buceta dando-me alívio. Senti a ponta de sua língua serpear minha gruta à procura de semente de José Bonifácio e afastei minhas pernas. Eu ainda estava usando minhas meias e apreciei o erotismo do espetáculo de meu marido adorado chupando minha buceta, com minhas pernas cobertas de seda em volta da cabeça.

Adoração e ódio por meu marido. Adoração e desprezo por sua língua aliviando a tensão de minha carne. Adoração e nojo pela gosma que José Bonifácio depositara em minhas entranhas. Adoração e respeito pelo poder animal da África que arrebatara o alvor de meu corpo e de minha vida incolor para o negrume de sua potência e de sua fortaleza.

Júlio era um homem com uma missão. Ele continuou tentando inserir sua língua molhada cada vez mais fundo, na tentativa de rsgatar mais do esperma salgado deixado pelo meu amado adolescente negro. De cócora perante mim, Júlio segurou nas minhas coxas cansadas tentou abrir minhas pernas ainda mais e mais para permitir-lhe acesso cada vez maior. Eu era recompensada por sua língua quente que mergulhava cada vez mais fundo nos meus recessos molhados. Sentia sua língua recolher como concha a descarga do menino negro e o ouvi sugá-la goela abaixo.

Com o canto do meu olho eu vi a forma escura do adolescente-menino-homem se levantar e mover a passar por trás do meu marido. Eu vi seu rosto de ébano quando ele colocou o dedo nos lábios e fez sinal para eu me calar. E eu obedeci o menino do pintão preto predador.

Quando ele estava diretamente atrás de meu marido, ele fez sinal para eu levantar as pernas e descansá-las sobre os ombros do meu marido. Apesar de eu não perceber imediatamente o que ele estava pedindo, concordei sem hesitar. Quando eu cruzei minhas pernas cobertas com as meias de seda por cima do ombro do meu marido eu consegui o agradável efeito de dirigir o seu rosto ainda mais profundamente para minha fenda em ebulição. E além disso ele ficou efetivamente imobilizado, sem poder desalojar as minhas pernas...

José Bonifácio virou-se e caminhou para o banheiro. Em seguida eu ouvi o chuveiro abrir e o barulho da água jorrando e batendo o chão de mármore denunciando que a porta ficara aberta. Eu deixei meus olhos se fecharem e fui capturada por um sono suave. Ao adormecer, eu senti meu marido Júlio, escapar das tenazes de minhas coxas e deslizar soluçando baixinho a meu pés cobertos de seda.

Quando voltou, José Bonifácio suavemente acariciou minha testa. "Vai preparar a nossa cama." Olhei para cima com um olhar intrigada. "De agora em diante vou dormir com você na cama do casal. Seu marido pode dormir em um tapete perto da porta. Quero que ele ouça quando eu lhe der prazer. Agora, vai..."

Júlio, com os olhos distantes, balançou a cabeça humildemente. Eu puxei meu corpo cansado para fora do sofá de couro e segui as ordens de meu amante negro adolescente.

Quando eu completei a tarefas que ele havia dado, voltei e me pus na porta completamente nua.

"Se quiser, você pode assistir. Tenho certeza de que você vai ouvir quando eu espremer meus culhões em sua esposa novamente esta noite...", disse José Bonifácio ao meu marido, que humildemente acenou com a cabeça.

Eu adormeci primeiro, mas fui despertada cerca de três horas depois. José Bonifácio estava chupando meus seios distendidos. Ele chupou os mamilos duros em sua boca e mordeu seus bicos com força. Isso produziu uma dor aguda mas também trouxe... excitação.

Na hora em que ele me cavalgou eu estava molhada. Ainda que minha buceta estivesse molhada e pronta para recebê-lo, seu tamanho voltou a me intimidar.

O pintão preto escorregou para dentro da minha buceta pequena e dolorida e depois de me foder intensamente por quase 30 minutos José Bonifácio depositou sua semente preta viril no fundo do meu útero. Eu parecia estar em um ciclo interminável de orgasmos intensos desde que aquele jovem negro muscular e alto entrara na minha vida.

Depois de apertar a última gota de sua semente em meu corpo cansado e esgotado José Bonifácio se levantou e caminhou até a porta. "Limpe sua esposa. Se você se apressar você pode chupar meu gozo de dentro da xana dela. Se você falhar, sua esposinha delicada vai ficar prenha do meu bebê... CHUPA ELA!!... Agora!"

Meu marido saiu obediente do tapete onde estava dormindo e rastejou para nossa cama de casal. Sua língua encontrou de novo meu buraco e sugou a semente de José Bonifácio que tinha vazado para o exterior. Depois, ele forçou-se a afundar na minha xota. Eu tenho certeza de que ele foi capaz de recuperar um pouco do líquido espesso. Ele continuou até que tivesse me limpado exaustivamente e depois, grogue, se retirou de nossa cama e voltou para o seu tapete.

Eu senti o ranger das molas quando José Bonifácio deitou-se novamente e rapidamente caiu no sono.

José Bonifácio me possuiu mais duas vezes naquela primeira noite de minha rendição. A cada vez, meu marido Júlio foi obrigado a limpar minha buceta de sua semente viril. Enquanto eu adormecia depois de ser usada pela última vez naquela noite, meus pensamentos se fixaram no que iria acontecer no dia seguinte. O que mais poderia estar reservado para mim e meu marido?

O QUÊ ???????

Comentários

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k.
15/08/2011 00:34:16
é o tipo de narrativa que a gente fica querendo torturar o autor pra ele postar logo a continuação. que excitação. que capacidade para envolver a gente!
14/08/2011 20:00:05
sensacioanl
13/08/2011 18:40:59
acabei de encontrar.Me desculpe
13/08/2011 18:39:53
Kd a primeira parte?não encontrei...está com outro título?

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