I. Minha vida de incesto: O inicio com tia C.

Um conto erótico de Marcelo Rochier
Categoria: Heterossexual
Data: 21/03/2014 06:32:15
Nota 9.67

Quando terminei o 3º ano prestei vestibular para um curso fora de minha cidade, fui aprovado em primeira chamada e em poucos meses estava me mudando para a casa de tia C. Ela é irmã da minha mãe, mora sozinha, tem boa condição financeira e me assegurou que não seria nenhum incomodo eu morar com ela (disse até que seria bom ter companhia).

Durante o primeiro ano morando em sua casa nossa convivência se desenvolveu normalmente sem que nada especial acontecesse, na verdade eu mal via tia C, pois ela trabalhava o dia inteiro e eu estudava a noite, quando chegava titia já estava dormindo, quando ela saia para trabalhar eu é quem estava no mais profundo sono e como ela não almoçava em casa nosso contato era quase restrito aos fins de semana.

As coisas começaram a mudar em uma noite quando cheguei da faculdade e minha tia ainda estava acordada resolvendo alguma coisa relacionada ao seu trabalho. Entrei em casa cumprimentei-a e fui para o computador deixando que ela terminasse suas tarefas, após algum tempo ouvi tia C. mexendo nos armários da cozinha, provavelmente pegando um copo para tomar água antes de dormir, resolvi ir até lá conversar um pouco com ela antes que fosse dormir. Ao chegar à cozinha pude observar como titia estava vestida: usava uma camisola preta aberta lateralmente nas pernas e com um belo decote, o tecido fino marcava suas curvas e se enfiava levemente entre suas nádegas, também denunciava a rigidez de seus mamilos. Eu nunca havia parado para reparar no corpo dela, era uma mulher normal de estatura mediana com um pouco de sobrepeso e um belo rosto, mas aquela camisola revelava algo novo para mim. Os seios grandes de tia C, apesar de um pouco caídos pela idade, aparentavam ainda ser volumosos e bonitos; e sua bunda se mostrou um monumento escondido pelas calças comportadas usadas no dia a dia.

Para piorar (ou melhorar) a situação ela tentava alcançar uma xícara nas prateleiras mais altas fazendo a camisola levantar e mostrar a ponta de sua bela bunda. Logo que vi aquilo um volume começou a se formar sob minha bermuda de pijama, denunciando minha nova visão sobre titia. Cheguei por trás, mas sem encoxa-la, e peguei a xícara que ela queria, tia C me agradeceu e deu uma breve olhada para minha meia ereção, fingi que nada estava acontecendo comecei a conversar normalmente com ela sobre assuntos banais. Em certo momento titia me perguntou sobre as namoradas e quando eu disse estar solteiro C. não acreditou que um “homão” como eu não estivesse namorando, e ao falar “homão” deu mais uma manjada no meu volume. Isso me fez ficar à ponto de bala, mas ela interrompeu a conversa dizendo que estava cansada e ia dormir, se aproximou de mim para um beijo no rosto desejando boa noite, neste beijo os cantos de nossos lábios se tocaram e após ele fuzilei os olhos de minha tia com os meus, a partir daquele momento nossa química estava firmada.

A partir dali o clima foi esquentando, nossos abraços se tornaram mais longos e calorosos, todos os beijos no rosto eram perigosamente próximos aos lábios e tia C passou a se vestir de forma mais ousada quando estava em casa, usando roupas decotadas sem sutiã e calças que valorizassem sua bunda, também adquiriu o belo costume de passear de toalha pela casa após sair do banho. Quando ela estava em casa eu ficava o tempo inteiro de pau duro por suas provocações, e foi numa destas provocações que ela passou dos limites.

Estava em meu quarto e ouvi ela me chamar ao quarto dela, ao chegar lá me deparo com titia de calcinha e sutiã pedindo que eu pegasse um travesseiro alojado na parte mais alta de seu guarda-roupa. Assim que a vi daquele jeito comecei a ficar excitado, peguei o travesseiro e entreguei para ela que o colocou em cima da cama e veio me dar um abraço e um beijo de agradecimento, eu que estava sem camisa senti todo o calor de seu corpo pelo meu e parei de raciocinar normalmente. O canto dos lábios não seria o suficiente naquele momento, olhei profundamente em seus olhos e coleio minha boca à sua, fui instantaneamente correspondido.

Minha tia liberava todo o desejo reprimido desde o dia na cozinha, me apertava forte em seu abraço e espremia meu membro duro contra seu corpo seminu. Uma de minhas mãos correu suas costas e foi aterrissar naquela bunda macia enquanto a outra abria seu sutiã. Tirei a parte de cima do conjunto e passei a apertar seu com vontade. Descolei nossas bocas e passei a ora mordiscar seus mamilos ora sugar como um bebê, titia não falava nada só jogou sua cabeça para trás e começou a gemer baixinho.

Deitei tia C. na cama e fui tirando sua calcinha revelando uma buceta rosada com pelos aparados na parte de cima, deitei por cima dela pressionando minha rola em sua vagina enquanto dava mais um beijo ardente em sua boca. Desci mordendo o seu pescoço, sugando seu seio, lambendo sua barriga, beijando suas coxas e, finalmente, caindo de boca naquela linda buceta. Os gemidos de titia aumentaram e sua mão se agarrou em meus cabelos forçando minha cabeça contra seu órgão de prazer. Entre os gemidos ininteligíveis ela falava: “Isso chupa a titia vai, me lambe gostoso sobrinho”. Deliciei-me ali por um bom tempo, até que tia C. me colocou sentado na cama, se ajoelhou em minha frente, tirou meu pinto pra fora, passou a língua pela cabeça e depois o engoliu numa mamada magnífica.

Toda a experiência de titia ficou evidente com aquela chupada, de longe a melhor que eu havia recebido. Chupava com gosto, passava a língua e me masturbava antes de voltar a mamar em meu cacete. Avisei que ia gozar, mas ela continuou com a boca em meu pau, engoliu toda minha porra e seguiu chupando até que eu estivesse como pedra novamente (o que não demorou). Quando voltei ao ponto minha tia subiu na cama e veio sentando sobre mim, pincelando minha pica em sua buceta antes de introduzir lentamente e consumar nosso incesto.

Começou cavalgando lentamente enquanto mordia meu pescoço e foi acelerando conforme eu brincava com seus seios. Cada vez que quicava em meu caralho titia gemia mais alto pedindo: “Mete vai, mete na tia, arromba essa safada seu puto”. Eu alternava entre apertar seus seios, que balançavam na minha frente, e desferir tapas em sua bunda. Quando eu estava quase gozando novamente tirei tia C. de cima de mim e a coloquei de quatro na cama. Que visão amigos, sua bela bunda se abria na minha frente revelando um cuzinho maravilhoso e aquela linda buceta abaixo. Voltei a penetrar minha tia com a língua enquanto apertava suas nádegas. Esperei seus gemidos mais agudos e voltei a socar meu pau nela. Titia gritava de prazer quando dava palmadas em sua bundona e dizia: “Isso sua puta, abre a buceta pro seu sobrinho vai, cachorra”.

Não demorou muito e senti que ela estava prestes a gozar, pedia que eu gozasse dentro dela, o que atendi com muito gosto. Jorrei jatos de porra em sua buceta, tanto que um pouco passou a escorrer para fora. A esse excesso tia C. passou o dedo e levou à boca, lambendo tudo como uma verdadeira puta. Deitei ao seu lado na cama sem acreditar na fantasia realizada, tia C. me pegou pela mão e me levou ao banho. Naquela noite, dormir foi a única coisa que não fizemos.

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Comentários

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11/07/2019 17:32:59
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15/04/2014 14:52:16
Muito bom !!
21/03/2014 18:29:24
Parabéns pela redação correta, coisa rara em dias de hoje
21/03/2014 16:33:57
muito bom o conto..
21/03/2014 13:03:01
se de continua otimo
21/03/2014 07:04:04

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