E A VIDA CONTINUA... CAPÍTULO 8

Um conto erótico de KRÉU
Categoria: Heterossexual
Data: 25/08/2014 18:25:46
Nota 10.00

Continuação do capítulo 7

Do outro lado, lá pras bandas da casa do Zé Mulato, Cleuza apressava o passo. Queria chegar logo para preparar um almoço caprichado pro Mário, afinal era domingo. Já íntima, entrou sem bater e só depois chamou pelo filho.

—MÁRIO! MÁRIO MEU FILHO!

Não houve resposta por isso, vendo a porta semiaberta entrou. Ninguém à vista. De repente, Zé Mulato saiu do banheiro pelado, se enxugando.

—Adiscurpi dona! Num sabia qui a dona tava aqui...

—ZÉÉÉ! MEU DEEUS! QUE SUSTO HOME! Cobre essa coisa aí! Credo!

—Vô botá um carção. Se assente!

—Vim fazer um almoço gostoso pra vocês. Cadê o Mário?

Zé Mulato voltou do quarto já de calção, mas ainda se enxugando.

—A dona sabi qui eli faiz entrega... Cabô di saí!

—Zé! Meu nome é Cleuza! Para de me chamar de dona...

Cleuza estava perturbada com a imagem de Zé Mulato pelado. O pau do cara, mesmo mole e dependurado era magnífico! Como ela podia se contentar com um pau como o do João. Normal, comum? Ela se perguntava enquanto se dirigia para a cozinha, já sentindo um formigamento no meio das pernas.

—Será que ele vai demorar?

—Bocadinhu... Mas inhantis da don... di ocê terminá eli chega.

Zé Mulato ficou olhando Cleuza por trás. A lembrança da última visita da “sogra”, as ancas largas e a bunda grande da cabocla despertaram seu desejo. O pau subiu e estufou o calção. Zé Mulato se aproximou dela por trás e abraçou-a pegando em seus peitos fartos e macios. O pau duro colado à bunda de Cleuza provocou na mulher um arrepio que lhe percorreu todo o corpo.

—Não Zé... Mário pode chegar... Lembra do outro dia? Me deixa em paz...

—Chega naum... Cabô di saí... Dá tempu... Veim Creuza, veim...

Como resistir? Cleuza estava à beira do desespero. “Vige Maria! Num tô aguentando... Perdoa filho, mas tu vai levar chifre da mãe de novo!” Cleuza deixou-se conduzir por Zé Mulato para o quarto. O negão ou mulatão, sei lá, era bronco, falava errado, mas sabia como excitar uma mulher. Zé a levou mordiscando sua nuca, chupando seus lóbulos das orelhas e enfiando o lingueirão nas orelhas de Cleuza que já chegou no quarto se livrando do vestido. Sua bucetona balzaquiana fervia e gotejava igual tampa de panela no fogão. Cleuza deitou-se abriu as pernas. Mulheraço! O monte de Vênus farto quase que ocultava a boceta que parecia inchada devido ao volume dos grandes lábios. Fechadinha, viscosa deixava fluir lentamente o suco vaginal que suas glândulas de Bartholin produziam em abundância. A boca de Zé Mulato encheu-se de saliva e ele sem perder tempo mergulhou com seus beiços grossos e o lingueirão naquela caverna abençoada. Era só o que faltava para Cleuza ter uma explosão atômica. Um cogumelo de prazer a envolveu de tal forma que se a casa tivesse vizinhos por perto certamente todos pensariam que uma mulher estava sendo morta ou espancada. Seus saltos eram contidos a custo por Zé Mulato que viu que o que ela mais queria mesmo era vara e das grossas. Deslizou para cima mamando e sugando em sua pele até chegar aos maravilhosos, grandes e macios peitos daquela mulher em brasa. Mamou neles enquanto ajeitava-se para penetrá-la. Cleuza estava toda arreganhada e recebeu a grossa e grande vara de Zé Mulato com o maior e mais frenético orgasmo que poderia ter. A vara entrava justa, apertada e ela gozando. Continuou gozando até senti-la toda dentro de suas carnes quentes, macas, famintas. Nunca seus anéis vaginais se dilataram tanto e trabalharam tanto no abre e fecha fisiológico do prazer. Depois, quando Zé Mulato que também já tivera gozado duas vezes pediu para que virasse de bruços, estava louco para comer aquele bundão maravilhoso, Cleuza gritou:

—Meu Deus! A panela no fogo!

Levantou-se correndo e pelada mesmo foi para a cozinha. Deus uma ajeitada na comida, colocou mais água e voltou correndo para o quarto.

—Vamos rápido! Não temos muito tempo.

Zé Mulato abriu as pernas de Cleuza e separou as nádegas rechonchudas da “sogra” e com um pouco de cuspe lambuzou o cu roxo que piscava sem parar e depois começou a meter. Cleuza se contorcia e erguia a bunda para facilitar a penetração. Quando a cabeçorra entrou ela gemeu alto e gozou. Ah! Como ansiara por aquilo. Que saudade tinha da vara do “marido” de seu filhinho... Zé Mulato caprichou no bailado sexual, sempre em compasso com a parceira que também sabia trepar como ninguém. Foram poucos minutos de sexo anal, mas de prazer absoluto. Depois, um banho rápido e ela foi para a cozinha terminar o frango à cabidela que estava cozinhando. Zé Mulato, para não dar na vista e levantar suspeitas do Mário, arrumou a cama, vestiu-se e foi comprar uns temperos no comércio da vila.

Voltando ao atalho que Regina havia tomado, vamos encontrá-la no agarra-agarra com Morcegão que a havia levado para umas moitas onde, às vezes, ele costumava se esconder da Polícia Federal quando havia operação de caça ao narcotráfico. Lá havia uma barraca de camping, um colchonete e uma mochila onde ele trazia algumas peças de roupa, uma caixa de primeiros socorros e material de higiene pessoal. Havia também um pequeno bote inflável de borracha e, é claro material ilícito. Regina e ele estavam de pé se beijando e se amassando. A jovem cabocla, filha de João e Cleuza mal alcançava o tórax do gigante negão. Seu rosto abaixo dos peitos de Morcegão e ela na ponta dos pés, agora via o quanto ele era grande em relação ao seu tamanho e da maioria das pessoas dali, exceção é claro do Zé Mulato e de Jason, mas mesmo assim, ambos mais baixo do que ele. O monstro descomunal de seu pau, duro pressionava o estômago dela. Joe ajeitou o colchonete e Regina começou a se despir. Uma Afrodite juvenil que tremia de medo e de ansiedade e por que não dizer, também de tesão? Joe deitou-a delicadamente. A maconha para ele servia apenas de aperitivo, pois estava acostumado a drogas mais fortes e por isso, embora um pouco chapado, tinha plena consciência do que estava fazendo. Ao contrário da vez anterior quando esteve com Melany, Joe estava limpo, corpo asseado e não fedia. Preferiu não tirar a calça para não assustar a jovem Regina. Ele sabia que a anatomia do seu pau era de meter medo. Grande em excesso, absurdamente grosso no meio e uma cabeça desproporcional. Por isso, deitou-se ao lado da noivinha de Bira e começou a acariciá-la nos seios e depois a sugá-los com muita calma e ternura. Quem disse que os brutos também não sabem amar? Bobagem! O bicho homem não tem um comportamento único. Nós, homens somos quinem camaleão, somos um a cada situação, dependo do clima que se crie: violento, calmo e sereno, vigoroso e bruto ou paciente e tolerante. Joe estava paciente e sedutor. Regina de olhos fechados absorvia o toque daquele dedos gigantescos e macios (Joe nunca foi de pegar no pesado); o toque molhados dos beiços grossos e quentes em seus seios ainda de adolescente a levavam às alturas. Sua respiração apressada e os seus gemidos de gata no cio diziam que estava pronta. Joe desceu mais e cheirou seus pentelhos sedosos, negros como a Graúna, pássaro do nordeste brasileiro, também encontrado na Amazônia Legal, cujo nome vem do Tupi Guarani:“Guira-una”. Depois... Aí as coxas roliças, moreninhas e cobertas com aqueles pelinhos que de tão finos e macios davam-lhe a aparência do pêssego maduro. lá no meio, escondidinha, a entrada da caverna encantada. Fechadinha, gordinha, reluzente... Com carinho Joe afastou as pernas da jovem cujo corpo já não lhe pertencia. Doara-o ao filho de Eros, Hedonê, a deusa do prazer da mitologia grega. Uma mulher cujo corpo é entregue à Hedonê torna-se insaciável e segundo relatos mitológicos, ama e se deixa amar, muitas vezes, até a morte. Joe, depois de abrir as pernas de Regina, que já ausente dali e mergulhada nas águas profundas do prazer sem fim, deixava-se conduzir pela experiência do bicho-homem gigantesco. Joe beijou seus grandes e polpudos lábios (iguaizinhos aos da Cleuza, sua mãe) que guarneciam e protegiam a entrada de sua vagina e depois, esticou seu lingueirão por entre eles penetrando na vagina molhada, encharcada de Regina em busca do seu clitóris. Contato imediato de terceiro grau! Um grito ecoou pela floresta e Regina desfaleceu. Mesmo sem sentidos seus músculos retesados fremiam e a faziam estremecer. Se o leitor conseguir, mesmo que só em sua imaginação, tiver a capacidade da ubiquidade, verá que naquele momento, naquela família, todos estavam gozando: O pai João gozando junto com a filha caçula Ruth; a mãe Cleuza gozando junto com Zé Mulato; a filha mais velha Regina, gozando ali desfalecida com Joe Morcegão e, Mário (que traía Zé Mulato) gozando no pau do Seu Inácio, um dos fregueses a quem ele ia fazer entrega. Ah! Como eu gostaria de ser também uma personagem desse conto. Só não sei se macho machão, meio macho, bichinha ou mulher... Quem sabe se um dia incorporo uma dessas personagens... Mas por enquanto me deixem do lado de cá do computador. Voltando ao conto, depois dessa reflexão, vemos Regina já recuperada do desmaio, mas em devaneios loucos por causa das chupadas e da língua grande de Joe em sua vagina.

— Chega Joe! Mete logo! Num tô aguentando mais...

Joe obedeceu a ordem. Preparou-se e começou a empurrar. Logo na entrada, dificuldade. O pau do Bira é comprido, mas muito fininho, lembram? Regina perdera o cabaço, mas era tão apertada como se fosse virgem.

—AI! TÁ DOENDO MUUUITO! DEVAGAR!

Joe entendeu que se continuasse daquele jeito não ia entrar nem a cabeça. Ele sabia que passando a cabeça, o resto era mais fácil. Por isso aliviou a pressão e depois meteu com força.

—AAAAAIII! MEU DEEEUS! TÁ DOEEEENDO! ENTROU! ENTROU JOE! ENTROOOOU!

Mesmo Joe, malandro de carteirinha, surpreendeu-se de ver como a menina era apertada. A cabeça entrou, mas continuou esmagada pelas carnes quentes, ferventes da cabocla. Empurrou mais um poço e o seu vergalhão negro foi entrando justíssimo, apertado enquanto Regina chorava copiosamente, de prazer é claro! Aquilo sim era um pau de verdade. Fazia-a delirar, suas fibras nervosas se contraírem e depois expandirem-se numa explosão de prazer. Ainda boa parte estava de fora e agora começava a entrar o meio da tora, justo onde era mais grossa e Regina chorava, gritava e mexia e remexia tentando facilitar a penetração. As costas de Joe sangravam devido às unhadas que recebia de Regina e, também nele, a dor o excitava. O útero de Regina era empurrado para cima e ela gozava e gozava e Joe também gozou e quando gozou, lançou grossos jatos de esperma quente diretamente no ventre da jovem menina, noivinha do Bira. Finalmente Joe chegara ao fim; aquela vara monstruosa toda alojada nas carnes tenras e sangrantes de Regina. Sangrantes sim, porque o cabaço, apenas tinha sido rompido com uma fissura, mas agora fora literalmente dilacerado. Fizeram sexo do melhor por mais um bom tempo, até que Regina, já esgotada em suas forças, pediu que parasse. Regina ao ver o sangue, falou:

—Você me machucou... Olha o sangue...

—É porque o seu noivinho não tirou o cabaço direito. Ele deve ter pau fino...

—Nem me fale. É fininho mesmo... Puxa Joe, foi muito bom...

—Também achei. A gente vai se ver outras vezes?

—Não sei... Vou casar... Depois, amanhã o chefão vai chegar e acho que muitas coisas vão mudar por lá, mas quando der, eu venho te ver. Gostei muito... Tô dolorida por demais, mas foi muito bom...

—Eu fico aqui e na casa do Ramirez, mas acho que não deve ir lá... É barra pesada.

—De qualquer maneira você vai saber de notícias minhas. Inté!

Regina voltou a pensar no que Joe dissera do Bira. “Filho da puta! Me comeu, mas gosta de homem... Safado! Vai ver, dá também...” Já quase chegando em casa encontrou Bira que tinha ido até sua casa procurá-la.

—Meu amorzinho! Me disseram que você tinha ido lá em casa... Acho que nos desencontramos.

—Foi isso sim, mas agora vou almoçar e dormir porque estou morrendo de dor de cabeça. Licença!

Bira estranhou a atitude da noiva, mas conformou-se. “Pelo menos posso ir ficar com o Osmar e o Jhared.” Pensou enquanto caminhava de volta para a vila de fora. Mal sabia ele que sua noiva já sabia do envolvimento dele com o Osmar e que aquele domingo seria um marco na sua vida. Era só uma questão de tempo e espaço até ele chegar na casa do Osmar. O destino havia resolvido intervir em sua vida. O que será que vai mudar assim tão radicalmente a vida do Bira?

Continua...

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