Chantagem sexual

Um conto erótico de Heredia
Categoria: Heterossexual
Data: 22/12/2014 14:18:49
Nota 10.00

Lembro-me que devia ter uns quinze anos, quando despertei verdadeiramente para o sexo. Andava sempre cheio de tesão, e fazia umas três punhetas diariamente… A última era á noite, antes de dormir, e limpava-me a um lenço, companhia indispensável ao deitar. Nunca tinha pensado nisso, mas forçosamente que a minha mãe tinha de dar por isso, porque todos os dias me fazia a cama, e o lenço diário ficava com um mancha de esperma que ela seguramente reconhecia pelo aspecto e pelo cheiro.

A minha mãe era muito baixinha, dava-me pelo queixo, não era gorda, longe disso, mas tinha umas ancas bem cheias, e um par de mamas redondas e cheias, espetadas, e que naquela altura, tinha ela trinta e cinco anos, ainda eram bastante rijas.

Ela não trabalhava, ao contrário do meu pai que fazia turnos numa fábrica, e de mim, que estudava. Creio que ela se sentia feliz, andava sempre pala casa a cantarolar, sobretudo quando passava a ferro, ou nas tardes em que o meu pai ficava em casa, e com certeza, ela tinha tido uma boa sessão de sexo.

O sexo parecia muito importante na nossa pequena família, e do meu quarto, situado muito perto do quarto dos meus pais, muitas vezes eu escutava os rangidos da cama, e a ambos, que não se coibiam de gemer alto, trocando palavras ordinárias relacionadas enquanto fodiam.

Toma nessa cona minha puta, vou encher-te de esporra, mete-o todo filho, vem-te na minha boca amor, eram algumas das frases que trocavam frequentemente, e que partilhavam comigo, sem terem em conta a minha sensibilidade de adolescente solitário, que era obrigado a masturbar-me para não enlouquecer de tesão.

Havia alguns períodos na semana em que eu não tinha aulas, e nesses dias eu espiava a minha mãe. Ela gostava de andar por casa com roupa ligeira, por vezes até em cuecas, as mamas de fora, aquele belo par de tetas redondas e cheias, de mamilos inchados e aureolas muito escuras, porque a minha mãe era muito morena, de cabelos tão negros que tinham reflexos azuis.

Um dia ela estava na cozinha, de joelhos a lavar o chão com água e lixívia e talvez para não manchar a roupa, e também porque gostava de andar assim, vestia somente umas cuecas. Ei ia a sair da casa de banho quando me apercebi da situação, parei, baixei-me para ver melhor, ela tinha as coxas ligeiramente abertas e pude ver com nitidez um papo de cona fenomenal, rodeado por uma intensa pintelheira negra…Aquilo era demais para que eu não tentasse guardar na memória uma visão assim, fiquei agachado a olhar, e comecei a sentir o volume no fundo da barriga, a aumentar drasticamente. Ela detinha-se no mesmo sítio, talvez a raspar alguma mancha mais teimosa, nos ladrilhos da cozinha, e eu comecei a esfregar lentamente a picha, através das calças que tinha vestidas.

Ela pareceu adivinhar o que se passava, de repente virou-se, viu-me agachado com a mão entre as pernas, soube que era ela a causa do me acontecia, sorriu entre envergonhada e orgulhosa de si e do seu filho macho, levantou-se, deixando-me entrever as tetas penduradas e atractivas, e foi a correr vestir uma saia e uma blusa.

A minha mãe nunca mais andou pela casa em cuecas se eu estivesse presente, e a partir dali eu tinha de me contentar em imaginar o que tapariam as suas cuecas, penduradas no quintal a secar. Eram sempre cuecas muito femininas, rendadas, normalmente negras, vermelhas ou brancas. Aparte que lhe ficava no meio das pernas era muito estreita, tão estreita que eu me perguntava o que é que aquilo podia tapar, e por vezes, na casa de banho eu abria a cesto da roupa suja, e ficava a fazer boas punhetas segurando as cuecas dela e os soutians, que cheirava com sofreguidão.

A minha mãe tinha uma irmã, a Luísa, casada com o meu tio Júlio, e moravam perto da nossa casa. O Júlio era colega de trabalho do meu pai, e normalmente aos domingos vinham a nossa casa, almoçar ou jantar, e outras vezes íamos nós a casa deles.

Como o meu pai e o Júlio trabalhavam por turnos, por vezes um deles estava em casa, quando o outro estava no trabalho.

Num dos domingos em que se juntavam as irmãs, eu passava no corredor e detive-me para ouvir a conversa delas, quando ouvi a minha mãe a dizer á irmã que adorava andar nua pela casa… o que só podia fazer quando eu não estava… e sobretudo, gostava de se deitar nua a dormir uma sesta depois de almoço.

- Sabes, Luísa, o Carlos começou a interessar-se muto pelo sexo, sabes como são os rapazes… Outro dia apanhei-o a espiar-me, eu estava em cuecas a lavar o chão, e o malandro, vê lá tu, estava agachado atrás de mim, a ver-me o rabo e a acariciar a pila…

- Ahahah! – riu-se a minha tia – eu sei que ele está assim, reparo muitas vezes que ele me observa com muita atenção, quando estou aqui sentada e tenho as pernas abertas. Oh filha, ás vezes dá-me prazer, vê-lo aflito a espreitar pelas minhas pernas, a ver se vê alguma coisa… abro mais, deixo a saia subir-me pelas pernas, o teu filho fica com os olhos em bico, deve ficar cheio de tesão, rapariga! É uma pena que depois aquilo acabe no esgoto, não achas?

Elas sabiam… senti-me envergonhado, mas pelo menos tinha ganho alguma coisa. A minha mãe andava nua pela casa, e deitava-se nua, depois de almoço, até às cinco da tarde. Eu tinha de me vingar delas, e espiar a minha mãe toda nua, ver aquela cona ao natural, seria uma doce vingança.

Durante a semana seguinte andei à espera dum dia em que faltasse algum professor e eu não tivesse aulas, mas tinha de coincidir com o meu pai estar a trabalhar. O que aconteceu na quinta-feira, pois tinha duas horas, entre as três e as cinco, sem aulas.

A escola é perto de casa, quando cheguei os estores estavam corridos, mas como estava muito calor calculei que seria para não entrar tanta luz em casa, já que a frente da casa é virada a sul. Meti a chave na porta com cuidado, mas estava outra chave por dentro, e não havia maneira de eu poder entrar sem chamar a minha mãe, o que eu não queria.

Nas traseira tínhamos um pequeno quintal, dei a volta ao quarteirão, saltei o muro dum vizinho, depois mais alguns muros, e cheguei ao nosso quintal. Nas traseiras da casa estava tudo fechado, o que estranhei, mas a porta da cozinha que dava para o quintal fecha-se a chave por fora, mas por dentro dá-se duas voltas a um manípulo, consegui entrar por ali, facilmente.

Descalcei-me, a casa estava numa certa penumbra, tive de esperar para adaptar os olhos porque vinha da rua, cheia de luz. Pareceu-me ouvir uns gemidos, vindos do corredor, mas devia ser impressão, a minha mãe estava sozinha, e certamente que com aquela escuridão, estava deitada a descansar. Ia entrar no quarto dela, e vê-la nuazinha, aquele belo papo de cona ao léu… Senti imediatamente o inchaço a aumentar debaixo das calças, devido á excitação do que ia encontrar.

Passei para o corredor, e parei junto do quarto dos meus pais, preparado para abrir a porta e encontrar o objecto dos meus desejos. Afinal não estava enganado, dali vinham uns fortes gemidos… Reconheci a voz da minha mãe, eram os mesmo gemidos que ela fazia quando estava a ser fodida pelo marido, mas o som do homem que a fodia não parecia vir do meu pai.

- Ai filho, mete-o todo, mete-o bem fundo, fode-me, fode a tua putinha, fode-me toda amor!

E ele…

- Vaca, toma nessa conaça, vou-te encher a cona de esporra, tu não podes passar um dia sem levares bem fundo nessa cona minha puta, toma, toma, ai, que me esporro, vem-te puta, vem-te comigo!

Era o meu tio, não havia dúvidas, ao princípio ainda pensei que o meu pai tinha voltado para casa, afinal a vaca da minha mãe andava a trair-nos a todos… Certifiquei-me que o resto das portas estavam bem fechadas para não entrar mais luz, e lentamente, rodei o manípulo da porta do quarto…A cama estava situada com os pés para a porta, o Júlio estava todo em cima da minha mãe, ele é um tipo enorme e forte, ela muito pequenina, parecia uma mosca a ser fodida por um elefante, ainda vi aquele caralho enorme a entrar-lhe pela cona, ela de pernas abertas e levantadas, enroladas nas costas do amante, o tipo metia e sacava fora com fúria, cheio de tesão, e estava a enchê-la de esporra.

Fiquei indeciso entre fazer uma bela punheta assistindo a uma foda tão boa, ou armar ali um escândalo tremendo. Entretanto, comecei a pensar, a minha mãe já me apanhara a espiá-la, a minha tia também, eram capazes de dizer que eu inventava aquilo tudo, por vingança de elas não se deixarem espiar por um rapaz que andava louco de tesão.

Fechei-me na sala, liguei a tv com o som no silêncio, e ali fiquei, deitado no sofá.

Ouvi os dois amantes levantarem-se e irem lavar-se, juntos, na casa de banho, rindo muito. A seguir o meu tio saiu, depois de a minha mãe ter aberto a porta da rua para se certificar que não havia perigo de ser visto por alguém conhecido, trocaram uns beijos, e a minha mãe fechou a porta. Cantarolava, feliz, como sempre que leva um boa foda…

Foi à cozinha, abriu o frigorifico e bebeu água fresca, voltou ao quarto em busca duns chinelos que não estavam onde deviam, depois abriu a porta da sala, dizendo entre dentes que jurava que a tinha deixado aberta. O sofá onde eu estava deitado fica encostado á parede da porta, ela entrou e não me viu.

De costas para mim, completamente nua, vi-lhe de relance as tetas gordas, cheias, e com ela de costas, admirada por a televisão estar ligada, pude contemplar por uns segundos o par de coxas mais fantástico que já tinha visto. Gordinhas, cheias, bem formadas, quando ela se mexia via entre as pernas dela um tufo enorme de pintelhos bem negros, maravilhosos, e mais além, dois lábios vaginais salientes, rosados, felizes de terem acolhido um bom caralho entre eles…

A minha mãe deve ter ouvido a minha respiração acelerada ao ver aquele rabo grandioso, virou-se muito devagar, encontrou o meu olhar, ficou a mirar-me, interrogativa…

Olhei para ela com raiva, eu não conseguia foder aquela cona, para ela andar a dar boas fodas com o meu tio e seu cunhado. Virei a cara para o lado, com nojo dela, ela gemeu.

- Ai! Ai, meu deus, tu… tu viste! Tu sabes!

Quando a procurei de novo com os olhos ela saía da sala a correr, envergonhada, uma mão tentando tapar as tetas, a outra no meio das pernas, onde eu tinha vislumbrado um fio de esporra a escorrer-lhe da cona quente.

Sai de casa e deambulei sem destino. Não tinha a menor ideia acerca do que havia de fazer, voltei tarde, a minha mãe tinha deixado um prato com comida sobre a mesa, tapado com outro prato para se manter quente mais tempo. Comi muito pouco, enraivecido, não tanto por a minha mãe encornar o meu pai, ao fim e ao cabo eu via claramente que ele cobiçava a cunhada, mas mais por me sentir traído. Eu amava a minha mãe, desejava-a, queria-a para mim, a única pessoa que a podia ter além de mim, era o meu pai! Puta, vaca, e eu que me lixasse, que continuasse a fazer punhetas, enquanto a vaca fodia descaradamente com o cunhado. Pelo menos…

Deitei-me, cansado, ainda acariciei a picha, mas não consegui uma ereção suficiente para me vir. Até nisso a puta me fazia mal…

Adormeci por fim, tarde na noite, solitário e infeliz. Tive sonhos, tive pesadelos, sonhei que contava ao meu pai e era posto na rua, queria comer e não tinha nada, sonhei que o meu deixava a minha mãe e juntava-se com a minha tia Luísa, depois ela fazia-me a vida negra, mostrava-me as coxas, deixava-me tocar na cona grande e pintelhuda, mas dava-me um par de estalos. Por fim, tive o melhor sonho da noite. A minha tia sentava-se na cama ao meu lado, apalpava-me a picha, depois debruçava-se sobre mim, estendendo-me as tetas gordas, para as chupar…

Estava muto feliz, sugava um mamilo, depois outro, sentia a mão dela a massajar-me o caralho inchado, e o sonho parecia-me tão real… Eu durmo sempre com o quarto imerso na escuridão total. Estendi a mão e apalpei um volume macio, quente, que me roçava entre os lábios entreabertos. Com a outra mão tacteei entre as pernas, estava lá outra mão, que me masturbava carinhosamente, meigamente. Passei os dedos pelas mamas e subi, em busca dum rosto, do cabelo. Era muito encaracolado, curto, espesso… Era a minha mãe!

Abri mais as pernas para ela me agarrar melhor na picha, e segurei nas duas tetas, duras e macias ao mesmo tempo. Os mamilos eram doces, muito espetados, grossos. Suguei-os com força, furioso por ela não mos ter dado antes, e mordisquei um deles. Soltou um gemido abafado, de dor, mas não tirou o mamilo da minha boca, apenas gemeu, e apertou-me os colhões, para me castigar. Dessa vez fui eu quem gemeu, baixinho, para não acordar o meu pai, que dormia e ressonava alto, no quarto ao lado.

Puxei-a para mim, queria que ela se deitasse ao meu lado. Mergulhei o rosto entre as suas tetas maravilhosas, ela beijou-me a boca, retorcendo a língua na minha. Quis abrir-lhe as pernas e penetrá-la, mas ela recusou:

- Não, hoje não, ainda não, filho. Faço tudo o que tu quiseres, mas dá-me tempo. Mas não contas nada ao teu pai… tens de ver que se ele sabe pode acontecer uma desgraça, mata-me, e mata o teu tio. Ficamos sem família, sem casa, sem nada. Estou nas tuas mãos, faço tudo o que quiseres, mas tudo o que sabes e tudo o que acontecer entre nós é um segredo nosso, juras?

Puta, vaca. Tenho-te como quero, pensei. Posso foder-te, mamar nessas tetas boas, ver-te nua sempre que queira, meter os dedos nessa cona, apalpar essas nádegas, beijar-te o ventre…

- Juro, mamã, juro que ninguém vai saber de nada! Nunca direi uma palavra do que se passar entre nós, nunca direi uma palavra sobre a… monumental foda que deste com o tio!

Ela ajeitou-se melhor junto de mim na cama apertada, puxou os lençóis para nos taparmos, eu recomecei a sugar-lhe os mamilos. Devagar, docemente, sentindo a mão dela a esfregar-me o caralho, uma das pernas dela em cima das minhas, quente, adorável, e o triangulo cabeludo… estava totalmente nua, a minha mãe. Os pintelhos eram espessos, rijos, e roçavam-me de lado, na barriga. Dobrei um joelho, pude sentir aquele tufo pintelhudo no joelho, ela abriu mais as pernas, para eu sentir melhor o calor que lhe vinha da cona. Que sensação maravilhosa, sentir a carne dela, a pele dela no meu joelho, encaixado na entrada da sua cona quente!

- Carlos, querido, repara, o teu pai está a dormir, está a ressonar, se ele parar de ressonar tenho de sair imediatamente, ouviste?

- Sim mamã, ouvi bem. Mas não pares de me masturbar, é tão bom, tens umas mãos tão macias…

Por artes do diabo, o meu pai parou de ressonar nesse mesmo instante.

- Filho, tenho de ir! – sussurrou a minha mãe, assustada

- Não, mãe, agora não, estou quase! Tens de fazer qualquer coisa, mãe, faz-me vir, não me deixes assim, por favor! Ana, amor…

No escuro, senti a mão dela no meu rosto, acariciando-me. Saiu da cama, mas ajoelhou no chão, levantou o lençol, e meteu a cabeça entre as minhas pernas. Um pouco á pressa, é verdade, engoliu a minha picha, e sugou, passando repetidas vezes a língua em volta da glande. Aquilo era novo para mim, era fabuloso, senti o caralho totalmente dentro da boca minha mãezinha, da minha Ana…Abafei um gemido de gozo, senti o espasmo a dominar-me, a subir pelas virilhas, senti a esporra sair dos colhões queria prolongar o gozo mas não conseguia, de repente agarrei com força na cabeça da minha mãe, puxando-a muito para mim, queria entrar todo nela, meter o caralho naquela boquinha saborosa, meter os colhões, meter-me todo lá dentro… abandonei-me ao inevitável, um esguicho enorme, como eu nunca tinha soltado antes, explodiu na ponta do caralho, e foi alojar-se fundo, na garganta da minha Ana…Ela levantou-se num salto, engasgada da esporra, e saiu porta fora. Ainda tive uma visão dela, nua, parecia um anjo, um anjo do sexo, feminina, pequena e redondinha, pintelhuda, do corredor vinha mais luz, que entrava pela porta da cozinha e se espalhava depois.

Senti um tremendo alívio, uma sensação de saciedade, e peguei no meu caralho, que murchava. Espremi-o, ainda saíram umas gotas de esporra, desejava ir ter com ela e dar-lhas para engolir mas ouvi-a na cozinha, abria o frigorifico atrapalhada chocou com o meu pai que a procurava.

- Estás aqui, mas onde estavas tu, que acordei sem te ter ao lado na cama, rapariga?

- Ah, bem, não tinha sono, estava com insónias, fui ver a rua, pela janela da sala, depois vim beber água, estava com sede… mas querias alguma coisa?

- Bem, não… quero dizer, sim, acordei com tesão amor, queres… foder, ou um broche ou assim?

- Hum! És um tesudo, sempre com vontade de encavar esse caralho! Faço-te um broche, amor, apetece-me, estava a sonhar que tinha começado a chupar num caralho e não acabei como deve ser. Queres vir-te na minha boca, filho?

Ela disse isto para eu ouvir, tive a certeza. Fecharam a porta do quarto, fechei os olhos, estava cansado e adormeci imediatamente.

Comentários

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22/12/2014 21:49:36
Putz grila! Que tesão de conto ! Familia portuguesa que adorar im incesto. Uma foda wm Familia. Adorei!
BG
22/12/2014 16:56:18
História muito excitante!! Parabéns!!

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