A colega do curso

Um conto erótico de Hideki
Categoria: Heterossexual
Data: 12/04/2019 22:31:16
Última revisão: 13/07/2019 19:15:55
Nota 10.00
Assuntos: Heterossexual

Faltavam poucos meses para o término do curso, e os poucos amigos que fiz alí haviam desistido de dar continuidade às aulas, restavam pouco mais de 10 alunos na sala de aula, frequentada predominantemente por alunos do sexo masculino, com exceção de Emma (Nome fictício, fazendo referência ao estilo "Emo"), a única garota da sala. Talvez por isso, Emma aparentava não se sentir muito à vontade, ou talvez era apenas tímida, e ficava apenas no cantinho dela, sozinha, assistindo às aulas em silêncio.

Emma era uma menina muito linda, e apesar do seu visual meio "rebelde", era fácil apreciar seus traços delicados, magrinha e com pele branquinha. Seu estilo visual consistia em seus longos cabelos pintados de vermelho, algumas tatuagens visíveis, piercing de argolinha no nariz e na sobrancelha, aquele negocinho preto que não sei o nome em torno de seu pescoço, e vestia-se com roupas em estilo Grunge/Punk/Rock/Metal/Gótico, às vezes com camisetas de bandas, às vezes com roupas rasgadas, às vezes de coturno, e às vezes de tênis All-Star, variava de acordo com seu humor.

Após tantos alunos desistirem do curso, a maioria dos alunos se sentavam na frente da sala, batendo papo com o professor, que era engraçado e fazia amizade com todos os alunos. No fundão restou apenas Emma, e eu, encostados na parede, Emma se sentava na fileira à minha frente.

O professor então, nos encarregou de fazer um trabalho em grupo. Eu não me preocupei em entrar em nenhum grupo, honestamente, preferia fazer sozinho mesmo, considerando que na maioria das vezes, eu que ficava responsável pela maior parte do projeto para cobrir o que outros integrantes não faziam.

Imediatamente comecei a esboçar o projeto no computador, até que Emma se virou para mim, e com um sorrisinho sem jeito disse:

- Acho que só sobrou a gente...

Disse ela, já se levantando para sentar-se ao meu lado.

Mostrei à ela o esboço que havia começado, explicando o que eu tinha em mente para o trabalho, ela aceitou a minha proposta e logo começamos a discutir detalhes sobre o projeto.

Durante o intervalo da aula, Emma, como sempre, decidiu ficar sozinha na sala. Desci para tomar um cafézinho, e quando voltei, Emma já tentava prototipar algumas de minhas idéias.

Antes preocupado em fazer dupla com ela, agora estava feliz em tê-la comigo, considerando que todos os outros alunos bagunçavam e passaram a aula inteira conversando sobre assuntos diversos irrelevantes para o tema da aula, Emma parecia se dedicar ao projeto, e levava o trabalho a sério.

Combinamos de manter contato, e dar continuidade ao nosso trabalho durante a semana para discutir o nosso progresso durante a próxima aula, que ocorreria na próxima semana.

No mesmo dia, no periodo da noite, Emma me envia uma mensagem, perguntando se eu havia feito algo de novo, para mostrar à ela. Eu não tinha tido tempo ainda para trabalhar no projeto, mas fiquei feliz em ver o empenho dela. Emma então começou a descrever as idéias dela e então passamos a trabalhar juntos durante a noite, já passava das 2 da manhã quando decidimos parar para descansar. Por sorte, eu não tinha serviço para fazer, Emma, no entanto, precisava acordar às 8:00 para ir trabalhar.

No decorrer da semana, continuamos a trabalhar juntos no projeto, Emma começava a se abrir um pouco comigo, puxando conversa, e comentando sobre assuntos diversos.

Passamos a nos conhecer melhor, e no dia da aula, Emma agora estava mais falante. Muitos estranharam a nova atitude de Emma, e alguns até faziam piadas, como: "Nossa! Não sabia que você falava, pensei que você era muda!", ou "Nem sabia que tinha uma menina aqui na sala!"

Emma ignorava as piadinhas e não respondia as provocações, mantendo sua atenção voltada apenas à nossa conversa.

No intervalo da aula, pela primeira vez, Emma decidiu descer ao invés de ficar sozinha na sala. Descemos juntos, e fomos tomar um cafézinho.

Na volta, continuamos a aula normalmente, trabalhando em nosso projeto, e na apresentação do mesmo que deveria ser feita na aula da semana seguinte.

No decorrer da semana, me preocupei ao notar que nossas conversas, que antes focavam em nosso projeto, agora se tornara completamente irrelevante ao nosso trabalho, por ter se soltado mais comigo, Emma passou a conversar sobre música, filmes e seriados, e coisas do tipo, mal parecia que nossa intenção era a de trabalhar juntos no projeto do curso.

Chegou o dia da aula, e precisávamos fazer nossa apresentação na frente da turma, como Emma não quis participar da apresentação, para ser justa comigo, fez todos os slides da apresentação sozinha.

Ficamos muito felizes com o resultado, sendo o projeto apresentado que recebeu a melhor reação das pessoas, levantando os maiores elogios da turma, e dos professores presentes. Essa parte, porém, era a mais fácil, depois do projeto apresentado, ainda era preciso desenvolver ele.

Continuamos a nos falar diariamente, trabalhando no projeto, cada dia nossa amizade ficava mais forte, Emma agora era muito diferente daquela garota fechada que conheci no curso, e agora conversava muito mais à vontade, e até mesmo fazia piadinhas impróprias e imaturas. Passamos a nos conhecer melhor, e descobri até mesmo que Emma tinha um namorado, e que estavam juntos havia cerca de quatro meses. Apesar de não ter nenhuma intenção de sair com ela, confesso ter ficado com um pouquinho de ciúme, afinal, ela era muito linda!

Agora nossa amizade se aprofundava, Emma se sentia a vontade pra conversar comigo sobre assuntos mais pessoais, e mesmo não estando muito interessado nela, me incomodava o fato de Emma estar sempre falando de seu namoro, e fazendo comentários sobre seu namorado, mesmo considerando o fato de que praticamente tudo que ela dizia a respeito dele, era em tom de reclamação.

O namoro de Emma não estava indo bem, e por estarmos passando tantas horas por dia trabalhando juntos, eu acabei me tornando o ombro amigo de Emma para que ela pudesse desabafar. Ela reclamava comigo sobre seu namorado, dizendo que ela achava que ele a traía, pois não dava muita atenção à ela, que ele mudou, e passou a tratá-la de forma mais rude, etc. Eu dava total apoio emocional à ela, mas honestamente, eu me preocupava apenas com o projeto, que parecia estar caminhando cada vez a passos mais lentos.

Emma também estava ciente de que o ritmo do projeto diminuia, e perguntou sobre a possibilidade de trabalharmos pessoalmente durante o final de semana, já que seu namorado iria estar "ocupado" para ficar com ela. Apesar de estar com preguiça de sair durante o final de semana, sugeri irmos à alguma cafeteria, mas Emma me convidou para ir à casa dela, confesso que minha mente suja imaginou a possibilidade de rolar algo mais, porém eu não tinha a intenção de fazer nada a respeito.

Cheguei na casa de Emma de manhã, e foi interessante vê-la vestida de forma mais casual pela primeira vez, apenas com uma camiseta velha e uma calça moletom.

Emma morava com sua avó, e passamos o sábado inteiro trabalhando no projeto em seu quarto, e dessa vez Emma não me importunava conversando sobre seu namorado. Fizemos uma pausa para almoçar uma bela macarronada que sua avó havia preparado para a gente, e ficamos conversando sobre outros assuntos, logo retomamos o projeto e voltamos a trabalhar. Após passarmos toda a tarde trabalhando, fiquei feliz com o avanço que fizemos.

Já passava das 18hs quando decidi pararmos, mas Emma me convidou para jantar em sua casa, disse que iria pedir uma pizza, acabei aceitando, e ficamos trabalhando por mais um tempo em nosso projeto. Uma hora depois, terminamos parte do projeto e decidimos parar pelo dia, pedimos uma pizza e ficamos descansando.

Enquanto esperávamos nossa pizza, Emma voltou a falar sobre seu namorado, apesar da demora para tocar no assunto, achava inevitável, julgando pelo quanto ela falava dele nos últimos dias. Emma fazia doce, me agradecendo de forma dramática por dar apoio e atenção à ela em momentos difíceis, etc. Mas para dizer a verdade, o único "apoio" que eu dava à ela era o de concordar com tudo que ela dizia, sem sequer mostrar interesse na relação dela com seu namorado. Sempre que ela tocava no assunto eu me sentia como se estivesse na friendzone sem nem estar (muito) interessado. O resto da noite foi agradável, comemos nossa pizza, conversamos mais um pouco, e logo voltei para casa. No dia seguinte continuaríamos nosso trabalho mais uma vez na casa dela.

No domingo, cheguei em sua casa de manhã no horário combinado, e sua avó me atendeu na porta, me convidando para entrar, dizendo que Emma encontrava-se em seu quarto. Bati na porta de seu quarto, e Emma me atendeu, ao vê-la, algo não parecia certo, a expressão em seu rosto deixava claro que algo havia acontecido, perguntei qual o problema, e Emma, com cara de choro me diz que havia terminado seu namoro.

Lá estava eu, pronto para trabalhar em nosso projeto, na companhia de Emma, que agora encontrava-se deprimida e prestes a chorar. Eu, que evitava conversar sobre seu namoro para me distanciar de qualquer drama, me encontrava alí, em seu lado, sem saber como reagir, ou exatamente o que dizer, na hora apenas pensei: "Puta merda, vamos perder o dia sem fazer nenhum trabalho!"

Me sentei ao lado dela e tentei acalmá-la, Emma me abraçou, e aos poucos pareceu ficar mais calma, ela então começou a contar mais detalhes sobre o fim de seu namoro, comentando que a briga teve início após Emma ter dito à ele que havia me convidado para sua casa para fazermos um trabalho de curso juntos, e que ele a acusava de traição.

Tentei o tempo todo me manter afastado desse drama, e no final acabei me tornando o vilão dele...

Não sabia o que dizer, me desculpei pela situação e continuei tentando acalmá-la, disse então que voltaria para casa, daria espaço à ela, e que continuaríamos nosso trabalho outro dia, com a voz ainda meio fraca, mas em tom intimador, Emma recusou:

- Não!

Após uma breve pausa, ela continuou:

- Não quero ficar sozinha.

Me abraçando mais forte, Emma então começou a me comparar ao seu agora ex-namorado:

- O Júnior nunca me dava atenção, me ignorava, você não, sempre que precisei desabafar você me dá ouvidos; Ele brigava comigo sem razão, você sempre foi calmo e simpático; Ele nem parecia se importar comigo, já você é super atencioso; etc.

Comecei a ver então o rumo de para onde esta conversa estava indo, e apesar de Emma ser uma bela gata, não queria me envolver no meio de todo esse drama, em especial, nesta situação. Não tive tempo de dizer nada em resposta, quando Emma aproximou o seu rosto do meu e me beijou, fiquei em estado de choque por uns momentos enquanto ela enfiava a língua em minha boca. Apesar de não querer me envolver com ela neste momento, era difícil recusar aquela gata, e acabei me entregando à tentação.

Passamos a nos beijar ardentemente, Emma passava as mãos pelos meus cabelos de forma frenética, mordia e chupava meus lábios com força, enfiava sua língua tão fundo em minha boca que parecia estar tentando lamber meu esôfago, esfregava-se em mim, fazendo movimentos de vai-e-vem, e gemia de forma bastante sensual como se estivéssemos fazendo amor.

Alguns momentos depois, Emma interrompe nosso beijo, e volta a me abraçar, repousando sua cabeça em meus ombros. Imaginei que pudesse estar arrependida, mas ela disse estar apenas feliz por ela ter alguém como eu, e que nunca havia beijado alguém desta maneira.

Fiquei feliz em escutar aquilo, e talvez por um pouco de dó, resolvi dar à Emma o melhor beijo que eu pudesse proporcionar à ela. Voltamos a nos beijar, e fui deitando ela em sua cama, eu mexia no cabelinho dela, ajeitando-o em sua orelhinha de forma bem carinhosa, mordiscava seus lábios, beijava seu pescocinho. Emma parecia estar adorando, e chegava a se contorcer enquanto arranhava minhas costas com suas longas unhas pintadas de preto. Eu continuava beijando-a românticamente, e os gemidos de Emma a faziam parecer que ela estava prestes a atingir o orgasmo.

Agora era a minha vez de tentar lamber o esôfago dela! Após ter dito que nunca havia beijado alguém daquela maneira, tentei proporcionar à Emma a mesma experiência da qual ela havia me proporcionado. Eu mordiscava e chupava seus lábios, enfiava minha língua em sua boquinha, e ela chupava minha língua, eu bagunçava seus cabelos, e me esfregava nela do mesmo jeito que ela havia se esfregado em mim, Emma chegou até mesmo a soltar alguns gritinhos de prazer em meio aos gemidos abafados por nossas bocas grudadas uma na outra.

Tudo o que eu tinha em mente era proporcionar Emma um bom beijo frenético, depois de ela ter comentado nunca ter beijado alguém de tal maneira, mas isso logo mudou quando ela enfiou a mão dentro de minha calça. Levei um susto, pois não esperava por essa atitude, e acabei por interromper nosso beijo, Emma me olhava nos olhos mordiscando seus lábios, e sua mãozinha gelada apertava meu pau, que já estava duro desde o nosso primeiro beijo. Enquanto eu refletia se aquilo era uma boa idéia, considerando a situação, Emma me puxou pelo cinto, desabotoou minha calça, e caiu de boca em meu pau. Eu me encontrava de joelhos sobre Emma, que deitada de costas em sua cama chupava meu pau com força e vontade, e gemia mais do que eu, que até então não tirava os olhos da porta, com medo que a avó dela escutasse algo e entrasse no quarto. Apesar de ainda estar preocupado com a situação toda, passei a apreciar aquela delicada boquinha molhada sugando meu pau, e a visão maravilhosa daquela gatinha linda me chupando gostoso. Eu fazia um carinhoso cafuné na cabecinha de Emma, e ela gemia sensualmente com meu pau em sua boquinha.

Ao dizer que logo iria gozar, ela segurou meu pau com força e aumentou o ritmo, queria que gozasse em sua boquinha. Após engolir tudinho, Emma voltou a repousar sua cabeça no travesseiro, ainda manuseando meu pau, e sorria para mim. Me levantei arrumando minhas calças, e Emma se sentou na beira de sua cama, enquanto eu terminava de arrumar meu cinto, ela se levanta me abraçando e me diz algo que me deixa chocado:

- Eu te amo.

Ela mal havia acabado de chorar o fim de seu namoro, e logo após chupar meu pau, disse que me amava... Fiquei sem reação, mas por pura pressão do momento respondi que também a amava... Ela me abraçou mais forte, me perguntando:

- Jura?

O que eu poderia fazer nessa situação? Reafirmei à ela:

- Juro!

Emma então me jogou na cama e se deitou sobre mim, trocamos um longo beijo bem molhado e cheio de carícias. Após alguns minutos, ela desgrudou o seus lábios dos meus, e passou a me questionar, fazendo perguntas do tipo: "O que você acha de mim?". Nunca sei bem responder à esse tipo de perguntas, ainda mais quando mal a conhecia direito, mas mesmo assim ela pareceu satisfeita com minhas respostas, apesar de relativamente vagas.

Emma então se levantou, foi em direção à porta e a trancou, então começou a tirar sua roupa lentamente sem perder contato visual comigo, até ficar totalmente peladinha. Com peitinhos pequenos e rosadinhos, uma bocetinha lisinha, fiquei paralisado contemplando aquele corpinho lindo. Emma observava minha cara de besta e pulou para cima de mim, que ainda estava deitado em sua cama, ela passou a desabotoar minha camisa, e então disse baixinho em meu ouvido:

- Me come!

A este ponto, de pau duro, apenas minha cabeça de baixo era capaz de realizar qualquer decisão, e quando me dei conta, minhas roupas encontravam-se jogadas no chão do quarto de Emma, e meu pau já estava encapado, nem sei de onde surgiu aquela camisinha.

Agora eu me encontrava sentado em sua cama, Emma se aproximou de mim e me deu um breve beijo, então se posicionou deitada e com as pernas abertas em sua cama, massageando sua bocetinha, já se preparando para levar rola.

Me aproximei dela, e trocamos mais um belo beijo molhado, antes de meter, resolvi dar um beijinho em sua bocetinha, que encontrava-se super molhadinha, deslizei minha língua lentamente por toda a extensão de sua bocetinha, dando uma chupadinha de leve em seu grelinho no final, o que fez Emma soltar um longo gritinho de prazer, chamei sua atenção para ter cuidado com o barulho, considerando que sua avó poderia escutar tudo, ela não disse nada, apenas continuava respirando de forma ofegante enquanto massageava sua bocetinha, aguardando meu pau.

Posicionei-me sobre Emma, e olhando profundamente em seus olhos, passei a massagear sua bocetinha com o meu pau, Emma gemia alto e me pedia para meter, ignorei o pedido dela e voltei a chamar sua atenção em relação à seus gemidos altos, do outro lado, ela ignorava meu conselho e voltava a me pedir para que eu metesse meu pau em sua bocetinha, Emma

agarrava meu pescoço e mordiscava seus lábios, ainda me olhando nos olhos, e eu continuava a massagear sua bocetinha com o meu pau, deslizando ele para cima e para baixo por sua bocetinha, ameaçava enfiar a cabecinha, mas voltava e passava a esfregar ele em seu grelinho. Emma perdia a paciência, e após mais um pedido meu para que ela tivesse cuidado com os gemidos, ela apenas me ordenou, com uma voz quase demoníaca e mais grossa do que a minha:

- Me come, caralho!

Foda-se, resolvi conceder à ela o seu desejo.

Ao adentrar sua bocetinha, Emma soltou um urro de prazer, jogando sua cabeça para trás e riscando minhas costas com suas unhas, me deixando preocupado pois tinha certeza de que sua avó seria capaz de escutar aquilo. Pedi para que ela mantivesse silêncio, mas ela parecia não escutar, conforme eu metia em sua bocetinha, Emma gemia mais. Cobri sua boca com minha mão, tentando abafar o som de seus gemidos, e Emma parecia gemer ainda mais alto, como se tentasse compensar o volume dos seus gemidos com minha mão, passei então a usar minhas duas mãos para tentar abafar seus gemidos cobrindo sua boca, e os gemidos de Emma se tornaram em gritos abafados pelas minhas mãos. Fiquei ainda mais preocupado, pois se a avó dela escutasse agora, ao invés de achar que eu apenas comia sua neta, ela poderia pensar que ela estava sendo estuprada, enquanto eu tentava calar sua boca.

Continuei a meter nela, usando minhas duas mãos para tentar abafar seus gemidos, e Emma usava as unhas de suas mãos para me arranhar todinho, me deixando várias marcas nas costas, ombros, peito, cintura e bunda, chegando até mesmo a me machucar e arrancar sangue de mim. Pouco tempo se passou, e Emma, que já se encontrava super excitada, logo gozou, aos gritos, que eu tentava abafar, ela perdia o controle de seu corpo, contorcendo-se, ela me prendia dentro dela, me segurando pelas pernas e com as mãos em minhas costas, acabei por gozar junto com os movimentos dos quadris de Emma. Removi minhas mãos de sua boca, e Emma suspirava alto, ainda tentando recuperar o fôlego, trocamos mais um beijo. Enquanto nossas línguas molhadas se acariciavam, Emma removeu a camisinha de meu pau e ficou massageando ele, ainda melado, em seguida interrompeu o beijo e caiu de boca nele, ainda segurando a camisinha com a mão, Emma deixou meu pau limpinho, lambendo e sugando todo o restinho de porra que ainda escorria dele.

Exausta, Emma voltou a se deitar na cama, e esvaziou todo o conteúdo da camisinha em sua barriguinha. Ela passava os dedos, espalhando o leitinho até seus peitos, esfregando-os em seus mamilos, e então passava a lamber os dedos sensualmente olhando para mim, e sorrindo maliciosamente.

Após ir se limpar no banheiro e recuperarmos um pouco de nossa energia, resolvemos trabalhar um pouco em nosso projeto. Passamos o resto da tarde em um clima bastante confortável, discontraído, conversando como se já estivéssemos juntos havia anos, e ao mesmo tempo, sensual, com Emma me abraçando forte enquanto trabalhava, acariciando meu pau, lambendo e chupando minha orelha, meu pescoço, trocando vários beijos.

Depois de algumas horas trabalhando na frente do computador, já havia anoitecido e resolvi ir embora, Emma me pediu para que passasse a noite em sua casa, recusei o convite pois ela iria trabalhar cedo no dia seguinte, e também queria evitar alguma situação constrangedora com sua avó.

Antes de ir embora, porém, nada melhor do que uma bela gozada, e aproveitando que já conhecia o lado safado de Emma, apenas tirei meu pau para fora e o apresentei à ela. Emma imediatamente ficou de joelhos em minha frente, fazendo carinho em meu pau, e apenas o lambia, deslizando sua língua pelo meu pau, dava umas leves chupadinhas na cabecinha, lambia minhas bolas, e às vezes apenas respirava sobre ele, soltando lentamente seu bafo quente em meu pau, com toda a paciência do mundo, e eu apenas observava Emma enquanto acariciava sua cabecinha.

Após alguns minutos apenas recebendo algumas lambidinhas no pau, perguntei à Emma se ela não iria me chupar, ela então levantou a cabeça, me olhando nos olhos, jogou as mãos para trás e me respondeu sorrindo:

- Me faz!

Ao escutar o pedido de Emma, enfiei meu pau em sua boquinha, ela continuava me observando sem realizar nenhum movimento, apenas sugava de leve e lambiscava a cabecinha do meu pau dentro de sua boquinha. Com as mãos para trás, Emma me deixava com total controle da situação, comecei a foder levemente sua boquinha enquanto acariciava sua cabeça, e Emma passou a gemer baixinho, conforme eu aumentava o ritmo, Emma passava a gemer mais e mais. Logo gozei em sua boquinha, e segurando sua cabeça no lugar, Emma chupava e lambia meu pau dentro de sua boquinha, deixando-o limpinho.

Após deixar meu pau bem limpinho com sua boquinha, Emma se levantou e me deu um abraço bem forte, dizendo mais uma vez que me amava, e me agradecendo pelo dia maravilhoso que havíamos passado juntos. Ao sair de seu quarto, era fácil perceber o olhar de desgosto de sua avó, apenas me despedi rapidamente e dei no pé. Emma me acompanhou até o portão de sua casa, onde trocamos mais um longo beijo de despedida, enquanto passava discretamente a mão em meu pau.

Este é um conto real, e esta primeira parte detalha apenas o início de nosso relacionamento.

Não tenho certeza ainda se resumo na próxima parte do conto nossas aventuras mais interessantes, ou se as escrevo separadamente de forma mais detalhada.

Caso queiram continuar a ler sobre esta experiência, comentem se preferem ler algo resumido ou mais detalhado nas próximas partes.

Adoraria saber a opinião de vocês a respeito deste conto. Continuarei a atualizá-lo para deixá-lo melhor, corrigir possíveis erros, ou adicionar mais informações conforme necessário.

[email protected]

Comentários

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13/04/2019 13:17:48
Delicia de conto, minha esposa tb é bem putinha safada , confira nossas aventuras... Temos um blog para casais liberais: http://clubedosmaridoscornos.blogspot.com
13/04/2019 05:57:04
Detalhadadooooo muito bom

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