Treinamento Especial

Um conto erótico de MULTIFACE
Categoria: Homossexual
Data: 11/06/2019 18:09:51
Nota 9.50

Sou um engenheiro cinquentão, especialista em treinamento de logística de transportes. Fui contratado por uma grande empresa para um treinamento de uma semana numa cidade do interior do estado de São Paulo. A empresa reuniu pessoal de todo o Brasil e havia mais de trinta pessoas na sala. Tudo começou numa segunda-feira fria, mas com um sol imenso lá fora. O tempo continuou firme por toda a semana, o que é muito interessante para eventos como esse, pois proporciona excelentes condições para socialização entre os participantes.

À medida que o treinamento foi se desenrolando, como de costume, alguns participantes se destacaram. Neste, em especial, destacou-se um rapaz muito jovem, chamado Henrique, que teve participação decisiva, não só para esta história, como para o grupo. Suas intervenções sempre deram motivo para grandes contribuição ao assunto e me chamaram a atenção, o que nos aproximou.

Para minha surpresa, Henrique e eu morávamos na capital, São Paulo. O cara tinha 24 anos e era muito bem apessoado, vestia-se com capricho e apresentava uma excelente educação. Com o tempo percebi que ele me olhava fixamente sem perder nenhum movimento e sua atenção tinha algo mais do que uma relação professor-aluno. Era uma coisa contagiante e sedutora. Resolvi, no decorrer das aulas, dar atenção à ele, pra ver onde iriamos chegar e não deu outra. Na noite de quarta-feira, durante um drink no bar do hotel, ele veio até mim e disse: "professor, estou adorando o treinamento e suas aulas são maravilhosas. Adoraria que pudéssemos continuar sendo amigos depois desse encontro, para poder aprender mais com o senhor". Claro que me interessei pela proposta do garoto e combinei com ele de nos encontrarmos no meu escritório na semana seguinte, com o que ele concordou imediatamente. Dei meu cartão à ele e pedi que me ligasse pra gente marcar. Depois disso, ficamos mais próximos, mas naquele ambiente, nada poderia acontecer além de uma conversa entre amigos.

Ao terminar o evento, na sexta-feira, Henrique veio se despedir e perguntou se poderia ligar na segunda-feira. Respondi afirmativamente, embora a segunda-feira seja um dia muito conturbado.

No meio da manhã de segunda-feira, minha secretária me avisou que tenho uma ligação de Henrique. Atendi e para minha surpresa, ele foi muito formal, querendo marcar um encontro para discutir umas ideias. Isso me deixou meio desconfiado, pensando que eu tivesse imaginado coisas durante o curso da semana anterior. Porém, nestes casos é difícil de eu errar e eu marquei o encontro para o dia seguinte no final da tarde, por volta de 18:30h, quando já estaria sozinho no escritório.

Ele chegou pontualmente. A secretária ainda estava lá e o levou até mim. Eu a dispensei, dizendo que seria uma conversa informal e não necessitaria mais do serviço dela naquele dia. Henrique entrou na sala com um grande sorriso e me cumprimentou efusivamente, mostrando admiração e respeito. Confesso que fiquei confuso novamente. Sentou se na cadeira em frente a mesa e começamos uma conversa superficial sobre o final de semana e o retorno pra casa, até que percebi que a secretária tinha saído.

Em seguida, Henrique abriu uma pasta que havia trazido e tentou começar uma conversa sobre alguma ideia qualquer. Eu o interrompi.

- Henrique, um momento. Coloque esses papeis na pasta e vamos falar sobre o real motivo de sua visita. Somos adultos e nós dois sabemos o que você veio fazer aqui.

Ele emudeceu e ficou branco como um fantasma. Colocou os papeis na pasta meio sem jeito e me olhou muito encabulado.

- Professor, eu compreendo, mas não tenho tanta certeza assim. Acontece que nunca fiz isso apesar de meus 24 anos.

Me surpreendi novamente com essa declaração e desconfiei dela. Pedi pra que ele se explicasse e ele começou dizendo que teve uma educação muito rígida e sem liberdade. Seus pais sempre o vigiaram demais e ele, filho único, nunca pode ter uma vida própria. Até aquele momento ele havia namorado apenas duas garotas e somente nos últimos meses, com o bom emprego que tinha, estava tendo oportunidade de se soltar mais, principalmente do ponto de vista econômico. Disse que apesar de ter pensado em um relacionamento diferente por diversas vezes, somente tinha sido atraído de verdade por mim, durante o treinamento na última semana. Mas que mesmo assim, tinha muito medo do que pudesse acontecer.

Eu disse a ele que ficasse tranquilo quanto ao sigilo, uma vez que além de ser casado, eu não tinha nenhum motivo pra que o que ocorresse entre nós se tornasse público. Ao mesmo tempo em que ia falando com ele me levantei devagar e o convidei pra nos acomodarmos nas poltronas que ficam ao lado da mesa. Quando ele levantou pude reparar no seu físico bem trabalhado e na sua bundinha proeminente. Aquilo me excitou e meu pau deu sinal de vida. Afinal não é todo dia que se come uma bundinha virgem.

Antes de sentar, cheguei bem perto dele, peguei sua mão e coloquei sobre meu pau. Talvez ele não esperasse essa atitude minha, e meio que refugou, mas insisti. Ele pegou delicadamente por cima da calça e acariciou, ao mesmo tempo em que apertei a bunda dele. Disse pra ele sentar, fiquei em pé de frente pra ele e abaixei o ziper, colocando o pau pra fora.

- Pronto Henrique, agora você pode realizar todos os seus desejos e experimentar o que está querendo há tempos. Vá em frente, brinque a vontade.

Ele pegou delicadamente no meu pau e fez movimentos lentos de punheta. Observava atentamente com o olhar fixo enquanto o cacete crescia na mão dele. Já estava duro e quente o suficiente pra começar a diversão e meu tesão estava crescendo rápido.

- Vai Henrique, coloca na boca. Sinta como é bom.

Ele se posicionou na poltrona e se aproximou em câmera lenta. Aos poucos foi colocando na boca como uma criança que chupa um picolé. Deu pra perceber que realmente não tinha nenhuma experiência, mas mesmo assim fui sentindo aos poucos o calor da sua boca. Ele foi engolindo pedacinho por pedacinho, como se tivesse apreciando cada centímetro. Assim que engoliu tudo e segurei em seus cabelos e comecei um vai e vem lento e suave, fodendo aquela boquinha virgem. Mas o tesão estava grande e percebi que Henrique tentava tirar o pau pra fora da calça. Foi aí que mandei ele ficar nu.

O rapaz era moreno, mais ou menos 1,70m, uns 70kg, sem pelos no corpo e uma bundinha realmente linda. Enquanto se despia eu fiquei tocando punheta. El também estava cheio de tesão pois seu pau, que não era grande, estava ereto e babando.

- Como está se sentindo Henrique?

- Muito tesão professor. Nunca senti nada igual. Não vejo a hora de sentir meu homem.

Fui até minha mesa e peguei o gel e a camisinha. Voltei pra junto dele e disse pra colocar a camisinha no meu pau, o que ele fez, ainda meio sem jeito. Em seguida disse pra ele ajoelhar na poltrona, colocar as mãos no encosto e arrebitar a bundinha. Ele obedeceu sem vacilar só dizendo pra eu me lembrar que ele era virgem. Me aproximei e abri as nádegas dando uma lambida gostosa naquele cuzinho que, em instantes, seria desvirginado. Ouvi um gemidinho longo e suave. Espremi a bisnaga de gel e untei, tanto meu pau como o rabinho dele. Me aproximei e dei umas pinceladas gostosas naquele cuzinho. Disse pra ele relaxar e empinar mais a bunda. Meu tesão estava grande e meu pau muito duro. Assim que ele empinou a bunda e eu penetrei de uma vez. Não dei tempo pra ele trancar de medo.

Henrique deu um grito de dor e gemeu longamente.

- Professor, eu disse que era virgem. Tá doendo.

- Fica frio menino, é assim mesmo da primeira vez. Você vai acostumar rápido.

Segurei a cintura dele e comecei bombar. Primeiro lentamente, senti que meu pau estava agarrado por aquele cuzinho apertado, mas continuei bombando. Pra dentro e pra fora, devagar mais forte. Senti que o menino estava se recuperando.

- Henrique, como está o tesão?

- Tá voltando professor. Tá ficando gostoso.

- Então vai tocando punheta aí, que vou fazer você gozar. Me conta quando estiver a pronto.

- Não vai demorar professor.

Comecei a aumentar os movimentos, o que fez meu tesão crescer rápido. Um cuzinho virgem é raro hoje em dia. Henrique gemeu cada vez mais forte e me disse que iria gozar. Eu aumentei a velocidade e ele gozou, gemendo alto e gostoso. Meu gozo veio quase ao mesmo tempo e foi longo.

Aos poucos fui tirando o pau daquela bunda totalmente inaugurada e percebi que escorria um filete de sangue. Peguei papel no lavatório e limpei o gel do meu pau e a bunda dele, enquanto ele tirava a porra da minha poltrona.

Henrique sentou pelado na poltrona, olhou pra mim e disse: "adorei sua aula. Estou ansioso para vir na próxima".

Comentários

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13/06/2019 00:48:43
PRECISO DE UM PROFESSOR ASSIM OU UM ALUNO ASSIM.
12/06/2019 12:18:48
Um tesão tua narrativa, mas faltou algo para aumentar a libido do leitor, talvez detalhes dos corpos, das cacetas, um pouco de carinho e preliminares na hora do coito, tipo puxar os cabelos, sussurar sacanagens no ouvido, afinal estava sendo deflorado um cu virgem. Pense nisso na próxima narrativa. Te aguardo com a continuação desse conto. Avante...

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