Na escola com Evelyn: Humilhação & Negação

Na escola com Evelyn

Humilhação & Negação

Todo mundo em algum momento da vida tem uma paixão impossível, aquela pessoa que você sabe que não dá a mínima pra você, mal se importa com a sua existência e que mesmo assim, cada vez que olhamos pra ela, temos uma branda esperança e ao mesmo tempo o sentimento de negação e a certeza de que nunca vai rolar nada...

Na escola isso é bem comum.

Estava no segundo ano do colegial me preparando pra concluir minha fase escolar com um grande sucesso em termos de notas, porém um enorme fracasso em curtir a puberdade. Não é fácil ser um nerd da sala, ver os descolados ficando com geral e você na seca por anos...

O desprezo e as risadinhas das garotas quando passavam por mim eram constantes e eu já nem ligava mais. Guardava bem o rosto de cada uma delas pra bater uma punheta gostosa em casa olhando seus perfis no facebook, suas fotos de biquínis, seus rolês em baladas e sabendo que nunca ficaria com uma delas. A masturbação era o meu prêmio de consolação. Gozar sempre ao pensar nelas, quantas vezes eu quisesse, enquanto outros garotos beijavam e muito provavelmente transavam com elas.

Enfim, era como a vida seguia...

Dentre todas as garotas da escola, Evelyn era a minha maior paixão negada. Desde que vi aquela gata pela primeira vez, no começo do ano, quando me mudei pra escola nova, me apaixonei perdidamente. Mesmo sabendo ser um sentimento que nunca seria recíproco. Eu gordinho, nem bonito, nem feio e que andava com a turma dos "esquisitos". Todo nerd e aplicado, sentava na primeira carteira.

Ela, totalmente o contrário.

A típica "gostosa da sala". Cabelos castanhos até um pouco abaixo do ombro, branquinha com algumas sardas no rosto e atraentes olhos castanhos. Alta pra idade, com um corpo de mulher, peitos médios, uma bunda maravilhosa redondinha e sombrancelhas expressivas que pareciam sempre olhar com desdém pra tudo e pra todos. Sempre ia toda maquiada e bem arrumada, com calça legs, às vezes jeans bem marcante, blusinhas decotadas e adorava desfilar pela sala. Sabia como ninguém mexer com o imaginário de todos os muleques.

Evelyn adorava ser o centro das atenções, controlava seu grupinho de amigas populares como ela com mão-de-ferro, sendo claramente a líder delas e flertava com os meninos mais populares da escola. Ficava com vários deles e era uma das meninas mais influentes da escola toda.

Em relação a mim, por muito tempo sempre foi como se eu se quer existisse pra ela, como aluno novo que entrou quase no último ano da turma acabei no grupinho dos "esquisitos" os nerds que sentavam na frente, próximo ao grupo de Evelyn e suas amigas

Passávamos o dia falando de jogos, revistas em quadrinhos, filmes, séries... Todo esse papo nada atraente pra elas . Quando olhavam pra gente era só pra cochicar algo, dar risadas, jogar bolinha de papel ou mesmo pra fazer piada de um de nós.

Como bons nerds, nem perdíamos tempo respondendo, estávamos infelizmente acostumados com aquele tipo de situação e ignoravamos. Além, de é claro, passar o dia comentando entre nós como elas eram gostosas e tirando alguma foto escondida da bunda delas.

A mais perversa de todas era a própria dona Evelyn. Ela gostava de se impor perante todos e rebaixar quem fosse "inferior" à ela. Até suas próprias amiguinhas sofriam com isso, levando patadas frequentes dela, seu gênio forte era imprevisível, chegando as vezes a passar dos limites praticando atos humilhantes e vexatórios.

Certa vez, ela levantou de sua carteira durante uma aula, foi esvaziar a bandeija do seu apontador de lápis no lixo que ficava do lado da minha mesa e parou próxima de mim.

Pude sentir o cheiro do seu perfume doce e começar a ficar excitado, já sabendo que iria acontecer algo ruim...

Não sei o que ouvi primeiro, se foram os risos da galera da sala ou o pedido irônico de desculpas dela quando jogou toda a casquinha dos lápis na minha cabeça.

- Ai! Me perdoa Gui! Sou tão distraída... - ela tentava disfarçar um sorrisinho diabólico no canto da boca - ... Não tive intenção!

Passou a mão no meu cabelo tirando algumas das casquinhas de lápis, fingindo ser boazinha pra professora não encher o saco dela.

- Não tem problema Evelyn - respondi baixinho sem olhar pra ela, evitava ao máximo olhar naqueles olhos tão belos, ficaria me tremendo todo - Eu recolho pra você...

- Obrigada, chulé! Ainda bem que é útil pra alguma coisa!

Novamente a turma caiu na risada ao ouvir meu clássico apelido e todos me encaravam numa situação constrangedora. Evelyn saiu triunfante, já rindo sem pudor. A professora fingia nem ver nada, se bobiasse a garota causava com ela também... Aquela gostosa parecia ter uma cota diária de humilhações pra fazer. Uma necessidade gritante de se sentir poderosa.

- Cara, não sei porquê você aguenta isso ainda! - meu amigo Luís, que já tinha sofrido muito na mão de Evelyn e companhia me ajudou a jogar a sujeira no lixo - Desde que eu ameacei ela de parar de passar cola nas provas, melhorou um pouco, tenta isso também, desse jeito parece que você gosta, pô!

E eu não podia negar, gostava mesmo daquilo tudo. Lutava comigo pra negar, mas cada vez que ela mexia comigo meu pau ficava durinho nas calças. Eu disfarçava ao máximo pra ninguém da sala ver. Aí sim seria meu fim. Porém, adorava cada momento humilhante que aquela garota me causava e lembrava disso nas minhas punhetas em casa.

O jeito que ela me olhava com indiferença, o tom da sua voz brava quando gritava com alguém ou comigo. Ela causava diversas situações chatas durante o dia, desde coisas infantis como amarrar sua mochila na cadeira ou outras mais sádicas como cuspir na sua carteira, mostrando todo seu desprezo por pessoas que ela não considerasse do seu "padrão" (o alvo era normalmente algum de nós), pois é, a menina era impossível. Na época eu já sabia que tinha fetiches por podolatria, humilhação, submissão... E aquela garota era a personificação de tudo isso!

- Ah cara, eu nem falo nada. Essa menina é foda, lembra do Cadu coitado? Foi discutir com ela, só piorou... Apanhou feio dos ficantes dela.

- É porque ele não tinha nada a oferecer, nós passamos cola das provas pra ela e pras amigas, gostando ou não, ela precisa da gente.

- Pois, é.

Olhei pra Evelyn e lá estava ela. Já toda atirada com o Marcão, um dos populares da sala, tirando selfie agarradinha com ele. Que cara sortudo...

Admirava seu jeito livre de ser, dona de tudo, senhora sensação. Mexendo com todos, sendo desejada, adorasa, odiada por alguns, porém principalmente invejada. Todas queriam ser como ela. Nota máxima nas provas (graças a mim e meus amigos), não se preocupava com os trabalhos e lições de casa. Tinha tudo feito por algum trouxa.

E adivinhem só. Eu era um deles.

Como disse antes, nos primeiros dias na nova escola eu era um nada pra Evelyn. Admirava-a de longe, tirava fotos dela escondido e nada mais. Acho que levou um mês pra ela falar pela primeira vez comigo.

Foi numa aula de educação física.

Eu que não pratico esporte nenhum estava sentado num canto da quadra sozinho, mexendo no celular, (na época ainda não tinha feito nenhuma amizade), quando ela parou perto de mim e estalou os dedos me tirando do transe.

- Ei babaca! - sua voz autoritária me acordou, ela estava deliciosa como sempre, com seus cabelos castanhos presos numa trança e segurando sua mochila nas mãos - Cuida da minha mochila pra mim! Vou me trocar e jogar vôlei.

Antes que eu pensasse em falar algo a folgada jogou a mochila pesada em cima de mim que peguei num reflexo.

- Não mexa em nada entendeu! - eu olhei vacilante pra ela - Entendeu idiota? Não sabe falar!?

- Enten... Entendi.

Ela virou os olhos irritada e saiu pra se trocar me ignorando totalmente.

Com ela era assim, não pedia nada. Apenas mandava e era bom obedecer ou sofria as consequências. Virava a piada da sala, corria risco de apanhar dos boyzinhos dela. Adorei aquilo e fui deixando-me levar pelo seu jogo dominador. Embora só fosse um jogo excitante pra um de nós, pra ela eu era só mais um mongo pra ser explorado sem nunca dar nada em troca.

Então, por muitas aulas ela ficou fazendo isso comigo, virou uma espécie de "acordo mútuo" entre nós. A gata deixava sua mochila comigo, me olhava com suas sombrancelhas expressando nojo e indiferença e ia se trocar. Jogava vôlei com excelência enquanto eu vigiava sua bolsa como um fiel cão-de-guarda e discretamente gravava sua performance no jogo. Naquele shortinhos justinho e regata do time de vôlei, Evelyn ficava um tesão, uma atração a parte. Tinha perdido a conta de quantos videos e fotos tinha dela guardados no meu celular.

Quando terminava a aula, ela ia para o vestiário se trocar e eu voltava pra sala onde deixava sua mochila ajeitadinha em cima da mesa. Ela entrava na sala com suas amigas já toda cheirosa e arrumada novamente e quando passava por mim raramente sussurava um seco obrigada, na maioria das vezes apenas dava um olhar ameaçador, do tipo: " Se sumiu alguma coisa você tá fudido!".

Eu voltava a prestar atenção na aula e a vida seguia, minha paixão não-correspondida continuava fingindo que eu não existia até a próxima aula na quadra.

Os dias foram passando e em uma dessas aulas de educação física que algo inesperado e excitante aconteceu. Era um dia bem quente de verão e minha Deusa foi para a escola de chinelos... Ah meus amigos! Foi o paraíso pra mim! Pela primeira vez pude admirar seus magníficos pés pessoalmente.

Em suas redes socias já havia caçado cada foto dos seus pezinhos, mas era algo muito difícil dela postar ou aparecer em alguma foto. Ver minha desejada colega de sala de chinelos com seu pé à mostra foi arrebatador. Eram pés um pouco grandes (do jeito que gosto) bem lisinhos, as unhas não estavam feitas porque era dia de jogo de vôlei, mas era inegavelmente um pé belíssimo. Passei as quatro primeiras aulas vidrados neles, porém pro meu azar não consegui tirar nenhuma foto sem quem alguém percebesse.

Chegou a hora da educação física e lá fui eu, bem perto dela esperando que ela viesse me entregar sua mochila pra eu cuidar. Entramos na quadra e como Evelyn não havia falado comigo ainda sentei no meu cantinho na minha e logo ela veio.

- Já sabe né guri? - Dessa vez ela já tinha se trocado e vestia o uniforme do time de vôlei, ainda calçava os chinelos, uma par de havaianas de estampa de gatinho - Hey, Gui? Tá olhando pro meu pé porquê?

Droga.

Encarei tanto que ficou evidente. Fiquei vermelho de vergonha, tentei disfarçar.

- Não... Nada não, tava só brisando aqui...

- Só faz isso né! - ela atirou a mochila no meu colo e pro meu espanto se sentou do meu lado - Abre aí pra mim, preciso do meu tênis, esqueci de colocar.

Uau! ela ia calcar o tênis do meu lado! Como queria gravar isso! Só que não teria como...

Abri a mochila dela excitado e tirei seu par de tênis e meias. Evelyn pegou da minha mão, cruzou a perna e tirou uma de suas havaianas enquanto eu olhava hipnotizado. Colocou a meia, depois o tênis e começou a fazer isso no outro pé também. Fiquei tão próximo daquela sola deliciosa que juro que senti um cheirinho de chulé. Babava de tesão e meu pau já latejava.

- Evelyn eu... - Merda! O que eu estava pensando em dizer!.

Ela arqueou sua sombrancelha direita e me fitou curiosa.

- Hum?

Parou de calçar a meia na metade do pé bem naquele momento. Ainda via uma parte de sua solinha branca.

- Ah nada... - mantinha o olhar fixo no pé dela e vi que era melhor ser sincero - Quer dizer, ah... Você tem pés bonitos....

Pensei que ela fosse me achar mais estranho ainda ou falar algo humilhante, porém pra minha surpresa só deu um curto sorriso e terminou de calçar a meia e o tênis.

- Obrigada eu acho - ela se levantou e foi pra quadra jogar sem nem olhar pra minha cara de bobo.

O jogo começou e eu ainda pensava no que disse à ela. Será que mais tarde seria zuado? Acho que não, parecia que ela nem havia se importado com isso. Comecei a tirar umas fotos dela jogando, admirando seu belo corpo, quando tive um estalo!

Caraca! os chinelos dela estão do meu lado, porra!

Olhei pras havaianas dela como um cão pra um pedaço de carne. Estavam ali, do lado da mochila e eu nem tinha me tocado antes!

Ah, que vontade de cheirar aqueles chinelos e sentir o cheiro dos pés da minha Deusa! Mas ali em plena quadra seria um pouco arriscado...

- Dane-se! - falei comigo mesmo.

Quando teria outra chance disso acontecer na minha vida? Nunca mais chegaria tão proximo de algo que esteve nos pés dela. Era uma chance em um milhão.

Tomei coragem e peguei o par de havaianas na mão e a mochila dela e fui pra um canto da quadra bem ao fundo onde ficava uma coluna grande que sustentava o teto, ali se eu fosse discreto conseguiria cheirar e lamber aqueles chinelos sem que ninguém visse atrás da coluna.

Dei uma rápida olhada em volta e vi todos prestando atenção no jogo e com meu pau quase pingando de tesão na calça comecei a cheirar as solas onde os pés da minha musa haviam pisado...

Continua...

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