TGjF – Colégio Interno – Rotina

Um conto erótico de Henry L
Categoria: Homossexual
Data: 09/09/2019 14:31:47
Nota 10.00

Os dias passavam rapidamente e eu acabei me adaptava completamente, o ambiente fedia a bosta de morcego e a poeira tomava de conta insistentemente apesar de toda a limpeza que fazíamos, mas quando você é jovem nem liga para essas coisas, tudo é um mar de rosas e funciona perfeitamente. Eu acordava com o barulho dos meus colegas, alguns acordavam as 5 da manhã. Eu demorava na cama até todo mundo ter se arrumado e vagado o nosso novo banheiro que acabará de ser reformado. Por consequência eu tomava banho tranquilo, sempre chegava atrasado no café da manhã e na sala de aula e todos ficavam comentando, com o tempo passei a não me importar mais com isso. Tínhamos aula até quase o meio dia, depois vinha o almoço. A fila do almoço era ótima para socializar, não que eu fosse aproveitar 100%, sempre fui mais de reação do que ação, mas eu ia na onda de quem era mais soltinho e sabia se enturmar. Foi lá que notei a existência de uma pessoa muito interessante, um rapaz baixo, branquinho e corpulento, não era gordo nem musculoso, era um delicioso meio termo, tinha uma bunda gigante e redonda que eu nunca tinha visto em um homem antes, devia ter seus 20 e poucos anos, era mais velho que eu com certeza e falava com todos livremente. Eu não fazia ideia de quem era, mas a princípio o apelidei mentalmente de deus grego, muita originalidade, meus olhos não saiam dele, aqueles olhos pequenos e redondos, queixo proeminente e maxilar quadrado, pescoço grosso e rosado, braços brancos, rígidos e cobertos por uma leve camada de pelos negros e lisos, sorriso contido charmoso e cabelo bem curto e preto fechavam o pacote divino do meus Zeus repentino.

O almoço acabou e segui para o quarto, estava abalado e suspirando devido ao encontro com aquele monumento de homem, normalmente haveria aula a tarde também, era a modalidade integral, porém naquela semana em especifico não teria. Deitei na minha cama e fiquei jogando o jogo da cobrinha no meu Nokia quando Jonatas chegou com um sorvete de casquinha na mão.

– Me dá um pouquinho, adoro chocolate... – Fiz a minha melhor cara de pidão.

– Que bom. – Jonatas continuou a lamber seu sorvete e eu continuei encarando ele. – Tá bom, pega, mas só um pouquinho e desse lado aqui.

– Obrigado, que Deus te dê uma mulher só sua. – Agradeço todo zueiro.

– Deixa de ser pidão Henrique. – Disse o loirinho mais adiante deitado em sua cama.

O loirinho esquisito se chamava Renan, vinha de uma cidade próxima e era uma pessoa muito divertida, sempre fazendo todos rirem ao seu redor, gostava de jogar bola e ostentava aquele corpo lindo sabor baunilha todo suado sempre que voltava de uma partida ficando sem camisa e perambulando pelo quarto apenas com aquele shortinho branco e fino me dando a chance de admirar aquele peitoral branco e largo com mamilos redondos, grandes e rosados, sem bico muito definido, e um leve vislumbre do que o tecido quase translúcido escondia. As pernas de Renan eram ainda mais gostosas, brancas, torneadas e cobertas por uma camada abundante e macia de belos claros e encaracolados.

– Deixo não, de graças as coisas são mais gostosas. – Todos riram com a minha tirada e seguimos a vida individualmente.

Pouco tempo depois chegou um veterano gordinho, Daniel, era moreno do cabelo crespo, egocêntrico de língua afiada, rápido nos movimentos e nas respostas, vinha acompanhado do seu amigo estranho apelidado de Goiabinha. Aquela época era o ápice das mulheres fruta, aquele era apelidado de mulher goiaba, um rapaz de aparência frágil e desastrado, cabeça chata e grande, magro e desastrado, andava com os pés para dentro e vivia rindo da cara dos outros. Não havia uma dupla que combinasse mais do que aqueles dois. Daniel chegou e já foi dizendo:

– Goiabinha vamos ouvir a nova música do aviões? – Desdém transbordando no ambiente.

Goiabinha abril um sorriso torto, olhou de Daniel para mim duas vezes, botou as mãos na cintura e disse:

– Sim, vamos, estou ansioso para ouvir. – Ele queria seguir os passos do amigo, mas apenas pareceu artificial e afeminado demais.

O celular de Daniel era um Nokia mais avançado do que o meu, tinha bluetooth e suportava músicas em .mp3, ele vazia questão de deixar isso bem claro para quem não dispunha da mesma sorte de ter um celular igual. Daniel sentou em sua cama suavemente enquanto Goiabinha se jogou na cama fazendo ela ranger com o peso. Daniel olhou para ele seriamente e disse:

– Rapariga, se você quebrar minha cama eu durmo na sua cama e você dorme nessa aqui quebrada. – Repreendeu ele, mas sem muito efeito, Goiabinha fingiu não ter ouvido nada.

Eles interagindo entre si era a coisa mais engraçada que eu já vira até então, eles se tratavam como sendo duas prostitutas sempre desesperadas por um programa, era igual a ver Drag Queens brigando só que sem estarem montadas. (Só vim saber o que era uma Drag Queen anos depois e só deixei de ter medo delas depois que assisti Rupaul’s Drag Race).

Tudo parecia ter se tranquilizado quando o barbudinho arrogante chegou no quarto, seu nome era Wanderson, entrou dando passadas curtas e avaliando todos em volta. Ele era marrentinho, igual ao queixo tinha bastante pelo negro pelo corpo todo apesar de ser ainda bem jovem, tronco reto sem músculos aparentes, pele escura e lábios abundantes, era inegavelmente bonito e gostoso, mas seu gênio e atitude me repeliram desde o primeiro dia. A cama de Daniel ficava quase ao lado da de Wanderson, de lá, Goiabinha esticava o pescoço para ver melhor Wanderson passar, ele sorria e dava rosadinhas ao cochichar algo com Daniel. Quando olho para o lado com a intensão de pedir mais um pouco do sorvete a Jonatas, noto que até meu amigo estava observando atentamente a breve passagem de Wanderson da porta para a cama. Seria possível que Jonatas curtia uma rola também? Daniel e Goiabinha eu tinha quase total certeza que gostavam da sentar da vara, mas Jonatas era novidade para mim.

– Me dá mais um pouquinho de sorvete? – Falei só para ver a reação de Jonatas que não me notou .

– É o que? Sorvete é? Dó não, já tomou demais. – Ele procurou fingir que olhava para outra coisa na mesma direção de Wanderson, mas sem muito sucesso.

– Jonatas não sabe nem chupar um sorvete, se fosse a mulher goiaba aqui... – Daniel e seu habitual veneno percebendo tudo ao seu redor.

– Chupava até o talo, num ia nem dar tempo de ficar mole. – A cara de rapariga ruim se divertindo de Goiabinha foi a melhor parte e conseguiu arrancar risadas de todos no quarto.

A maioria dos rapazes do nosso quarto se divertiam fingindo ser afeminados, falando fino e dando tapas na bunda uns dos outros, uma coisa com a qual eu demorei a me acostumar.

Com o avanço da tarde todos se ocuparam com alguma coisa, uns saíram para passear, outro para lanchar, outros para estudar e eu fiquei estudando dentro do quarto mesmo, poucos tinham ficado em suas camas. Eu estava com os cadernos abertos e com uma perna de cada lado da cama debruçado sob um livro. De reprende vejo um vulto e antes mesmo de levantar a cabeça noto que Wanderson se sentou na minha cama com uma perna de cada lado da cama assim como eu, usando apenas uma bermuda de nylon branca com listradas coloridas com o peito peludo e reto nu, e ficou me encarando. Até aquele momento eu não tinha trocado muitas palavras com ele, minha paciência para aquele tipo de gente era quase inexistente. Enquanto eu esperava para saber o que ele queria comigo, do nada Wanderson levou as mãos ao velcro da bermuda, não disse nenhuma palavra, abriu e botou o pau escuro e mole pra fora em cima do meu livro com a cabeça mais clara totalmente exposta. A minha reação foi a mais estranha possível, eu fiquei com raiva e mandei ele sair da minha cama aos gritos. Quando que eu, em sã consciência, ia dizer não para uma rola assim esfregada na minha cara daquele jeito? Wanderson saiu correndo com um sorriso malicioso no rosto, como que me testando para saber se rolava ou não, acho que eu forneci uma resposta bem clara para qualquer dúvida que ele tivesse a meu respeito


Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Henry L a escrever mais dando dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Entre em contato direto com o autor. Escreva uma mensagem privada!
Falar diretamente com o autor

Comentários

Comente!

  • Desejo receber um e-mail quando um novo comentario for feito neste conto.
11/09/2019 23:21:53
AH. PERDEU A CHANCE COM WANDERSON, EU TB PEGAVA A ROLA DELE RAPIDINHO. RSSSSSSSSSSSSSSSSS
11/09/2019 03:05:16
Continua pfvr esse tesão
11/09/2019 01:07:08
.
10/09/2019 12:33:31
bem safado essa turma
09/09/2019 21:23:40
Gostando, continua

Online porn video at mobile phone


contos eróticos sogras Grávidas urologista conto gayconto erotico gay cunhadosfilmes pornodoido marido da sua esppsinha magrinha par a um negrap do pau enorme tora ela ao meioContos bi casais bi.fotosde travesti peitudo ecusaovideo de sexo de mulher fazendo sexo afussa com outra mulherfoto do negao inedita nunca vista da rola seper grossamundobicha.com hetero brasileiro toma banho com amigo heteroSansão todinho nuapai rexha minha calcinha xvideoscontoerotico eu,namorada, minha mae e tio jorgecontos de scatcontos eróticos um velho me estrupoucomtos eroticos de cara ensinado a cunhada novinha a dirigi e fudedo elaxoxota da filhinha pretinhabaixa video porno negão com 30 cemtimtro comendo loira a forcanora safada pega sogro bateno punheta xvodeoo tarado do negao quis enfiar no meu olho enrugadoascensorista pauzudocheirou minha calcinha e me fodeu , contoscontos eroticos comeu a testemunha de jeovamulheres com a voz rouca transandoVampiros-Casa Dos Contos zdorovsreda.ruencubado flagrado dando o cumulheres bostas scatmorena de 58kg dando a bucetaContos de incesto mãe e filhoconto erotico vovô vovó e a empregadavideos de sexo de travestis com cheiro a chulewww.xvideos.bucetaovirgensnovınha transando com ırmaoviva.video.mijonasconto eurotico academia com o menino bundudofurei ontem com meu marido quero ffuder hoje de novo o que facoContos eroticos poderoso negaocontos eroticos Nao mexa nas calcinhas da mamae parte 2porno o pai da quer reaizar o sonho de fpde foder a filha mas ele deu varias tentativa para consiguerFantasia sexual: lamber um cu cacagoconto erotico a irmandade da anacondabicos de tetas estranhas.xvideospeladacamisinhacache:SYwHO_7iEWYJ:zdorovsreda.ru/texto/201607485 colica o pinto na buceta com saiaxvideos-tampando a boca da novinha com um travesseiro ate ela desmaiarcontos eroticos Robertaaluna do mar Ivone da chupando o pau do caracomo e bom ter um comedor sólido e um marido viadoXisvideoscomemdo o cu d novinhoela cagou no meu pau conto eroticoVoltei arrombada e cheia de porra mostrei para o cornoCasada gostosa se exibiu pro novinho eleou pica,confesso.mirtes dando a buceta na igrejavoyeur cunhadafotos d mulheres so d calcinha box cm a buceta inchadamulheres casadas safadas se exibindo de sainha curta sem calcinha pro encanador ele ñ resiste fode a putaprodutora cabine erotica spcontos eroticos encoxando a madura Rabuda no metrôfaminta engole a piroca do padrastoxvidio gainhaNxnn coroa agarrda numo pau de 25cmxvideo uma ficadinha na ruacontos eroticos estava frio di o cu pra esquenta mas nao sou gayxxx minha tia quer transar eu amostrei meu pau e ela disse que nao ia aquentarconto mostrei a buceta pro genroconto arrebentei cu garanhaoruanito fumando em uma garrafaconto erotico huntergirls71contos eroticos tomei tudinho a porra do meu cunhadoconto sexo menina esconde-escondegostosa chifrando corno com seguranças na festa contos eroticosguloza pede pra goza nabucertafudeno a vizinha em porno doodover vidioporno das secretaria mas bonitas de oculofodeno a parideiracontos meu filho me comeu por enganopornoirado de esposa de shortinho no talo dando pro encanadorconi o cuzinho da minha filha magrela contosWww.vainovinhavideo.com.brvaldenicepornocontos eroticos rubia e beto .minha irma porno fotos com movimentosdoce nanda parte cinco contos eroticosdespregando o cusinho da mulhersogra fagar gero de pau duromulher infiel adora dar a buceta para outro comer