E agora... Pai?! - V

Capítulo 5 - Rey

Depois do susto de encontrar com o meu filho na minha sala de aula, eu o convidei para almoçar comigo. Tivemos um tempo juntos bem agradável, apesar de quase estragar tudo logo no início, irritado por nem ele, nem a mãe, me contarem que ele havia se mudado para a mesma cidade que eu. Consegui me acalmar e levei o Edu para a minha casa, mostrei o quarto que montei para ele e me pareceu gostar, apesar de recusar o convite para morar comigo.

Fábio apareceu de surpresa na minha casa, não gostei dele entrando no meu apartamento como se fosse sua casa, lhe dei a chave para facilitar os nossos encontros e não para ele usar a casa ao seu bel-prazer.

Almocei com Edu e Fábio, fiquei sem graça quando eles começaram a falar de mim, nunca tinha pensado em como contar para o meu filho que eu era gay. Ele aceitou numa boa. Acredito que a Ana e o Francisco já tinham comentado isso com ele. E fiquei feliz em saber que Edu não era um hipócrita, que ficou com garotos e depois sairia julgando os outros.

Edu não quis passar o resto do dia comigo. Disse que já conhecia a cidade e que tinha que ir. Eu o levei em casa, deixei no bairro das Laranjeiras e antes que ele pudesse sair do carro eu o puxei para um abraço. Edu ficou parado e eu não o larguei. Ele me abraçou de volta, tinha anos que eu não abraçava o meu filho. Era estranho, havia perdido 13 anos de sua vida. Mais de dois terços da vida dele, era muita coisa. Ele não era mais um garotinho de 5 anos que eu carregava no colo e sim um homem.

Senti Edu cheirando o meu cangote, meu coração disparou. Eu o abracei mais forte e ele retribuiu. Eu o afastei daquele abraço e segurei no seu rosto. “Como você é lindo”, pensei, admirando a sua beleza.

— Estou tão feliz em te ver. — Eu disse lhe dando um beijo no rosto e o abraçando. — Vou te ligar, quero te encontrar de novo. Tudo bem?

Edu concordou com a cabeça e saiu do carro. Percebi que ele estava tímido na minha presença, falou pouco, mas senti que ele também gostou no nosso encontro.

Enquanto voltava para casa não conseguia pensar em outra coisa além do seu lindo rosto. No rádio tocou uma música que não poderia ser mais propensa para o momentinho. All Star e eu ia cantando junto pensando no Edu:

— “Estranho seria se eu não me apaixonasse por você... O sal viria doce para os novos lábios... Colombo procurou as Índias mas a Terra avisto em você... Estranho é pensar que o bairro das Laranjeiras... Satisfeito sorri quando chego ali... E entro no elevador... Aperto o 12 que é o seu andar... Não vejo a hora de te encontrar... E continuar aquela conversa... Que não terminamos ontem, ficou pra hoje...”

Cheguei em casa e me surpreendi com Fabio lá estirado no meu sofá com o celular na mão.

— Uai! Você ainda está aqui? — Perguntei.

— Você disse que precisávamos conversar. — Fábio respondeu.

— Não precisava ser agora. — Eu disse. Fábio me olhou sorrindo, percebi que ele preferia o conforto do meu apartamento.

— São coisas simples. Uma já disse mais cedo, não quero você aparecendo aqui sem me avisar. A chave é pra quando combinarmos, você não ter que esperar eu chegar na portaria ou na rua. — Eu disse.

— Entendido. — Fábio responde. Voltando a olhar para o celular.

— Outra coisa é que não gostei quando disse para o Edu que eu gosto de privacidade. Tinha acabado de convida-lo para morar comigo e você dizendo aquilo o fez desanimar.

— Isso não Rey. Primeiro que ele já tinha dito que não iria morar aqui. — Fábio disse deixando o celular de lado e vindo na minha direção. — Segundo eu disse a verdade. Você disse que gosta da sua privacidade, você mesmo que disse isso, quando recusou deu vir morar com você.

— É diferente morar com alguém que você está namorando e um filho. Tem ideia do que é para um pai ficar 13 anos longe do filho e agora ter a oportunidade de voltar a conviver com ele?

— Não tenho ideia. Mas estou feliz. Pela primeira vez disse que estamos namorando. — Fábio disse me beijando.

— Eu aqui falando do meu filho e você preocupado com rótulos do nosso relacionamento? Estou falando sério. Quero o meu filho comigo.

— Rey, relaxa. Quer saber, acho que não é uma boa isso. Colocar um adolescente, um desconhecido dentro de casa.

— É o meu filho Fábio e a minha casa.

— Rey, você nunca tinha falado desse filho, ele é mesmo tão importante assim? — Fábio me perguntou como se eu estive mentindo.

— Claro. Nunca disse nada pois, sempre foi muito difícil pra mim. Mas é o meu filho, eu o amo mesmo que ainda seja um desconhecido.

— Tudo bem Rey, só relaxa. — Fábio disse vindo por trás de mim e fazendo uma massagem.

Gostei de senti-lo atrás de mim. Do seu toque em meus ombros e nuca. Estava mesmo precisando daquilo. Estava mesmo precisando de um homem atrás de mim. Levei a minha mão até o corpo do Fábio, na esperança dele ficar excitado e ser ativo comigo. Apalpei o seu pau, mas estava mole.

Eu já sabia que Fabio só ficava de pau duro quando tinha um pau no seu cu. Esse era um dos motivos que não queria assumir um relacionamento com o Fábio. Ele não me completava, sua companhia era legal, seu corpo era uma delícia, mas na cama eu sentia falta de um macho. Algumas vezes já havia comentado isso com ele. Ele insistia em trazermos mais alguém, um ativo. Disse que tinha alguns amigos e conhecia alguns profissionais. Eu não sou careta, longe disso, já aprontei muito. Mas não era algo que eu estava procurando no momento. Ser apenas ativo não era tão ruim.

Fábio tirou a minha camisa e beijou a minha nuca, me abraçou por trás, desabotoou a minha calça e me deixou nu. Estufei a minha bunda para ele, mas Fábio me virou, colocou o meu pau na sua boca e começou a me chupar. Me puxou para o meu quarto, me jogou na cama e montou em mim. Nos beijávamos, meu pau externamente duro voltou para a boca do Fábio, estiquei meu braço até uma gaveta e peguei uma camisinha. Abri e entreguei para o Fábio colocar no meu pau. Ele pegou a camisinha e colocou na boca e encapou o meu pau.

Fábio sentou no meu pau e cavalgava. Eu passava a mão pelo seu corpo e toquei no seu pau estava endurecendo. Fábio gemia, eu o masturbava, gostava de tocar naquele pau enorme. Me inclinei e o coloquei na boca. Não demorou muito e gozei. Fábio continuava cavalgando e gemendo, meu pau ainda estava duro dentro dele. Eu voltei a me deitar e comecei a pensar no Edu. Aquele abraço que nós demos, o seu rosto bem próximo ao meu, a sua respiração ofegante e principalmente naquele rosto lindo.

Fábio gozou no meu peito me despertando dos meus pensamentos. Ele caiu sobre mim e me beijou.

— Eu poderia dormir aqui hoje. — Ele disse.

— Hoje vou jantar com o Maia. Desmarquei meus compromissos e ele disse que queria conversar comigo. — Eu disse.

— Quando vai me levar para jantar com ele?

— Um dia que for propício.

— Rey, você também não me ajuda. Estou desempregado, fazendo bico de modelo. Caralho! Qual a vantagem de namorar com um pica das galáxias se ele não me ajuda em nada.

— Então namora comigo para conseguir vantagem?

— Claro que não Rey, eu gosto de você e você é muito gostoso. Entendo você não me colocar nos seus projetos, mas me ajuda na network. —Fábio disse me beijando.

— Em um momento oportuno Fábio. — Eu disse me levantando.

Saí do quarto pela varanda e lá acendi um cigarro vendo a vista, o sol já estava mais baixo, mas ainda estava quente. Peguei meu o telefone e liguei para o Edu. Ele não atendeu, mas eu insisti. Podia fazer o papel de chato e perguntar se ele não queria falar comigo ou simplesmente ignorar o fato que ele estava rejeitando as minhas ligações. Por fim ele atendeu.

— Oi Edu tudo bem? Tem planos pra hoje à noite? — Eu disse e antes que pudesse pensar em alguma desculpa eu continuei: — Vou jantar com o Maia, queria te levar, acredito que como qualquer estudante de cinema você tem a vontade de conhecê-lo, certo?

— Tenho sim, mas é que tenho aula amanhã cedo. — Edu respondeu.

— Não vamos demorar, será só um jantar eu te pego aí às 19 e te levo de volta. Pode ser?

— Não sei Rey.

— Edu é um jantar com o Maia, comigo e com o Maia. Duas gerações de diretores que estarão juntos em um projeto infame e secreto. — Eu disse. — Foi esse o título que deram em uma coluna sobre o nosso novo projeto. Tem certeza que não quer participar desse jantar?

— Talvez seja melhor eu não ir, é um projeto secreto. — Edu disse.

Respirei fundo.

— Não será secreto para você meu filho. Vamos comigo. Te pego às 19.

— Ok. — Ele disse desligando o telefone.

Desliguei o telefone satisfeito, percebi que eu teria que ter muita paciência como Edu. Paciência, algo tão raro nos diretores. Olhei para trás e Fábio estava lá em pé me olhando com cara feia.

— Não vai me levar para jantar com o Maia, eu doido para ir. Mas ficou aí no telefone suplicando para levar aquele garoto que nem gosta de você. — Fábio disse bravo.

— Caralho Fábio! Vai ficar escutando as minhas ligações agora? Aquele garoto é o meu filho. Ele pode não gostar de mim ainda, mas eu vou conquistar o seu amor. E para de ciúmes que isso não faz o seu tipo.

Fábio não respondeu, se jogou no sofá e pegou o seu celular. Tomei banho, fiquei pronto e já estava impaciente para buscar o Edu. Fábio queria ir embora, mas como eu disse que o levaria até a sua casa, ele me esperou.

Liguei para o Edu dizendo que estava chegando e quando parei o carro na porta do seu prédio ele já estava me esperando.

— Você já conheceu a Barra? — Perguntei.

— Não, ainda não. Só fui até o Leblon. — Edu respondeu.

— Que bom, vou passar com você em um dos pontos que eu adoro dirigir, vai ver a vista do Vidigal. A praia de São Conrado e o Elevado das Bandeiras. Tenho certeza que vai achar lindo.

— Legal. — Edu respondeu.

Ele sempre ficava tímido e de poucas palavras comigo. Bem diferente do que Ana me falava dele. Um rapaz inteligente, bem despojado e para frente. Essa parte do meu filho eu ainda não conhecia e queria muito conhecer. Durante todo o caminho eu ia puxando assunto, mas Edu respondia quase sempre monossilábico. Admirava a vista e o pôr do sol daquele dia de verão.

— Bonito, não é? — Eu perguntei. Edu concordou com a cabeça. — Ainda não conheci outro lugar tão belo.

Chegamos ao restaurante e nos sentamos na mesa indicada pelo garçom, Maia ainda não havia chegado. Pedi um vinho que eu sabia que o Maia gostava, perguntei ao Edu se ele bebia. Edu sorriu e aceitou. Finalmente ele abriu a boca e contou um pouco da sua vida, disse que costumava beber com os amigos já há alguns anos. Mas que nunca foi d e beber muito.

Estávamos finalizando a primeira taça quando Maia chegou.

— Maia. — Eu disse me levantando, Edu olhava para ele meio bobo. — Deixa-me apresentar o Edu...

— Não precisa, é a sua cara. — Maia respondeu abraçando o Edu.

— Muito prazer, é uma honra te conhecer. — Edu disse.

— Honra maior é ser filho do Reynaldo. — Maia disse sorrindo para mim. — Como o tempo passa Rey, você está ficando velho. Outro dia você me mostrava uma foto desse garoto, era de um aniversário. Quatro ou cinco anos de idade.

— Era de 5 anos. — Eu respondi. — O tempo passa mesmo.

— Agora está aí, já um homem. Já tem 18 anos? — Maia perguntou.

— Sim, e está na faculdade. Fazendo cinema, meu aluno. — Eu disse com orgulho.

— Coisa boa, então vai puxar o seu pai. — Maia disse deixando o Edu constrangido.

Tivemos um jantar agradável. Maia me contou como foi o encontro com a equipe do filme, ele ainda sentia um incomodo com o roteiro. Ele sentia que alguma coisa estava faltando e não sabia o que era. Para mim estava tudo ótimo, já havia alterado o que eu achava necessário.

— Sobre o que é o filme? — Edu perguntou.

— Você não contou para o seu filho? — Maia me perguntou.

— Não contei para ninguém. — Respondi.

— Sobre incesto. — Maia respondeu.

— Hum. — Edu disse.

— Não pareceu chocado. — Eu disse.

— Essa geração não se choca com mais nada. — Maia respondeu.

— Na TV brasileira já teve “Os Maias”, baseada na obra de Eça de Queirós, “Engraçadinha”, e até o filme “Do começo ao fim”, onde o incesto é entre dois irmãos, homens. — Edu disse.

— Essas obras já têm muito tempo. E a maioria da população não são como os jovens de hoje. Tenho certeza que esses programas fariam muito mais barulho hoje. — Eu disse.

— Não deixa de ser verdade. Mas ainda estamos fazendo o mais do mesmo. Ainda estamos muito próximo de “Os Maias”. — Maia disse.

— Eu já sugeri usarmos dois homens. — Eu disse.

— Ficaria uma cópia do filme que seu filho citou. — Maia retrucou.

Mudamos de assunto, sabia que se redéssemos, ficaríamos horas ali dando murro em ponta de faca e nenhuma ideia nova surgiria. Falamos sobre a faculdade, Edu fez algumas perguntas curiosas e inteligentes para nós. Percebi que conversávamos muito mais quando tinha mais alguém junto. Podia ver como ele era inteligente e tinha um lindo sorriso.

— Pensando aqui, eu tive uma ideia. — Maia disse quando acabamos de jantar. Ele olhava para mim e para o Edu com um sorriso malicioso. — Se nosso filme for sobre pai e filho?

Eu me contorci na cadeira, Edu olhou para o prato vazio e não nos encarou.

— Essa é a reação que eu esperava. — Maia disse sorrindo.

— Isso é perigoso Maia. — Eu disse. — Nossa sociedade é cheia de tabus, é pior que incesto entre irmãos.

— É por isso que devemos fazer. — Maia respondeu e virou para o Edu. — E o que você acha garoto?

— Eu não sei. Realmente não me recordo de nada parecido. — Ele disse.

— É isso Rey, era algo assim que estava faltando. Precisamos mudar o roteiro. — Maia disse.

— Será um escândalo. — Eu disse

— O escândalo é necessário. — Maia disse.

— “Mas ai daquele por quem o escândalo vier”. — Eu disse, citando Jesus. Me recordava de muitas passagens bíblicas devido a minha educação religiosa, meu pai evangélico e minha mãe católica. Maia ficou calado, ele não era religioso. — Isso vai nos atrasar todo. Já estamos com quase tudo pronto para iniciar as filmagens.

— Rey, esse será o filme. Não entende como isso será criticado. — Maia disse.

— Isso pode ser o fim das nossas careiras. — Eu disse. — É quase como romantizar a pedofilia. Um envolvimento assim de pai e filho.

— Então vamos montar um roteiro que fique claro que nunca existiu pedofilia. — Maia disse.

— Pode ser algo como se pai e filho viveram separados muito tempo e se reencontraram depois que já era maior de idade. — Edu disse.

— Esse garoto é bom. — Maia disse para o Edu. — Pensem nisso. Monte o conceito Rey, sei que você consegue.

Edu ficou feliz com o elogio, mas não conseguiu me olhar nos olhos durante aquela noite, não consegui entender o motivo. Nos despedimos do Maia e fomos embora. No caminho de volta, Edu ficou admirando a vista, agora o mar estava do seu lado.

— Você poderia dormir lá em casa hoje. — Eu disse.

— Tenho aula amanhã cedo. Se você não puder me levar em casa eu posso pegar o metrô ou um táxi.

— Não é isso. Claro que posso te levar. Mas queria ficar mais tempo com você, conversar mais. Parece que você não consegue conversar comigo quando estamos só nós dois. — Eu disse, deixando o Edu sem graça. — Temos que mudar todo o roteiro do filme agora. Criar um novo conceito, um resumo da história, definir seus atos.

— Temos? — Edu perguntou. — Eu também? Vai querer a minha ajuda?

— Claro. Por que não? Foi você que teve a ideia do pai e do filho se encontrando anos depois. Vou adorar passar um tempo com você e trabalharmos juntos.

— Seria legal participar disso. Mas hoje tenho que dormir em casa, tenho aula amanhã cedo, tenho que preparar as minhas coisas e já está tarde.

— Então amanhã depois da sua aula vá até a minha casa. Podemos almoçar e trabalhar nisso. — Eu disse.

Edu apenas concordou com a cabeça. Quando chegamos na porta do seu prédio, Edu não saiu correndo do carro, ele ficou parado me olhando e por fim disse:

— Então tá. Até amanhã então. — Ele disse.

Eu me inclinei até ele e o abracei. Edu retribuiu o abraço e saiu do carro mais uma vez sem graça. Eu sorri e vi que ele se corou, retribuindo um lindo sorriso. Eu fiquei esperando-o entrar no prédio, mas ele também ficou me esperando partir. Por fim partimos juntos.

O resto da noite fiquei pensando no que Maia queria. Depois de todo o trabalho que havíamos feito, tudo pronto para as gravações, começaríamos praticamente do zero. Claro que as locações e a maioria dos atores, poderiam ser aproveitados, mas o roteiro... começaríamos do zero.

Não estava confortável com essa ideia de um drama de pai e filho. Me causava arrepios. A ideia do Edu, de um pai e filho se reencontrarem após alguns anos, poderia amenizar o impacto, mas essa era a nossa própria história. Não podia escrever algo assim, não da forma que eu estava me sentindo, não depois de abraça-lo daquele jeito. Tinha medo de criar um personagem que permitiria eu ver e amar o meu filho de outra forma.

CONTINUA...

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Paco Katib - New_Escritor-BH

Comentários

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12/10/2019 19:33:42
Tô doido pra ler o livro todo kkkk
12/10/2019 19:32:53
Como é que o Rey consegue aturar o Fábio? O cara nem esconde mais a sua ganância kkkk.
11/10/2019 19:23:30
Há um filme nacional que fala de Incesto entre pai e filho, só que as personagens só descobrem depois de estarem envolvidos. Teus Olhos Meus é o filme, que revelou Emilio Dantas como ator e Remo Rocha, ator veterano de filmes com temática LGBT. Participações de Paloma Duarte, Roberto Bomtempo, Claudio Lins, Jaime Matarazzo, etc... o conto está cada dia melhor e eu com vontade de mandar Fábio se fuder e parar de atrapalhar a vida de Rey e Edu.
10/10/2019 13:49:47
Delicioso
09/10/2019 11:45:50
Comprei o livro. Muito bom, mas chateado que terminou daquele jeito. Tô desesperado por mais.
09/10/2019 11:40:46
o amor incestuoso sairia das telas para a vida real?
09/10/2019 09:15:59
NOVIDADES: FINALIZEI ESTE CONTO E PUBLIQUEI COMO UM E-BOOK. Ele foi todo revisado. Você já pode tê-lo no seu celular, tablet, kindle ou no computador: http://amazon.com.br/dp/B07YVLT2JT
09/10/2019 07:44:45
Simplesmente maravilhoso. nota mil
09/10/2019 07:18:48
@VALTERSÓ Respondo a todos os comentários dentro do próprio conto após a publicação do novo capítulo. Ou seja, a resposta aos comentários do capitulo anterior já estão lá (no espaço destinado aos comentários). ABS
09/10/2019 05:44:25
Nossa cada dia melhor
09/10/2019 05:10:16
Bom demais
09/10/2019 03:10:38
UAUUU. FÁBIO COM CERTEZA PARECE QUE SERÁ UM EMPECILHO. ABUSADO, QUER MANDAR NA VIDA DOS OUTROS. ALGUÉM PRECISA COLOCÁ-LO NO DEVIDO LUGAR. BRILHANTE IDÉIA DE EDU. QUE BOM QUE EDU AOS POUCOS ESTÁ SE SOLTANDO MAIS COM O PAI VERDADEIRO. ISSO VAI RENDER COISAS MUITO BOAS. CAPÍTULO EXCELENTE. PARABÉNS. AQUI ANSIOSO PELO PRÓXIMO. SERIA MUITO BOM SE O AUTOR DESSE UM FEEDBACK AOS COMENTÁRIOS DOS LEITORES. ISSO ESTIMULA TB.

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