A triste vida de Nandinho - ser puta é maravilhoso!

Um conto erótico de DUQUE DE SAXE
Categoria:
Data: 12/02/2020 15:54:19
Última revisão: 12/02/2020 16:38:13
Nota 10.00

Logo que saiu do bar e começou a caminhar rumo a pensão, Nandinho foi novamente infenizado por aquele bando de moleques que voltaram a implicar com ele:

- Olha o viadinho de novo! Aposto que tomou no cu gostoso – dizia um deles.

- Viadinho rabudo tem que liberar o cu pra geral – falava outro.

Cansado, Nandinho rebateu:

- Calem essa maldita boca, se querem me pegar arrumem um canto que a gente fode; se não querem sumam da minha frente que eu tô cansado – gradativamente a boa educação, as boas maneiras e a submissão que moldaram sua personalidade iam se desfazendo diante das atrocidades da vida.

A molecada que era bem novinha e, portanto, mais barulhenta do que ativa, estranhou a rebeldia daquele viado novinho, mas um deles fez sinal para Nandinho segui-lo até um beco. Lá no beco, entraram num casebre pobre e escuro. O moleque abaixou a calça e uma pica pequena, porém rígida apareceu. Nandinho se posicionou na parede, com as mãos escoradas, arrebitou o quadril e falou:

- Mete!

O moleque não levava jeito, demorou para encaixar o pau no cu dele e, quando conseguiu, forçou com pressa o pau lá pra dentro. Nandinho não ousava reclamar, não queria que aquele marrentinho tivesse a satisfação de saber que estava machucando o rabo dele; aguentou calado aquele metida ruim, que na verdade não era dolorosa, apenas incômoda e até, sem conseguir se conter totalmente, soltou um ou outro gemido de prazer.

- A putinha tá gostando, né safada! – ele disse sorrindo com alegria.

- Termina logo essa merda de foda que tenho mais o que fazer!

Insultado o menino meteu forte e profundamente, socando o corpo de Nandiho contra o reboco cru da parede do barraco; quando sentiu que ele ia gozar Nandinho se desengatou dele com agilidade, ajoelhou, chupou guloso, recebeu o leite todo na sua boca e mostrou para o menino que havia engolido tudo.

- Putinha boa do caralho! Rabão gostoso da porra e boquinha de veludo bem treinada! – o moleque sorria escancaradamente, era muito provável que fosse virgem e aquele tenha sido a primeira vez que fez sexo. Para afirmar sua macheza sentou um tampa com força no rosto de Nandinho.

Nandinho se desequilibrou e caiu no chão; aproveitou a oportunidade e pegou uma vassoura que estava ali perto; levantou-se num pulo felino e começou a bater no moleque com a vassoura.

- Seu filho da puta, nunca mais você encosta a mão em mim! Nunca mais! Ouviu bem: NUNCA MAIS! – e as vassouradas correram soltas pelas costas, cabeça e todo o corpo daquele fedelho antes bravinho que julgou que era fácil domar um viadinho.

Nandinho saiu e deixou o moleque desacordado, no beco encontrou com todos os meninos ali, ansiosos para saber detalhes da foda pela boca do ativo, ao vê-los Nandinho nem pensou duas vezes:

- Ele é um brocha, o pau nem subiu! Meu cu tá aqui ó – nesse momento ele desceu as calças e mostrou a bunda – fechadinho!

A molecada ria sem parar e Nandinho se sentiu vitorioso. Seu novo papel de viadinho fêmea, registrou a bela presença de um molequinho loiro, raridade na favela. Aproveitando que sua bunda estava de fora, começou a rebolar provocativamente na direção dele e sussurrou:

- Quero dá pra você, me come?

- Com falta de piru você não fica! – falou o loiro numa empolgação que fez o viadinho até arrepiar.

A sua bermuda foi arriada, ele estava sem cueca, e um cassetão branco, descomunal para a sua tenra idade emergiu imponente e glorioso. Era um pauzão de responsa. Lindo até! Nandinho não resistiu e começou a chupar com vontade e gulodice. Era muito bom mamar aquela tora dura, tesa, com veias bem definidas. O menino parecia alemão, certamente era filho de algum turista que veio se divertir num baile da favela e sentou a piroca numa bucetinha fácil. Enquanto chupava, outros meninos foram se aproximando querendo ser mamados também.

- Cai fora todo mundo, só vão ficar olhado e se chegar perto desço a porrada – falou o loiro com determinação.

Nandinho se fartou naquele pauzão magnânimo e maravilhoso de tão belo. O loiro estava levemente suado o que acrescentava um delicioso sabor salgadinho ao ato da felação. A boa chupada que ele recebia, fez seu pau se perder em convulsões, as quais se espalharam por todo o seu corpo e o fizeram tremer dos pés à cabeça, tamanha era a habilidade oral de Nandinho.

Nandinho sem tirar o pau da boca, sentia o membro do seu macho vibrar e todo o seu corpo ser sacudido por espasmos deliciosos. Nandinho usava uma das mãos para massagear o saco do seu macho e a outra apalpava sua coxa direita, toda definida de tanto subir, descer e correr pelas ladeiras da favela.

O loiro arfava e gemia alto, feito um touro, visivelmente se deliciava com aquele boquete espetacular que recebia. Sem conseguir se conter mais, soltou um berro visceral que atraiu pessoas para as portas de seus casebres e os fizeram ficar olhando aquela cena tão erótica.

A porra inundou a boca de Nandinho feito uma catarata. Porra boa, farta, quente, grossa, saudável e saborosa de moleque novo, cheio de tesão. Mais uma vez Nandinho engoliu tudo.

Ao ter consciência da plateia que se formou, o loiro puxou Nandinho de volta para o casebre. Lá viu o corpo desacordado de seu amigo e riu de canto de boca. Tirou a camiseta e o short de Nandinho e contemplou seu corpinho de viadinho-moça com prazer. Lambeu seus peitinhos, bem inchadinhos de tanto serem usados, com delicadeza e prazer. Nandinho se permitiu gemer de prazer, adentrou num devaneio gostoso e relaxou.

O menino o colocou com delicadeza em cima da cama, de quatro claro, dedou seu cu com bastante cuspe e falou excitado:

- Vou te mostrar como um macho faz! – encaixou-se com habilidade no cu de Nandinho, enfiou a cabeça do pau devagar, meteu um pouco da rola, mais um pouco, foi enfiando tudo devagarinho, com jeito, de uma forma gostosa, respeitosa até; aquela metida treinada de quem sabe dar prazer para a fêmea, no caso para o passivo, o que era surpreendente para um moleque tão novinho. Depois que entrou tudo e seus sacos já batiam juntos, o loiro iniciou uma metida ritmada, firme e constante, que fez Nandinho revirar os olhos de prazer. Aquele moleque e o cara do bar eram até agora as melhores fodas da sua vida. De repente, Nandinho sentiu nojo de todos os outros que o comeram antes: o negro que o estuprou, o pastor, o gordo ruivo... aquele dia entrava para a história como o dia dos homens gostosos bons de cama! Que sonho a bichinha estava vivendo, pena que não duraria para sempre... mas, enquanto isso ela gemia e suspirava empalada pela pica formidável daquele jovem garoto de traços europeus. Que delícia!

O loiro novamente foi tomado por convulsões intensas, seu pau ficou mais duro e mais grosso, Nandinho rebolou mais e mais também, a pica foi bem lá no fundo do cu do viado, quase no intestino dele e foi lá que despejou em grandes golfadas seu leite. Quando o pau saiu de dentro e só o vácuo ficou, Nandinho sentiu um vazio solitário, mas sua fisionomia era de puro prazer.

O loiro também estava com uma expressão leve, tinha gostado muito de comer aquela bicha, era bem novinho mas já traçava cu e buceta há algum tempo e reconheceu a desenvoltura sexual daquele viadinho novo e tão gostoso.

Depois do sexo veio aquela vontade de mijar e o loiro falou:

- Olha o que vou fazer para esse brocha aprender! – e Nandinho viu ele direcionar o jato do mijo para a boca do moleque que estava desmaiado depois de levar várias vassouradas na cabeça.

Nandinho riu, riu muito e se sentiu feliz e realizado como nunca antes se lembrava de ter sentido.

Nandinho desceu o morro e chegou na pensão ainda rindo feito bobo. Atrás de um balcão velho, ele viu uma mulher madura, cinquentona, com busto grande, que olhou para ele com curiosidade.

- Bom dia, senhora. Preciso de um quarto.

- Oi, minha princesa linda – respondeu a senhora reconhecendo imediatamente que estava diante de um viadinho – você quer um quarto por hora?

- Não, pretendo morar aqui.

- E sua família? Você é tão novinha, devia morar com ela...

- Minha mãe era uma vaca desgraçada que me escravizava, batia e humilhava. Pra casa eu não volto.

- E pretende viver do quê, minha linda?

- Disso aqui ó – respondeu batendo na bunda.

- Veio no lugar certo – a senhora sorriu – me dá um abraço e seja bem-vinda. Seremos amigas. Meu nome é Miguela.

Nandinho se aconchegou no abraço receptivo daquela dona e descansou a cabeça no seu ombro feito um anjinho... só na aparência, porque agora ele era um depravado em ascensão.

D. Miguela sensibilizada com a pobre viadinha, permitiu que ela fizesse faxina na pensão em troca de algumas semana de moradia e lhe deu algumas roupinhas de sua neta: sainhas de babado, shortinhos, camisetinhas, até um vestinho folgado de malha.

Nandinho ficou tão feliz e admirado com a generosidade daquela senhora que nem o conhecia, desejou intimamente que sua mãe tivesse sido assim. Experimentou cada roupinha e sentiu-se linda, feminina, gatinha mesmo.

Dormiu durante o resto do dia. No dia seguinte fez os serviços domésticos da casa e se preparou para bater calçada de noite e faturar um dinheirinho sendo feliz.

No seu primeiro dia de rua, Nandinho lidou com a cara feia de várias mulheres e traveconas que o viam como uma inimiga, mas como já tinha corrido o boato que ele morou com o ruivo ligado ao tráfico, ficaram na dúvida se ele contava com proteção dos traficantes e acharam melhor não encrencar com ele.

Nandinho achou todo mundo muito pobre, na sua casa ele não via tanta miséria assim porque sua mãe tinha uma pensão razoável; lembrou-se do valor que o cara do bar tinha lhe pago e tentou adotá-lo como média, mas todos ali eram muito miseráveis e não foi possível mesmo. Nandinho pagou cerca de uns quatro boquetes na rua mesma e recebeu poucos trocados em contrapartida. Racionalmente, pensou que ser facilitasse muito e baixasse demais o preço não seria valorizado. Naquele noite deu o cu apenas para um: um estivador peludo, totalmente peludo, bruto, bronco, com tatuagens (que os pelos mal deixavam entrever) e várias cicatrizes. O homem tinha um pau grande, mas ele parecia menor devido a quantidade excessiva de pentelhos. Esse Nandinho atendeu no seu quartinho na pensão e foi uma transa normal. Nem boa nem ruim. Nada de marcante. O homem jogou o dinheiro combinado no final da transa e, quando ele estava saindo, Nandinho ainda viu D. Miguela cobrando dele uma pequena taxa pela utilização do quarto.

- Essa potranca novinha vai te render, hein coroa!

- Ah, se vai – respondeu a senhora com um sorriso amistoso.

Em seguida ela foi no quarto e explicou para Nandinho como funcionaria dali para frente: sempre que algum homem fosse lá ele teria que pagar uma pequena comissão para ela (ela não sabia que Nandinho tinha visto ela cobrar do homem e, portanto, ela estaria recebendo duas vezes!). Nandinho não teve raiva, sabia que na favela todo mundo se virava como podia e ela tinha sido legal e muito boa com ele; inclusive lhe dera uma pomadinha para passar no cu antes de dormir para evitar que ficasse assado e larguinho.

Nandinho voltou para a rua naquela noite e conseguiu arrumar mais um ciente para o seu, mas preferiu transar na rua, atrás de alguns entulhos, porque esse pagou menos e se tivesse que repassar algum dinheiro para a mulher iria ficar com muito pouco. Foi uma rapidinha gostosa e com camisinha, porque Nandinho também decidiu que não deixaria mais qualquer um gozar dentro dele sem proteção, conforme orientação da boa e sábia D. Miguela.

Nos dias seguintes Nandinho continuou assim: atendendo seus clientes e juntando um dinheirinho... e a vida foi seguindo... passava apertos, alguns eram violentos, mas o garoto foi aprendendo a se defender e foi amadurecendo muito. D. Miguela as vezes lhe arrumava alguns clientes também e pedia comissões maiores, mas ele não ligava porque ela era muito bondosa com ele e eles se davam bem. Nandinho também fez amizade com algumas putas que lhe deram dicas e conselhos que foram pouco a pouco ajudando-a progredir.

Alguns meses depoisEmiliana rezava com a bíblia na mão, em nenhum momento amaldiçoava o Pastor pelo que fazia consigo, em seu íntimo era grata por poder se penitenciar com um homem honrado do pecado que cometera de ter um filho viado.

Mas, Emiliana também era uma mulher, bonita como diziam, e era verdade, que também se lembrava com saudade do orgasmo que tivera com o chefe do morro e ansiava pelo momento que poderia repetir aquela experiência; mas, também sentia que estava pecando por desejar esse tipo de situação e, assim, rezava mais, com mais fervor, bradando palavras altas de exaltação ao divino.

O Pastor chegou e apreciou ela orando com fervor; depois agarrou ela com as duas mãos pela cabeça e apertou seu pescoço.

- Sabia sua prostituta que seu filho virou kenga e está se oferecendo para os machos daqui? Sabia sua meretriz que ele resolveu seguir o exemplo da vadia que tem como mãe? Você foi incapaz de educar aquele menino, ele se perdeu pelo seu exemplo terrível. É nossa missão salvá-lo do fogo do inferno e trazê-lo de volta.

Ele apertava a garganta dela com bastante força e automaticamente seu pênis foi endurecendo.

- Eu ainda vou te matar sua rameira, ordinária! Você vai atrás do nosso menino e vai trazer ele de volta para a nossa casa – o Pastor comia e dormia ali todos os dias, se considerava o dono do lugar. Emiliana concordou com a cabeça e respirou aliviada quando ele soltou seu pescoço.

- Hoje não vou te penitenciar, trouxe um discípulo para ler as escrituras comigo - e apontou para um homem, ainda novo, que estava no fundo da sala – Durma no sofá, ficaremos no quarto.

Emiliana tentou dormir realmente, porém passou a noite toda ouvindo murmúrios estranhos que fizeram sua imaginação flutuar e se sentir ainda mais culpada.

O ruivo gordo e o negro comeram uma puta juntos naquela noite: um no cu, outro na buceta; depois trocaram. Foi bom, mas o ruivo ainda lembrava do sabor do cu do Nandinho e se lamentava por não ter dado certo com o garoto. Pensava que por ele ter tido uma formação regrada e rigorosa que se dariam bem, mas ele se revelou uma putinha bem sem vergonha, inclusive profissional agora, já tinha ouvido falar. Mas, de qualquer forma sentiu pena do menino e deixou claro no morro que Nandinho contava com proteção do tráfico e ninguém deveria mexer com ele.

Mais alguns meses se passaramNandinho só andava com roupas femininas agora, tudo novinho, comprado com o dinheiro do seu trabalho. Estava sentindo-se leve, livre, feliz. Feliz como nunca tinha sido. Tinha chegado a conclusão que sua vida anterior era uma merda.

Um dia de tarde, vestido com uma camisetinha justa que marcava seus peitinhos que viviam pontiagudos de tanto seus clientes mamarem e com um short bem curto e atochado no meio da bundona, Nandinho ao olhar para o alto da favela resolveu voltar ao bar em que atendeu seu primeiro cliente.

Lá viu o cara que tinha sido o primeiro a lhe pagar servindo alguns machos. O rapaz era mais bonito do que Nandinho se lembrava, afinal naquele dia ele ainda estava tresloucado depois que o ruivo o expulsou de casa. E parecia mais forte também.

Nandinho sentou e eles fingiram que não se conheciam até o bar ficar vazio.

- Opa, bom que você voltou!

- Sabe que senti saudades? – respondeu Nandinho de um modo bem insinuante e ordinário.

- A gente também – respondeu o garoto rindo e apertando a piroca dentro de um bermudão caído, mostrando uma cueca colorida da CK.

- Bora lá dentro? – falou a putinha lambendo os beiços e se levantou.

- Já é!

Eles foram para a despensa e, logo que a porta foi fechado, o garoto sufocou Nandinho com um beijo molhado, intenso, com as línguas de ambos duelando. Era um beijo desesperado, ardente, de quem sentia prazer e demonstrava saudades.

- Sabe que como puta direto, mas igual tu, te confesso meu brother, nunca peguei.

- Sou única, gatinho!

- A próposito pirralho, nem sei teu nome?

- Nandinha, meu amor.

- O meu é Thyago com th e y!

- Chega de conversa, né meu rei... – Nandinho escorregou pelo corpo musculoso de Thiago, lambendo seu pescoço, peitoral forte, gominhos da barriga, umbigo, pentelhos, a base do pênis, a cabeça, as bolas, as coxas, a panturrilha, voltou para o pau, depois para o saco, tudo bem babado, bem molhado, bem suave e gostoso.

Thiago respirava pesado, estufando o peito e afundando o abdômen, enfiando até o talo na boca daquele viado novinho e sem vergonha que tinha uma performance digna de uma puta rodada. E a viada era bem gatinha, seus cabelos tinham até crescido e estavam ligeiramente longos, o que permitia que o macho o agarrasse com força e ditasse o ritmo do boquete. Ele nem acreditava que quase um ano depois estava comendo aquele cu de novo.

Nandinho se levantou e se enroscou na língua de Thyago de novo. Pareciam dois namoradinhos insaciáveis, saudosos, carentes do corpo um do outro. Enquanto se beijavam, Nandinho tocava os músculos das costas de seu boy e o abraço entre eles ficava cada vez mais forte e potente. Até o pau de Nandinho endureceu e Thyago o apertou algumas vezes na ânsia desesperada do prazer que sentia.

Nandinho se despiu e Thyago retribiuiu o banho de língua que havia recebido e mordeu, chupou, lambeu, cheirou e mordiscou cada dobrinha do corpinho lindo daquele viado. Especial atenção foi dada a sua bunda, uma bunda enorme, lisinha, firme, empinada, redonda, gostosa, que dava uma vontade louca de qualquer um meter.

A língua de Thyago ao tocar seu anus, fez a pica de Nandinho ficar mais tesa, não era uma pica grande, mas era condizente com sua idade e bonita. Thyago fez alguns movimentos de punheta, colocou seu pau no ponto e socou de uma vez só no cu de Nandinho, mantendo o preso ao seu corpo num forte abraço que esmagava os peitinhos do moleque. Ambos gemiam, suavam, deliravam de prazer, num frenético vai e vem. Nandinho sentia-se feminina, protegida e desejada.

Neste momento, para a infelicidade de ambos, chegou um cliente no bar. Thyago se desinstalou de dentro do cu do viado, subiu a bermuda e suado e xingado foi lá atender o freguês. Nandinho ficou lá jogado no chão, socando o dedo no cu, ansiando por pica.

- Koé fedelho, tava comendo uma puta lá atrás?

- De tou liberdade não, manezão. Manda a real ai e para de caôzinho.

- Bota um pinga ai, moleque arrretado. Sei que tu tava comendo piranha lá atrás. Tá é certo na tua idade comia até minhas irmãs.

- Caboclo sem vergonha, toma essa pinga e passa fora daqui logo.

- Pode crê, mano, não vou empatar a foda de ninguém não...

O freguês, um moreno rechonchudo, virou a pinga, limpou a boca nas costas da mão, pagou e saiu. Thyago correu lá para dentro de novo, levantou Nandinho, botou ele para chupar, quando a pica subiu de novo, enterrou feito um louco no cu dele, meteu até o viado ver estrelas de prazer, ao mesmo tempo em que mordia sua nuca, sua boca e amassava seus peitos com a força da sua mão.

Os dois gozaram juntos. E a porra de Nandinho se esparramou pelo freezer em que ele se debruçou para aguentar as estocadas de Thyago. A porra de Thyago desceu pelas bunda e coxas de Nandinho e formou uma poça no chão.

Nessa hora em que ambos se recuperavam da foda que tiveram o freguês que estivera lá pouco antes entrou já abrindo as calças e falando que ia meter em Nandinho também que tinha visto tudo escondido.

Thyago ficou vermelho de raiva, vergonha e ódio e desferiu um soco violento no rosto dele. Nandinho gritou assustado. Thyago continuou batendo e quando o homem resolveu reagir, ele passou a mão numa faca e afundou na barriga do homem.

Nandinho gritou de pavor e êxtase ao ver o sangue e aquela carnificina toda. Thyago limpou a faca num pano velho.

- Não se assusta não, viado. Não o primeiro nem o último que chamo na faca. Depois jogo ele no córrego.

- Por que você fez isso?

- Meu pai me ensinou que tem que impor respeito. Macho nenhum pode chegar metendo no que é da gente.

- Você é doido!

- Doido por você! – e novamente eles se beijaram demoradamente. Ambos ficaram de pau duro de novo. E Nandinho levou no cu mais uma vez. O tronco de Thyago sujou um pouco de sangue e colou nas costas de Nandinho. Era pegajoso, mas parece que uniu eles ainda mais. A foda foi mais longa, porque Thyago tinha gozado muito e demorou para esguichar porra novamente.

- Você fode muito, pirralho – Thyago falou elogiando. Nandinho admirou a beleza daquele jovem. Musculoso e bonito, ele podia ter qualquer mulher aos seus pés.

- Você que me excita, meu macho!

- Ah, viado! Vou ficar ligado em você! Tem que vir mais aqui!

- Virei sempre... você quer?

- Lógico, porra. Cuzinho gostoso do caralho...

- Não vai fazer ruindade comigo?

- Nunca, será minha rainha – e se beijaram de novo.

Thyago deu uma boa grana para Nandinho, mais ou menos o que ele faturava numa noite inteira com vários clientes.

- Nossa, onde você arruma tanto dinheiro? É tudo desse bar?

- Isso aqui é fachada, viado. Tudo negócio pesado. Meu pai toca o terror aqui, manda em tudo.

- Quem é seu pai? – Nandinho perguntou interessado.

- O dono desse morro, Nico – ele respondeu com orgulho.

Nandinho ficou tão assustado quanto empolgado, era estimulante namorar o filho do traficante mais famoso do morro, suas amigas putas morreriam de inveja, mas ele se lembrava que foi por culpa dele que tinha sido estuprado e expulso de casa, mas, era tão mais feliz agora que nem se importou muito e relaxou sentindo o cheiro daquele jovem lindo que fodia gostoso e lhe pagava bem.

Ao descer o morro da favela para voltar para a pensão, Nandinho foi agarrado por trás e logo sentiu um pênis duro esfregando na sua bunda imensa.

- Encontrei meu viadinho da bunda grande ... – era o negão que tinha tirado seu cabaço.


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Comentários

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12/02/2020 16:37:01
Hedonista67, que bom q vc gostou. obrigado, seu lindo
12/02/2020 16:34:06
Nossa, muito bem escrito !!!

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